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quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
NÃO PERCA TUA BENÇÃO
Deuteronômio 6.4-25
Tema Específico: As continuidade bençãos de Deus
A BENÇÃO NA VIDA DO CRISTÃO NÃO PRECISA ACABAR!
Mas isso depende de nós e não de Deus.
A Bíblia diz que há três CONDIÇÕES para que a benção não acabe:
01) ENQUANTO HOUVER AMOR - v. 4-9
1.1 - Amor a Deus, de todo o coração - v. 4,5
1.2 - Amor à Sua Palavra - v. 6-9
a) Ensiná-la aos filhos
b) Falar dela em casa
c) Falar dela na rua
d) Andar com ela nas mãos
e) Decorá-la
02) ENQUANTO HOUVER GRATIDÃO - v. 10-12
2.1 - Gratidão por haver Deus te introduzido na terra da promessa - v.10a
2.2 - Gratidão pelas riquezas que Deus te deu - v. 10b-11
a) Boas cidades, que não edificaste.
b) Casas cheias de todo o bem, as quais tu não encheste.
c) Poços cavados, que tu não cavaste.
d) Vinhas e olivais, que tu não plantaste.
2.3 - Gratidão por tua salvação - v.12
03) ENQUANTO HOUVER COMPROMISSO - v. 13-25
3.1 - Compromisso do Homem com Deus
a) Temor, serviço e honra - v. 13
b) Fidelidade - v. 14-15
c) Respeito - v. 16
d) Diligência - v. 17
e) Retidão - v.18-19
3.2 - Compromisso do Homem com a educação religiosa de seus filhos
a) Saber responder aos naturais questionamentos de teus filhos - v. 20-24.
-Éramos escravos, porém, o Senhor, com mão forte, nos libertou.
-Os mandamentos do Senhor são para nosso bem (o "não" do mundo é proibição; o "não" de Deus é proteção).
-Cumprir seus mandamentos será justiça para nós.
Conclusão:
Deus colocou o cristão em uma posição que lhe permite viver rodeado de bens e alegrias, mas a continuidade dessas bênçãos depende de três condições:
- Enquanto houver amor;
- Enquanto houver gratidão;
- Enquanto houver compromisso.
Desejo a todos um Santo Natal e Prospero Ano Novo de 2010.
Deuteronômio 6.4-25
Tema Específico: As continuidade bençãos de Deus
A BENÇÃO NA VIDA DO CRISTÃO NÃO PRECISA ACABAR!
Mas isso depende de nós e não de Deus.
A Bíblia diz que há três CONDIÇÕES para que a benção não acabe:
01) ENQUANTO HOUVER AMOR - v. 4-9
1.1 - Amor a Deus, de todo o coração - v. 4,5
1.2 - Amor à Sua Palavra - v. 6-9
a) Ensiná-la aos filhos
b) Falar dela em casa
c) Falar dela na rua
d) Andar com ela nas mãos
e) Decorá-la
02) ENQUANTO HOUVER GRATIDÃO - v. 10-12
2.1 - Gratidão por haver Deus te introduzido na terra da promessa - v.10a
2.2 - Gratidão pelas riquezas que Deus te deu - v. 10b-11
a) Boas cidades, que não edificaste.
b) Casas cheias de todo o bem, as quais tu não encheste.
c) Poços cavados, que tu não cavaste.
d) Vinhas e olivais, que tu não plantaste.
2.3 - Gratidão por tua salvação - v.12
03) ENQUANTO HOUVER COMPROMISSO - v. 13-25
3.1 - Compromisso do Homem com Deus
a) Temor, serviço e honra - v. 13
b) Fidelidade - v. 14-15
c) Respeito - v. 16
d) Diligência - v. 17
e) Retidão - v.18-19
3.2 - Compromisso do Homem com a educação religiosa de seus filhos
a) Saber responder aos naturais questionamentos de teus filhos - v. 20-24.
-Éramos escravos, porém, o Senhor, com mão forte, nos libertou.
-Os mandamentos do Senhor são para nosso bem (o "não" do mundo é proibição; o "não" de Deus é proteção).
-Cumprir seus mandamentos será justiça para nós.
Conclusão:
Deus colocou o cristão em uma posição que lhe permite viver rodeado de bens e alegrias, mas a continuidade dessas bênçãos depende de três condições:
- Enquanto houver amor;
- Enquanto houver gratidão;
- Enquanto houver compromisso.
Desejo a todos um Santo Natal e Prospero Ano Novo de 2010.
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
O cuidado de alimentar devidamente a alma
I Timóteo 4:16 – “Tem cuidado de ti mesmo e do teu ensino; persevera nestas coisas; porque, fazendo isto, te salvarás, tanto a ti mesmo como aos que te ouvem”.
Antes de tudo, eu preciso dar uma atenção especial para o versículo anterior que diz: “Ocupa-te destas coisas, dedica-te inteiramente a elas, para que o teu progresso seja manifesto a todos”.
Paulo exorta e lembra a Timóteo para que ele não se esqueça em minuto algum da importância de meditar em todo ensino que foi ministrado para ele.
A palavra “ocupar/meditar” deve ser entendida num empenho esportivo. Paulo diz para Timóteo “praticar” todas estas coisas. É a idéia de um atleta que treina muito para atingir seus objetivos.
Todo o progresso da alma de Timóteo está nesta ação de praticar todo ensino das Escrituras e se empenhar na vida piedosa – na oração. Aqui quero lembrar a vida do grande pregador Charles H. Spurgeon, ele não trocava a sua imensa biblioteca pela sua sala de oração. Tanto é que quando ele abria a boca muitos diziam que ele tinha cinqüenta anos de idade mesmo tendo dezessete anos. Não existe desenvolvimento na vida cristã se negligenciarmos o nosso momento de quebrantamento.
A recomendação de Paulo é fantástica. Ele faz alusão a vida de um atleta. Existe uma profunda diferença em treinar e tentar.
Treinar é se dedicar. Por mais que haja fracassos, mas a minha fidelidade e a minha vontade de crescer a cada dia e de assemelhar-me a Cristo supera tudo. Transformação espiritual não é questão de empenho, mas de treinamento aliado à sabedoria. É isso que o apóstolo Paulo quer dizer quando encoraja Timóteo com as palavras “exercite-se na piedade” [I Timóteo 4:7].
Um fator de extrema importância que quero destacar – Não podemos ficar sobrecarregados por acharmos que Deus mede seu desempenho espiritual com base em determinadas disciplinas espirituais. Precisamos entender que estamos livres da tentativa de impressionar Deus ou quem quer que seja com nosso comprometimento espiritual. E isso acontece e muito dentro da igreja. Vários irmãos querem sobressair sobre o outro irmão no quesito espiritualidade. O verdadeiro crente espiritual não diz e nem faz propaganda da sua vida com Deus, os seus atos demonstrarão que ele está na fonte certa.
Existem vários livros de oração hoje no mercado. Livros que descrevem passos, métodos e receitas para ter uma vida cristã bem sucedida. Para mim, grande parte para não dizer a maioria destes livros deveriam ser queimados. Existem tantos livros para ler sobre oração que não há tempo se quer para orar e ler a Bíblia. O problema disso tudo é que quando não alcançamos o resultado nos tornamos hipócritas – ah, Deus não me ouve, ou ele está indiferente para comigo – e assim vamos tocar a vida do jeito que está.
Santo Agostinho quando queria ensinar a sua igreja e as paróquias da filiação a orar ele pregava nos Salmos. O Livro de Salmos é melhor do que tudo que já foi produzido sobre oração. É o coração de um homem que se abre diante de Deus. É visível a comunicação direta de Deus em responder os apelos da alma do salmista. O livro de Salmos é a graça de Deus para um homem pecador que deseja ardentemente viver um relacionamento profundo e sincero com Deus. Se você quer aprender a orar leia os Salmos. O interessante é que até o século XVII não havia nenhum livro sobre oração ou como viver uma vida piedosa. Todo esta mudança foi o resultado do ministério de um pastor chamado Charles Finney que deturpou o Evangelho para uma moralidade. O cristão para ser aceito, ele precisaria cumprir uma série de novos mandamentos. O que Finney fez foi criar um novo mandamento para a vida do cristão. A vida do cristão se tornou um estereótipo, não vale mais o que está no coração, mas o exterior tomou o lugar de uma vida regenerada.
“A oração faz o homem parar de pecar, mas o pecado leva o homem a parar de orar” John Bunyan
1) Porque devo dirigir-me a Deus em oração?
“Um relacionamento de amor com Deus é mais importante do que qualquer outro fator em sua vida ”
Deus é o único suficientemente capaz de nos satisfazer e preencher o nosso vazio existencial.
A nossa sociedade deturpou a definição de satisfação. A definição que nos é passada está ligada aos bens materiais e momentâneos – tenha, seja e conquiste. A satisfação que as Escrituras nos apresentam não é um estado temporário, mas uma eternidade. Não é possuir, mas ser possuído pelo sumo bem. Não é uma conquista, mas uma dádiva.
A nossa busca desenfreada precisa ser concertada e redirecionada para o foco certo. Precisamos voltar ao manancial de águas vivas. Precisamos voltar para fonte que emana toda vida.
Enfatizo esta volta, porque ela significa a nossa extrema valorização pela glória de Deus. Todo pecado resulta de não darmos valor supremo à glória de Deus – essa é a própria essência do pecado. Quando valorizamos outras fontes de vida, o que estamos afirmando é que Deus não nos basta, que ele não é suficiente.
“Ó Senhor, tu nos criastes para ti e nossos corações não descansarão até encontrar descanso em ti”
Os nossos pecados e a nossa distorção visual nos levam para outra fonte. A preguiça parece desejar apenas a tranqüilidade e o nosso descanso, mas que repouso seguro existe fora de Deus? A luxúria quer ser chamada de saciedade e abundancia, mas somente Deus é a plenitude. Ele é a fonte da suavidade inesgotável e incorruptível. Salmo 16:11 – “Tu me farás conhecer a vereda da vida, a alegria plena da tua presença, eterno prazer à tua direita”. A avareza quer possuir muito, mas Deus é rico e possuidor de todas as coisas. A inveja pleiteia a primazia, mas quem é mais excelente do que o próprio Deus? A cólera procura a vingança, mas qual é a vingança mais justa e perfeita senão a de Deus? Quando cometemos estas inversões de valores cometemos um crime. Jeremias 2:13 – “O meu povo cometeu dois crimes: eles me abandonaram, a mim, a fonte de água viva, e cavaram as suas próprias cisternas, cisternas rachadas que não tem água ”.
O que esta passagem nos diz, é que Deus é a nossa única fonte de vida. Quando alguém está sedento e bebe da sua água, ele reanima-se. Qual a fonte que te irrigará? Qual é a fonte que flui tamanha correnteza de delícias da vida? Quem é a fonte da vida, senão o Cristo? Abandonar esta fonte é o primeiro mal, isto é feito quando o povo de Deus deixa de andar com ele. A nossa mente deve correr para a Escritura e lembrar das palavras de Pedro – João 6:68 “(...)Senhor, para quem iremos? Tu tens as palavras de vida eterna”.
Santo Agostinho nas suas confissões ele expressa a seguinte afirmação – “Tenho dentro de mim uma fome de alimento interior – fome de ti, ó meu Deus”.
Deus é mais doce do que qualquer prazer. Blase Pascal disse: “O homem tem um profundo vazio que somente Deus pode preenché-lo”. Fazemos aquilo que o filho pródigo fez. Temos um intenso desejo pela comida dos porcos e nos esquecemos da casa de nosso Pai. Lembre-se: podemos fazer alfarrobas até de nossas formas de cristianismo. O nosso problema reside na nossa facilidade de satisfazer-nos com coisas fúteis.
“Sem este espírito de oração e submissão as Escrituras, não podemos manter a seriedade e a vida que gravitam nos arredores do trono da graça de Deus”
2) O que acontece comigo quando tenho um pequeno desvelar da grandeza de Deus?
“Pessoas estão morrendo famintas da grandeza de Deus, mas muitas delas não fariam este diagnóstico de suas vidas perturbadas. A majestade de Deus é uma cura desconhecida. Há prescrições muito mais populares no mercado, mas o benefício de qualquer outro remédio é sumário e pouco profundo. Uma vida que não contém a grandeza de Deus pode viver e enganar por pouco tempo, mas não se satisfará e não será tocada no clamor mais profundo da sua alma: ‘Mostra-me a sua glória!’”
Portanto, estou persuadido de que a visão de um grande Deus é a chave na vida da igreja, tanto no cuidado pastoral quanto na expansão de todo reino. Nosso povo precisa mais de uma vida permeada da presença transformadora de Deus. É preciso que cada um levante dia a dia sua voz e exalte a supremacia de Deus. A nossa consciência deve despertar diante da santidade Deus. Devemos alimentar a mente com a verdade de Deus, purificar a imaginação através da beleza de Deus, abrir o coração para o amor de Deus, devotar a vontade ao propósito de Deus.
Spurgeon disse a respeito de John Bunyan – “Fure-o em qualquer parte; e você verá que seu sangue é bíblico, a própria essência da Bíblia flui dele. Ele não consegue falar sem citar um texto, pois sua alma está cheia da Palavra de Deus”. Nossa alma também deveria estar cheia da essência da Bíblia. Isto é o que significa estar impregnado do Espírito Santo e da sua Palavra.
“Os nossos olhos precisam se voltar para dentro do nosso coração e verificarmos se ali existe a manifestação da glória de Deus”
Uma pergunta que deve ser feita é – Como sei que Deus é grande e suficiente para mim?
Não podemos negar que toda a nossa compreensão e conhecimento sobre Deus e os seus atos na história, são adquiridos na comunhão dos santos, ou seja, no seio da igreja. O autor de Hebreus faz uma excelente recomendação – “consideremo-nos uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras, não abandonando a nossa congregação, como é costume de alguns, antes admoestando-nos uns aos outros; e tanto mais, quanto vedes que se vai aproximando aquele dia” [Hebreus 10:24-25]. É na igreja que vemos o agir de Deus. Pessoas são salvas e curadas. Famílias são restauradas. Corações são religados através do perdão. Há consolo, esperança e amor. Por isso, devemos investir na vida coletiva. Não há progresso na vida, seja em todas as áreas, se você vive isolado. As Escrituras apontam sempre para a vida comunitária. Precisamos ser sinceros neste momento: será que você consegue orar duas horas por dia? Será que toda a sua compreensão bíblica é o resultado do isolamento do seu quarto? Claro que não. Muitos insistem na vida de oração ou do culto individual, mas isto não é verdade. O meu crescimento não vem do particular, mas do coletivo. Na reunião de oração eu sou coagido ou motivado pelos meus irmãos a oração, a leitura bíblica. Nestes momentos eu aprendo palavras sobre oração. Entendo a seriedade da comunhão com Deus. A sua vida individual é o resultado do culto do domingo. Se o culto foi abençoador, se Deus agiu com poder e graça e houve a manifestação gloriosa de Deus, você terá então estimulo e prazer para orar a semana inteira até o próximo culto. Porque quando estamos reunidos como corpo de Cristo, prestando o culto vivo a Deus, na verdade este momento é especial. Ele toca a igreja visível e a invisível. A visível porque estamos juntos no espaço e no tempo. Estamos juntos e unidos no Espírito de Deus a outros irmãos que estão se reunindo para adorar ao Senhor. A invisível porque também pelo poder do Espírito de Cristo estamos unidos à igreja que já triunfa. Nos unimos com todos os nossos pais na fé. Por isso, para que ocorra um avivamento não pode existir isolamento, individualismo. O avivamento ocorre com toda a igreja e vai além, ele impacta toda a sociedade. Portanto, quero encorajá-los e desafiá-los para uma humilhação diante de Deus. Foi isso que fizeram os homens presbiterianos da Coréia em 1906, durante uma longa e grave crise espiritual na Igreja Coreana. Durante uma semana se reuniram para orar, confessar seus pecados, se reconciliarem uns com os outros e com Deus. Durante aquela semana Deus os atendeu e começou o grande avivamento coreano, provocando milhares e milhares de conversões genuínas meses a fio, e dando início ao crescimento espantoso dos evangélicos na Coréia.
“Aqueles que não querem viver vidas piedosas descobrem, por si mesmos, que não são eleitos; aqueles que querem viver vidas piedosas descobriram, por si mesmos, que são eleitos”
3) E o que acontece na minha vida prática?
Pontuamos a importância de nos aproximarmos de Deus e o impacto da grandeza Dele em nossa vida. Diante disso, o que nos resta é saber de que maneira prática isso funciona na vida. A aplicação deste ensinamento deve fazer parte de todas as áreas da nossa vida.
Atanásio de Alexandria, conhecido como o “Anão Negro”. Os seus tratados teológicos eram as suas orações escritas, e com isso ele derrotou todo movimento herético do século III d.C. E o que dizer de Basílio de Cesaréia conhecido como o fundador do monasticismo oriental. A cidade de Cesaréia entrou num período de crise. Falta de alimentos, fome, crise moral, econômica, política e teológica. Como bispo, ele procurou colocar em prática a vida cristã e chamou toda a comunidade cristã a fazerem o mesmo. Ele dizia que, se cada um tomasse apenas o suficiente e desse o restante aos que estavam precisando, não haveria ricos nem pobres. E atacou fortemente aquelas pessoas que acumulavam riquezas enquanto outras morriam de fome, acusando-as de homicídio, declarando que quem tivesse sapatos e não os calçasse, enquanto outros andavam descalços, não era melhor que um ladrão.
Toda a nossa sistematização da doutrina do Espírito Santo se deve em grande medida a este homem que lutou pela fé cristã.
Consideração: A doença da nossa geração é o abandonado da mente com a prática. A nossa maneira de pensar, ou melhor, o nosso conhecimento deve determinar as nossas ações. Eu não posso pensar em algo e fazer outra coisa. Digo isso no âmbito da razão. Um teólogo e pastor chamado Rodolf Bultmann disse que o ensino, ele estava se referindo a razão do homem, não tem nada haver com o púlpito. Não existe esta dissociação – mente e ação.
Conclusão
Temos todas as ferramentas disponíveis para fazermos a diferença. As minhas ações falam muito mais do que as minhas palavras. Treine e se dedique para que todas as áreas da sua vida sejam norteadas pelos princípios das Sagradas Escrituras. Quando a nossa alma está bem cuidada, todos que estão ao nosso redor são juntamente alimentados do mesmo banquete.
“O prazer em Deus é a única felicidade com o qual nossas almas podem ser satisfeitas”
I Timóteo 4:16 – “Tem cuidado de ti mesmo e do teu ensino; persevera nestas coisas; porque, fazendo isto, te salvarás, tanto a ti mesmo como aos que te ouvem”.
Antes de tudo, eu preciso dar uma atenção especial para o versículo anterior que diz: “Ocupa-te destas coisas, dedica-te inteiramente a elas, para que o teu progresso seja manifesto a todos”.
Paulo exorta e lembra a Timóteo para que ele não se esqueça em minuto algum da importância de meditar em todo ensino que foi ministrado para ele.
A palavra “ocupar/meditar” deve ser entendida num empenho esportivo. Paulo diz para Timóteo “praticar” todas estas coisas. É a idéia de um atleta que treina muito para atingir seus objetivos.
Todo o progresso da alma de Timóteo está nesta ação de praticar todo ensino das Escrituras e se empenhar na vida piedosa – na oração. Aqui quero lembrar a vida do grande pregador Charles H. Spurgeon, ele não trocava a sua imensa biblioteca pela sua sala de oração. Tanto é que quando ele abria a boca muitos diziam que ele tinha cinqüenta anos de idade mesmo tendo dezessete anos. Não existe desenvolvimento na vida cristã se negligenciarmos o nosso momento de quebrantamento.
A recomendação de Paulo é fantástica. Ele faz alusão a vida de um atleta. Existe uma profunda diferença em treinar e tentar.
Treinar é se dedicar. Por mais que haja fracassos, mas a minha fidelidade e a minha vontade de crescer a cada dia e de assemelhar-me a Cristo supera tudo. Transformação espiritual não é questão de empenho, mas de treinamento aliado à sabedoria. É isso que o apóstolo Paulo quer dizer quando encoraja Timóteo com as palavras “exercite-se na piedade” [I Timóteo 4:7].
Um fator de extrema importância que quero destacar – Não podemos ficar sobrecarregados por acharmos que Deus mede seu desempenho espiritual com base em determinadas disciplinas espirituais. Precisamos entender que estamos livres da tentativa de impressionar Deus ou quem quer que seja com nosso comprometimento espiritual. E isso acontece e muito dentro da igreja. Vários irmãos querem sobressair sobre o outro irmão no quesito espiritualidade. O verdadeiro crente espiritual não diz e nem faz propaganda da sua vida com Deus, os seus atos demonstrarão que ele está na fonte certa.
Existem vários livros de oração hoje no mercado. Livros que descrevem passos, métodos e receitas para ter uma vida cristã bem sucedida. Para mim, grande parte para não dizer a maioria destes livros deveriam ser queimados. Existem tantos livros para ler sobre oração que não há tempo se quer para orar e ler a Bíblia. O problema disso tudo é que quando não alcançamos o resultado nos tornamos hipócritas – ah, Deus não me ouve, ou ele está indiferente para comigo – e assim vamos tocar a vida do jeito que está.
Santo Agostinho quando queria ensinar a sua igreja e as paróquias da filiação a orar ele pregava nos Salmos. O Livro de Salmos é melhor do que tudo que já foi produzido sobre oração. É o coração de um homem que se abre diante de Deus. É visível a comunicação direta de Deus em responder os apelos da alma do salmista. O livro de Salmos é a graça de Deus para um homem pecador que deseja ardentemente viver um relacionamento profundo e sincero com Deus. Se você quer aprender a orar leia os Salmos. O interessante é que até o século XVII não havia nenhum livro sobre oração ou como viver uma vida piedosa. Todo esta mudança foi o resultado do ministério de um pastor chamado Charles Finney que deturpou o Evangelho para uma moralidade. O cristão para ser aceito, ele precisaria cumprir uma série de novos mandamentos. O que Finney fez foi criar um novo mandamento para a vida do cristão. A vida do cristão se tornou um estereótipo, não vale mais o que está no coração, mas o exterior tomou o lugar de uma vida regenerada.
“A oração faz o homem parar de pecar, mas o pecado leva o homem a parar de orar” John Bunyan
1) Porque devo dirigir-me a Deus em oração?
“Um relacionamento de amor com Deus é mais importante do que qualquer outro fator em sua vida ”
Deus é o único suficientemente capaz de nos satisfazer e preencher o nosso vazio existencial.
A nossa sociedade deturpou a definição de satisfação. A definição que nos é passada está ligada aos bens materiais e momentâneos – tenha, seja e conquiste. A satisfação que as Escrituras nos apresentam não é um estado temporário, mas uma eternidade. Não é possuir, mas ser possuído pelo sumo bem. Não é uma conquista, mas uma dádiva.
A nossa busca desenfreada precisa ser concertada e redirecionada para o foco certo. Precisamos voltar ao manancial de águas vivas. Precisamos voltar para fonte que emana toda vida.
Enfatizo esta volta, porque ela significa a nossa extrema valorização pela glória de Deus. Todo pecado resulta de não darmos valor supremo à glória de Deus – essa é a própria essência do pecado. Quando valorizamos outras fontes de vida, o que estamos afirmando é que Deus não nos basta, que ele não é suficiente.
“Ó Senhor, tu nos criastes para ti e nossos corações não descansarão até encontrar descanso em ti”
Os nossos pecados e a nossa distorção visual nos levam para outra fonte. A preguiça parece desejar apenas a tranqüilidade e o nosso descanso, mas que repouso seguro existe fora de Deus? A luxúria quer ser chamada de saciedade e abundancia, mas somente Deus é a plenitude. Ele é a fonte da suavidade inesgotável e incorruptível. Salmo 16:11 – “Tu me farás conhecer a vereda da vida, a alegria plena da tua presença, eterno prazer à tua direita”. A avareza quer possuir muito, mas Deus é rico e possuidor de todas as coisas. A inveja pleiteia a primazia, mas quem é mais excelente do que o próprio Deus? A cólera procura a vingança, mas qual é a vingança mais justa e perfeita senão a de Deus? Quando cometemos estas inversões de valores cometemos um crime. Jeremias 2:13 – “O meu povo cometeu dois crimes: eles me abandonaram, a mim, a fonte de água viva, e cavaram as suas próprias cisternas, cisternas rachadas que não tem água ”.
O que esta passagem nos diz, é que Deus é a nossa única fonte de vida. Quando alguém está sedento e bebe da sua água, ele reanima-se. Qual a fonte que te irrigará? Qual é a fonte que flui tamanha correnteza de delícias da vida? Quem é a fonte da vida, senão o Cristo? Abandonar esta fonte é o primeiro mal, isto é feito quando o povo de Deus deixa de andar com ele. A nossa mente deve correr para a Escritura e lembrar das palavras de Pedro – João 6:68 “(...)Senhor, para quem iremos? Tu tens as palavras de vida eterna”.
Santo Agostinho nas suas confissões ele expressa a seguinte afirmação – “Tenho dentro de mim uma fome de alimento interior – fome de ti, ó meu Deus”.
Deus é mais doce do que qualquer prazer. Blase Pascal disse: “O homem tem um profundo vazio que somente Deus pode preenché-lo”. Fazemos aquilo que o filho pródigo fez. Temos um intenso desejo pela comida dos porcos e nos esquecemos da casa de nosso Pai. Lembre-se: podemos fazer alfarrobas até de nossas formas de cristianismo. O nosso problema reside na nossa facilidade de satisfazer-nos com coisas fúteis.
“Sem este espírito de oração e submissão as Escrituras, não podemos manter a seriedade e a vida que gravitam nos arredores do trono da graça de Deus”
2) O que acontece comigo quando tenho um pequeno desvelar da grandeza de Deus?
“Pessoas estão morrendo famintas da grandeza de Deus, mas muitas delas não fariam este diagnóstico de suas vidas perturbadas. A majestade de Deus é uma cura desconhecida. Há prescrições muito mais populares no mercado, mas o benefício de qualquer outro remédio é sumário e pouco profundo. Uma vida que não contém a grandeza de Deus pode viver e enganar por pouco tempo, mas não se satisfará e não será tocada no clamor mais profundo da sua alma: ‘Mostra-me a sua glória!’”
Portanto, estou persuadido de que a visão de um grande Deus é a chave na vida da igreja, tanto no cuidado pastoral quanto na expansão de todo reino. Nosso povo precisa mais de uma vida permeada da presença transformadora de Deus. É preciso que cada um levante dia a dia sua voz e exalte a supremacia de Deus. A nossa consciência deve despertar diante da santidade Deus. Devemos alimentar a mente com a verdade de Deus, purificar a imaginação através da beleza de Deus, abrir o coração para o amor de Deus, devotar a vontade ao propósito de Deus.
Spurgeon disse a respeito de John Bunyan – “Fure-o em qualquer parte; e você verá que seu sangue é bíblico, a própria essência da Bíblia flui dele. Ele não consegue falar sem citar um texto, pois sua alma está cheia da Palavra de Deus”. Nossa alma também deveria estar cheia da essência da Bíblia. Isto é o que significa estar impregnado do Espírito Santo e da sua Palavra.
“Os nossos olhos precisam se voltar para dentro do nosso coração e verificarmos se ali existe a manifestação da glória de Deus”
Uma pergunta que deve ser feita é – Como sei que Deus é grande e suficiente para mim?
Não podemos negar que toda a nossa compreensão e conhecimento sobre Deus e os seus atos na história, são adquiridos na comunhão dos santos, ou seja, no seio da igreja. O autor de Hebreus faz uma excelente recomendação – “consideremo-nos uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras, não abandonando a nossa congregação, como é costume de alguns, antes admoestando-nos uns aos outros; e tanto mais, quanto vedes que se vai aproximando aquele dia” [Hebreus 10:24-25]. É na igreja que vemos o agir de Deus. Pessoas são salvas e curadas. Famílias são restauradas. Corações são religados através do perdão. Há consolo, esperança e amor. Por isso, devemos investir na vida coletiva. Não há progresso na vida, seja em todas as áreas, se você vive isolado. As Escrituras apontam sempre para a vida comunitária. Precisamos ser sinceros neste momento: será que você consegue orar duas horas por dia? Será que toda a sua compreensão bíblica é o resultado do isolamento do seu quarto? Claro que não. Muitos insistem na vida de oração ou do culto individual, mas isto não é verdade. O meu crescimento não vem do particular, mas do coletivo. Na reunião de oração eu sou coagido ou motivado pelos meus irmãos a oração, a leitura bíblica. Nestes momentos eu aprendo palavras sobre oração. Entendo a seriedade da comunhão com Deus. A sua vida individual é o resultado do culto do domingo. Se o culto foi abençoador, se Deus agiu com poder e graça e houve a manifestação gloriosa de Deus, você terá então estimulo e prazer para orar a semana inteira até o próximo culto. Porque quando estamos reunidos como corpo de Cristo, prestando o culto vivo a Deus, na verdade este momento é especial. Ele toca a igreja visível e a invisível. A visível porque estamos juntos no espaço e no tempo. Estamos juntos e unidos no Espírito de Deus a outros irmãos que estão se reunindo para adorar ao Senhor. A invisível porque também pelo poder do Espírito de Cristo estamos unidos à igreja que já triunfa. Nos unimos com todos os nossos pais na fé. Por isso, para que ocorra um avivamento não pode existir isolamento, individualismo. O avivamento ocorre com toda a igreja e vai além, ele impacta toda a sociedade. Portanto, quero encorajá-los e desafiá-los para uma humilhação diante de Deus. Foi isso que fizeram os homens presbiterianos da Coréia em 1906, durante uma longa e grave crise espiritual na Igreja Coreana. Durante uma semana se reuniram para orar, confessar seus pecados, se reconciliarem uns com os outros e com Deus. Durante aquela semana Deus os atendeu e começou o grande avivamento coreano, provocando milhares e milhares de conversões genuínas meses a fio, e dando início ao crescimento espantoso dos evangélicos na Coréia.
“Aqueles que não querem viver vidas piedosas descobrem, por si mesmos, que não são eleitos; aqueles que querem viver vidas piedosas descobriram, por si mesmos, que são eleitos”
3) E o que acontece na minha vida prática?
Pontuamos a importância de nos aproximarmos de Deus e o impacto da grandeza Dele em nossa vida. Diante disso, o que nos resta é saber de que maneira prática isso funciona na vida. A aplicação deste ensinamento deve fazer parte de todas as áreas da nossa vida.
Atanásio de Alexandria, conhecido como o “Anão Negro”. Os seus tratados teológicos eram as suas orações escritas, e com isso ele derrotou todo movimento herético do século III d.C. E o que dizer de Basílio de Cesaréia conhecido como o fundador do monasticismo oriental. A cidade de Cesaréia entrou num período de crise. Falta de alimentos, fome, crise moral, econômica, política e teológica. Como bispo, ele procurou colocar em prática a vida cristã e chamou toda a comunidade cristã a fazerem o mesmo. Ele dizia que, se cada um tomasse apenas o suficiente e desse o restante aos que estavam precisando, não haveria ricos nem pobres. E atacou fortemente aquelas pessoas que acumulavam riquezas enquanto outras morriam de fome, acusando-as de homicídio, declarando que quem tivesse sapatos e não os calçasse, enquanto outros andavam descalços, não era melhor que um ladrão.
Toda a nossa sistematização da doutrina do Espírito Santo se deve em grande medida a este homem que lutou pela fé cristã.
Consideração: A doença da nossa geração é o abandonado da mente com a prática. A nossa maneira de pensar, ou melhor, o nosso conhecimento deve determinar as nossas ações. Eu não posso pensar em algo e fazer outra coisa. Digo isso no âmbito da razão. Um teólogo e pastor chamado Rodolf Bultmann disse que o ensino, ele estava se referindo a razão do homem, não tem nada haver com o púlpito. Não existe esta dissociação – mente e ação.
Conclusão
Temos todas as ferramentas disponíveis para fazermos a diferença. As minhas ações falam muito mais do que as minhas palavras. Treine e se dedique para que todas as áreas da sua vida sejam norteadas pelos princípios das Sagradas Escrituras. Quando a nossa alma está bem cuidada, todos que estão ao nosso redor são juntamente alimentados do mesmo banquete.
“O prazer em Deus é a única felicidade com o qual nossas almas podem ser satisfeitas”
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
SEGUNDO O CORAÇÃO DE DEUS
Hebreus 13.7-17
Tema Específico: O coração do crente.
Afirmação Teológica:
Uma das maiores verdades deste texto bíblico é a seguinte:
O CRISTÃO VERDADEIRO TEM UM CORAÇÃO DE OURO.
- Seu coração tem qualidades especiais. Seu coração é...
1. UM CORAÇÃO FIRMADO NA PALAVRA DE DEUS – vs 7-9.
Seu coração não fica oscilando de um lado para outro.
è Ele se lembra do exemplo e imita a fé dos primeiros cristãos – vs 7.
è Ele crê que Jesus Cristo é o mesmo (e, é claro, sua doutrina também não muda).
è Ele não se deixa envolver com doutrinas várias e estranhas.
è Ele sabe que o que vale é o coração estar confirmado com graça (e não com alimentos).
2. UM CORAÇÃO PREOCUPADO COM O CÉU – vs 14.
Seu coração sabe que aqui não há cidade permanente para os crentes.
è Ele marcha em direção à cidade que há de vir.
3. UM CORAÇÃO QUE FAZ SACRIFÍCIOS QUE AGRADAM A DEUS – vs 15-16.
Seu coração quer agradar a Deus...
è Com sacrifícios de louvor (que é o fruto de lábios que confessam o seu nome).
è Com sacrifícios de boas obras.
è Com sacrifícios de mútua cooperação.
4. UM CORAÇÃO QUE RESPEITA SEUS PASTORES – vs 17.
Seu coração é respeitoso.
è Ele obediência seus pastores.
è Ele é submisso aos seus pastores.
CONCLUSÃO
Por ter um coração firmado na Palavra de Deus, que está preocupado com o céu, faz sacrifícios que agradam a Deus e respeita seus pastores, podemos dizer que verdadeiramente o cristão tem um coração de ouro.
Hebreus 13.7-17
Tema Específico: O coração do crente.
Afirmação Teológica:
Uma das maiores verdades deste texto bíblico é a seguinte:
O CRISTÃO VERDADEIRO TEM UM CORAÇÃO DE OURO.
- Seu coração tem qualidades especiais. Seu coração é...
1. UM CORAÇÃO FIRMADO NA PALAVRA DE DEUS – vs 7-9.
Seu coração não fica oscilando de um lado para outro.
è Ele se lembra do exemplo e imita a fé dos primeiros cristãos – vs 7.
è Ele crê que Jesus Cristo é o mesmo (e, é claro, sua doutrina também não muda).
è Ele não se deixa envolver com doutrinas várias e estranhas.
è Ele sabe que o que vale é o coração estar confirmado com graça (e não com alimentos).
2. UM CORAÇÃO PREOCUPADO COM O CÉU – vs 14.
Seu coração sabe que aqui não há cidade permanente para os crentes.
è Ele marcha em direção à cidade que há de vir.
3. UM CORAÇÃO QUE FAZ SACRIFÍCIOS QUE AGRADAM A DEUS – vs 15-16.
Seu coração quer agradar a Deus...
è Com sacrifícios de louvor (que é o fruto de lábios que confessam o seu nome).
è Com sacrifícios de boas obras.
è Com sacrifícios de mútua cooperação.
4. UM CORAÇÃO QUE RESPEITA SEUS PASTORES – vs 17.
Seu coração é respeitoso.
è Ele obediência seus pastores.
è Ele é submisso aos seus pastores.
CONCLUSÃO
Por ter um coração firmado na Palavra de Deus, que está preocupado com o céu, faz sacrifícios que agradam a Deus e respeita seus pastores, podemos dizer que verdadeiramente o cristão tem um coração de ouro.
QUANDO BUSCAMOS CRESCIMENTO ESPIRITUAL
DEUS ENTRA COM PROVIDÊNCIAS.
1. QUANDO BUSCAMOS CRESCIMENTO ESPIRITUAL, ELE NOS FAZ VER QUE É PRECISO EXPANDIR - vs. 1.
O cristão e a igreja que estão buscando crescimento espiritual sentem que não devem nem podem se acomodar, pois o nosso espaço sempre será pequeno.
A Bíblia nos ensina em Isaías 54.2-3: "Amplia o lugar da tua tenda, e estendam-se as cortinas das tuas habitações; não o impeças; alonga as tuas cordas, e fixa bem as tuas estacas. Porque transbordarás para a direita e para a esquerda".
2. QUANDO BUSCAMOS CRESCIMENTO ESPIRITUAL, ELE DÁ A DIREÇÃO - v. 2.
Alguns cristãos pensam que hoje em dia Deus não mais dá a direção particular às igrejas ou aos cristãos; que Ele não mais nos diz o que deve ser feito.
Quantos não estão enganados achando que devem trilhar caminhos próprios sem depender exclusivamente de Deus. Tornam-se auto-suficientes profissionais e acabam se esquecendo o que a Bíblia diz em João 3.27 e Tiago 1.17 (por exemplo).
3. QUANDO BUSCAMOS CRESCIMENTO, ELE PREPARA UM INSTRUTOR - vs. 3.
Moisés instruiu Josué; Elias instruiu Eliseu; Paulo instruiu Timóteo; Jesus instruiu os discípulos.
4. QUANDO BUSCAMOS CRESCIMENTO ESPIRITUAL, ELE NOS LEVA À DIMENSÃO DOS MILAGRES - v. 6.
Para o aprendiz de profeta que derrubou o ferro do machado na água, ali era o fim de seu ministério profético, entretanto, para Deus ali começava uma vida de milagre. O ponto final do homem é o ponto de partida de Deus.
CONCLUSÃO:
Se buscarmos crescimento espiritual, Deus mostrará que é preciso expandir (pois o espaço pequeno); Ele nos dará a direção do que deve ser feito e, se isso não bastasse, Ele nos preparará um instrutor e nos levará a uma vida onde milagres acontecem.
DEUS ENTRA COM PROVIDÊNCIAS.
1. QUANDO BUSCAMOS CRESCIMENTO ESPIRITUAL, ELE NOS FAZ VER QUE É PRECISO EXPANDIR - vs. 1.
O cristão e a igreja que estão buscando crescimento espiritual sentem que não devem nem podem se acomodar, pois o nosso espaço sempre será pequeno.
A Bíblia nos ensina em Isaías 54.2-3: "Amplia o lugar da tua tenda, e estendam-se as cortinas das tuas habitações; não o impeças; alonga as tuas cordas, e fixa bem as tuas estacas. Porque transbordarás para a direita e para a esquerda".
2. QUANDO BUSCAMOS CRESCIMENTO ESPIRITUAL, ELE DÁ A DIREÇÃO - v. 2.
Alguns cristãos pensam que hoje em dia Deus não mais dá a direção particular às igrejas ou aos cristãos; que Ele não mais nos diz o que deve ser feito.
Quantos não estão enganados achando que devem trilhar caminhos próprios sem depender exclusivamente de Deus. Tornam-se auto-suficientes profissionais e acabam se esquecendo o que a Bíblia diz em João 3.27 e Tiago 1.17 (por exemplo).
3. QUANDO BUSCAMOS CRESCIMENTO, ELE PREPARA UM INSTRUTOR - vs. 3.
Moisés instruiu Josué; Elias instruiu Eliseu; Paulo instruiu Timóteo; Jesus instruiu os discípulos.
4. QUANDO BUSCAMOS CRESCIMENTO ESPIRITUAL, ELE NOS LEVA À DIMENSÃO DOS MILAGRES - v. 6.
Para o aprendiz de profeta que derrubou o ferro do machado na água, ali era o fim de seu ministério profético, entretanto, para Deus ali começava uma vida de milagre. O ponto final do homem é o ponto de partida de Deus.
CONCLUSÃO:
Se buscarmos crescimento espiritual, Deus mostrará que é preciso expandir (pois o espaço pequeno); Ele nos dará a direção do que deve ser feito e, se isso não bastasse, Ele nos preparará um instrutor e nos levará a uma vida onde milagres acontecem.
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
O SAL DA TERRA
Mateus 5.13
Tema Específico: Os efeitos da presença dos cristãos.
SOMENTE OS CRISTÃOS VERDADEIROS SÃO
CONSIDERADOS POR DEUS O SAL DA TERRA.
Não basta uma pessoa querer ser "sal", ou pensar e dizer que é "sal".
O sal verdadeiro é inconfundível, devido às suas QUALIDADES:
1. SUA CAPACIDADE DE CONSERVAR
O sal foi o primeiro conservante utilizado pela humanidade.
Todo cristão verdadeiro é um CONSERVADOR.
Ele crê na Bíblia e condena todas as formas de pecado que ela denuncia, não importando se a sociedade o considera politicamente incorreto, retrógrado, careta ou coisas semelhantes.
Ele repudia tudo aquilo o que a Bíblia denuncia, coisas tais como o adultério, a fornicação, a pornografia, as piadas indecentes, o homossexualismo, o ódio, a fofoca, etc.
2. SUA FACILIDADE EM DAR SABOR
Uma das grandes busca do ser humano é por sabor. Sabor na vida, na existência. E, nesta sua busca por sabor, enganado e iludido pelo Diabo, ele acaba experimentando vários "sabores" estragados, contaminados, venenosos.
Todo cristão verdadeiro tem o SABOR DE CRISTO e é capaz de dar um tempero especial à vida das pessoas ao seu redor.
3. SEU VALOR INTRÍNSECO
Não é à tôa que a palavra "salário" vem de sal, pois, nos tempos de Jesus, o sal era tão valioso que era usado como moeda.
Todo cristão verdadeiro tem VALOR INTRÍNSECO, pois o Espírito Santo de Deus produz em seu íntimo uma série de qualidades inigualáveis, conforme nos relata Gálatas 5.22:
- Amor
- Alegria
- Paz
- Longanimidade
- Benignidade
- Bondade
- Fidelidade
- Mansidão
- Domínio próprio
Conclusão:
Se algum cristão não é Conservador, não é capaz da dar sabor à vida das pessoas ao seu redor nem tem valor intrínseco, NÃO É CRISTÃO.
O cristão verdadeiro, aquele que um dia se arrependeu de seus pecados e abriu seu coração para Jesus, este, sim, tem estas qualidades e é considerado por Deus (e também pelos homens) o SAL DA TERRA!
Mateus 5.13
Tema Específico: Os efeitos da presença dos cristãos.
SOMENTE OS CRISTÃOS VERDADEIROS SÃO
CONSIDERADOS POR DEUS O SAL DA TERRA.
Não basta uma pessoa querer ser "sal", ou pensar e dizer que é "sal".
O sal verdadeiro é inconfundível, devido às suas QUALIDADES:
1. SUA CAPACIDADE DE CONSERVAR
O sal foi o primeiro conservante utilizado pela humanidade.
Todo cristão verdadeiro é um CONSERVADOR.
Ele crê na Bíblia e condena todas as formas de pecado que ela denuncia, não importando se a sociedade o considera politicamente incorreto, retrógrado, careta ou coisas semelhantes.
Ele repudia tudo aquilo o que a Bíblia denuncia, coisas tais como o adultério, a fornicação, a pornografia, as piadas indecentes, o homossexualismo, o ódio, a fofoca, etc.
2. SUA FACILIDADE EM DAR SABOR
Uma das grandes busca do ser humano é por sabor. Sabor na vida, na existência. E, nesta sua busca por sabor, enganado e iludido pelo Diabo, ele acaba experimentando vários "sabores" estragados, contaminados, venenosos.
Todo cristão verdadeiro tem o SABOR DE CRISTO e é capaz de dar um tempero especial à vida das pessoas ao seu redor.
3. SEU VALOR INTRÍNSECO
Não é à tôa que a palavra "salário" vem de sal, pois, nos tempos de Jesus, o sal era tão valioso que era usado como moeda.
Todo cristão verdadeiro tem VALOR INTRÍNSECO, pois o Espírito Santo de Deus produz em seu íntimo uma série de qualidades inigualáveis, conforme nos relata Gálatas 5.22:
- Amor
- Alegria
- Paz
- Longanimidade
- Benignidade
- Bondade
- Fidelidade
- Mansidão
- Domínio próprio
Conclusão:
Se algum cristão não é Conservador, não é capaz da dar sabor à vida das pessoas ao seu redor nem tem valor intrínseco, NÃO É CRISTÃO.
O cristão verdadeiro, aquele que um dia se arrependeu de seus pecados e abriu seu coração para Jesus, este, sim, tem estas qualidades e é considerado por Deus (e também pelos homens) o SAL DA TERRA!
SEGUNDO O CORAÇÃO DE DEUS
Hebreus 13.7-17
Tema Específico: O coração do crente.
Afirmação Teológica:
Uma das maiores verdades deste texto bíblico é a seguinte:
O CRISTÃO VERDADEIRO TEM UM CORAÇÃO DE OURO.
- Seu coração tem qualidades especiais. Seu coração é...
1. UM CORAÇÃO FIRMADO NA PALAVRA DE DEUS – vs 7-9.
Seu coração não fica oscilando de um lado para outro.
è Ele se lembra do exemplo e imita a fé dos primeiros cristãos – vs 7.
è Ele crê que Jesus Cristo é o mesmo (e, é claro, sua doutrina também não muda).
è Ele não se deixa envolver com doutrinas várias e estranhas.
è Ele sabe que o que vale é o coração estar confirmado com graça (e não com alimentos).
2. UM CORAÇÃO PREOCUPADO COM O CÉU – vs 14.
Seu coração sabe que aqui não há cidade permanente para os crentes.
è Ele marcha em direção à cidade que há de vir.
3. UM CORAÇÃO QUE FAZ SACRIFÍCIOS QUE AGRADAM A DEUS – vs 15-16.
Seu coração quer agradar a Deus...
è Com sacrifícios de louvor (que é o fruto de lábios que confessam o seu nome).
è Com sacrifícios de boas obras.
è Com sacrifícios de mútua cooperação.
4. UM CORAÇÃO QUE RESPEITA SEUS PASTORES – vs 17.
Seu coração é respeitoso.
è Ele obediência seus pastores.
è Ele é submisso aos seus pastores.
CONCLUSÃO
Por ter um coração firmado na Palavra de Deus, que está preocupado com o céu, faz sacrifícios que agradam a Deus e respeita seus pastores, podemos dizer que verdadeiramente o cristão tem um coração de ouro.
Hebreus 13.7-17
Tema Específico: O coração do crente.
Afirmação Teológica:
Uma das maiores verdades deste texto bíblico é a seguinte:
O CRISTÃO VERDADEIRO TEM UM CORAÇÃO DE OURO.
- Seu coração tem qualidades especiais. Seu coração é...
1. UM CORAÇÃO FIRMADO NA PALAVRA DE DEUS – vs 7-9.
Seu coração não fica oscilando de um lado para outro.
è Ele se lembra do exemplo e imita a fé dos primeiros cristãos – vs 7.
è Ele crê que Jesus Cristo é o mesmo (e, é claro, sua doutrina também não muda).
è Ele não se deixa envolver com doutrinas várias e estranhas.
è Ele sabe que o que vale é o coração estar confirmado com graça (e não com alimentos).
2. UM CORAÇÃO PREOCUPADO COM O CÉU – vs 14.
Seu coração sabe que aqui não há cidade permanente para os crentes.
è Ele marcha em direção à cidade que há de vir.
3. UM CORAÇÃO QUE FAZ SACRIFÍCIOS QUE AGRADAM A DEUS – vs 15-16.
Seu coração quer agradar a Deus...
è Com sacrifícios de louvor (que é o fruto de lábios que confessam o seu nome).
è Com sacrifícios de boas obras.
è Com sacrifícios de mútua cooperação.
4. UM CORAÇÃO QUE RESPEITA SEUS PASTORES – vs 17.
Seu coração é respeitoso.
è Ele obediência seus pastores.
è Ele é submisso aos seus pastores.
CONCLUSÃO
Por ter um coração firmado na Palavra de Deus, que está preocupado com o céu, faz sacrifícios que agradam a Deus e respeita seus pastores, podemos dizer que verdadeiramente o cristão tem um coração de ouro.
O TEU DEUS... ELE TE LIVRARÁ
Daniel 6
Tema Específico: Os efeitos da fidelidade.
O CRENTE FIEL DESPERTA NAS PESSOAS AO SEU REDOR
UMA GENUÍNA ESPERANÇA EM DEUS.
O rei Dario esperava salvar seu amigo (vs 14), mas, não conseguiu. Foi a fidelidade de Daniel que despertou em seu coração uma genuína esperança em Deus (vs 16), quando todas as suas esperanças se revelaram falsas esperanças:
1) ERA FALSA A SUA ESPERANÇA EM SEU PODER PESSOAL
Ele era o homem mais poderoso do mundo em sua época, no entanto, nem mesmo seu imenso poder foi capaz de salvar seu amigo.
Querer é poder?
2) ERA FALSA A SUA ESPERANÇA NO PODER DO TEMPO
O rei tentou ganhar tempo, mas o tempo não foi capaz de salvar seu amigo.
Tudo se resolve com o tempo?
3) ERA FALSA A SUA ESPERANÇA NO PODER DO SISTEMA
Ele tentou "mexer os pauzinhos", tentou usar o sistema que ele mesmo havia criado e sustentava, mas nem o sistema ou as "brechas do sistema" puderam salvar seu amigo.
Podemos confiar cegamente em nossos sistemas (financeiro, social, filosófico, pessoal, etc.)?
Após todas estas decepções, o rei diz para o seu amigo: "Daniel, meu amigo, eu não posso te salvar, mas tenho certeza que o teu Deus te livrará"
CONCLUSÃO
Quando morrem as falsas esperanças, as pessoas que vivem ao redor dos crentes fiéis aprendem a colocar a sua esperança em Deus.
Daniel 6
Tema Específico: Os efeitos da fidelidade.
O CRENTE FIEL DESPERTA NAS PESSOAS AO SEU REDOR
UMA GENUÍNA ESPERANÇA EM DEUS.
O rei Dario esperava salvar seu amigo (vs 14), mas, não conseguiu. Foi a fidelidade de Daniel que despertou em seu coração uma genuína esperança em Deus (vs 16), quando todas as suas esperanças se revelaram falsas esperanças:
1) ERA FALSA A SUA ESPERANÇA EM SEU PODER PESSOAL
Ele era o homem mais poderoso do mundo em sua época, no entanto, nem mesmo seu imenso poder foi capaz de salvar seu amigo.
Querer é poder?
2) ERA FALSA A SUA ESPERANÇA NO PODER DO TEMPO
O rei tentou ganhar tempo, mas o tempo não foi capaz de salvar seu amigo.
Tudo se resolve com o tempo?
3) ERA FALSA A SUA ESPERANÇA NO PODER DO SISTEMA
Ele tentou "mexer os pauzinhos", tentou usar o sistema que ele mesmo havia criado e sustentava, mas nem o sistema ou as "brechas do sistema" puderam salvar seu amigo.
Podemos confiar cegamente em nossos sistemas (financeiro, social, filosófico, pessoal, etc.)?
Após todas estas decepções, o rei diz para o seu amigo: "Daniel, meu amigo, eu não posso te salvar, mas tenho certeza que o teu Deus te livrará"
CONCLUSÃO
Quando morrem as falsas esperanças, as pessoas que vivem ao redor dos crentes fiéis aprendem a colocar a sua esperança em Deus.
DEUS PROCURA HOMENS QUE...
SEJAM VALOROSOS, COMO GIDEÃO
Então, o Anjo do SENHOR veio e assentou-se debaixo do carvalho que está em Ofra, que pertencia a Joás, abiezrita; e Gideão, seu filho, estava malhando o trigo no lagar, para o salvar dos midianitas. - Então, o Anjo do SENHOR lhe apareceu e lhe disse: O SENHOR é contigo, varão valoroso.
Juízes 6. 11 e 12 (arc)
Certamente, o “SENHOR” (v. 14), e o “anjo do SENHOR” (v. 12), são a mesma pessoa neste caso aqui. Os teólogos chamam essa forma de manifestação divina, de “teofania”, i.e., uma manifestação de Deus em forma física.
Todos que, como Gideão, procuram com toda dedicação servir a Deus, terão a presença atuante, dinâmica, de Deus com eles. Aos crentes do NT, o próprio Senhor Jesus fez esta promessa (Mt. 28. 19, 20). (bep)
SEJAM HUMILDES, COMO MOISÉS
Vá, pois, agora; eu o envio ao faraó para tirar do Egito o meu povo, os israelitas. - Moisés, porém, respondeu a Deus: “Quem sou eu para apresentar-me ao faraó e tirar os israelitas do Egito?” - Deus afirmou: “Eu estarei com você. Esta é a prova de que sou eu quem o envia: quando você tirar o meu povo do Egito, vocês prestarão culto a Deus neste monte”.
Ê xodo 3. 10 a 12 (nvi)
Moisés não era apenas Moisés; ele era o Moisés em quem Deus estava cumprindo o Seu propósito. Esse é um segredo universal de homens verdadeiramente grandes. Eles são capacitados mediante a presença e o poder divino. O projeto era de Deus, e não de Moisés. Moisés seria apenas um instrumento. Naturalmente, suas habilidades naturais e seu conhecimento seriam usados no plano. Ele não seria apenas uma marionete. (ati)
ANDEM SEGUNDO O CORAÇÃO DE DEUS, COMO DAVI
“ ...O SENHOR não vê como o homem: o homem vê a aparência, mas o SENHOR vê o coração”. - ...Então o SENHOR disse a Samuel: “É este! Levante-se e unja-o”. - Samuel apanhou o chifre cheio de óleo e o ungiu na presença de seus irmãos, e, a partir daquele dia, o Espírito do SENHOR apoderou-se de Davi. E Samuel voltou para Ramá.
I Samuel 16. 7b, 12b e 13 (nvi)
“...o Senhor vê o coração...” O homem vê a aparência de uma pessoa ou coisa, e assim faz julgamentos precipitados. Mas Deus vê a realidade do homem ou coisa, e faz um juízo verdadeiro. É freqüentemente verdadeiro que as aparências enganam. Os homens são facilmente enganados e atos tolos ocorrem por causa de decepções. (ati)
“...levante-se e unja-o....” Já em tenra idade, Davi cultivava um coração voltado para Deus como seu pastor espiritual (ver Sl. 23). O fiel coração de Davi diante de Deus (v.7) foi a razão da sua escolha, por Deus, para ser o próximo rei de Israel. (bep)
“...o Espírito do Senhor apoderou-se de Davi...” 1) – Multiplicou-se a capacidade de Davi (17. 33-37); 2) – Aumentou-se-lhe a inteligência e a perspicácia (18. 5; ver 17. 34-36 e 49-50). (bs)
“O efeito da descida do Espírito do Senhor sobre Davi foi que o jovem pastor cresceu para tornar-se um herói, um estadista, um erudito, um sábio, um rei de profunda visão” (Ellicott, in loc.). (ati)
PREGUEM E SOFRAM PELO NOME DE JESUS, COMO PAULO
Mas o Senhor disse a Ananias: “Vá! Este homem é meu instrumento escolhido para levar o meu nome perante os gentios e seus reis, e perante o povo de Israel. - Mostrarei a ele o quanto deve sofrer pelo meu nome”. - Então Ananias foi, entrou na casa, pôs as mãos sobre Saulo e disse: “Irmão Saulo, o Senhor Jesus, que lhe apareceu no caminho por onde você vinha, enviou-me para que você volte a ver e seja cheio do Espírito Santo”.
Atos 9. 15 a 17 (nvi)
“...instrumento escolhido...” “Um vaso escolhido, selecionado. O genitivo de qualidade é muito comum no idioma hebraico, como também no grego “koiné” vernáculo. O Senhor Jesus escolheu a Saulo, antes deste ter escolhido ao Senhor Jesus. E o próprio Paulo, já apóstolo, sentia ser um vaso de barro (ver II Cor. 4. 7), indigno de encerrar tão grande tesouro. (nti)
“...sofrer pelo meu nome...” A conversão de Paulo incluiu não somente uma ordem para pregar o evangelho, mas também uma chamada para sofrer por amor a Cristo. Paulo foi informado desde o início que ele sofreria muito pela causa de Cristo. No reino de Cristo, sofrer por amor a Ele é um sinal do mais alto favor de Deus (14. 22; Mt. 5. 11, 12; Rm. 8. 17; II Tm. 2. 3). A morte precisa atuar no crente para que a vida de Deus flua dele para os outros (Rm. 8. 17, 18, 36, 37; II Co. 4. 10-12). (bep)
“...cheio do Espírito Santo...” Três dias depois da sua conversão, Paulo recebeu a plenitude do Espírito Santo. A experiência de Paulo forma um paralelo com a dos discípulos no dia de Pentecoste. Primeiro, a sua experiência do novo nascimento; a salvação (ver vv. 3-19 nota; depois ser “cheio do Espírito Santo” (v. 17). (bep)
SEJAM OBEDIENTES, COMO ABRAÃO
Pela fé, ofereceu Abraão a Isaque, quando foi provado, sim, aquele que recebera as promessas ofereceu o seu unigênito. - Sendo-lhe dito: Em Isaque será chamada a tua descendência, considerou que Deus era poderoso para até dos mortos o ressuscitar.
Hebreus 11. 17 e 18 (arc)
A fé e a obediência são inseparáveis entre si, assim como também são inseparáveis a incredulidade e a desobediência. (bep)
A obediência de Abraão certamente sacrificaria todo o seu bem-estar. Não fora Deus a fazer a intervenção, o plano teria sido executado. A literatura judaica alude a esse acontecimento como o último e mais severo dos dez testes apresentados a Abraão. (Ver Pirke Aboth 5:4). A fé foi o fator que levou à vitória, nos nove primeiros testes, menos severos; e também foi o fator para obtenção da vitória no teste mais severo de todos; a fé conferiu a Abraão seu melhor momento de obediência. (nti)
TENHAM FÉ, COMO NOÉ
Pela fé Noé, quando avisado a respeito de coisas que ainda não se viam, movido por santo temor, construiu uma arca para salvar sua família. Por meio da fé ele condenou o mundo e tornou-se herdeiro da justiça que é segundo a fé.
Hebreus 11. 7 (nvi)
A fé impulsiona diferentes pessoas para diferentes coisas. Noé construiu uma arca e escapou a um horrendo julgamento. A fé nos impelirá a fazer algo que será o cumprimento da vontade de Deus a nosso respeito. Pois nossas missões, que são ímpares para cada um de nós, exigem uma expressão ímpar de fé. Além disso, as responsabilidades individuais, e os diferentes deveres do dia a dia, exigem uma manifestação especial de fé. (nti)
O NT também declara que Noé não somente era justo, como também pregador da justiça (2 Pe. 2.5). Nisso, ele é exemplo do que os pregadores devem ser. (bep)
SEJAM ÍNTEGROS, COMO JÓ
Havia um homem na terra de Uz, cujo nome era Jó; e este era homem sincero, reto e temente a Deus; e desviava-se do mal. Jó 1.1. (arc)
Nunca darei razão a vocês! Minha integridade não negarei jamais, até a morte. - Manterei minha retidão, e nunca a deixarei; enquanto eu viver, a minha consciência não me repreenderá.
Jó 27. 5 e 6. (nvi)
1– O temor de Deus e o desviar-se do mal são o fundamento da vida irrepreensível e da retidão de Jó (cf. Pv. 1. 7). “Sincero” refere-se a integridade moral de Jó e à sua sincera dedicação a Deus; “reto” denota retidão nas palavras, nos pensamentos e atos. (2) – Esta declaração da retidão de Jó é reafirmada pelo próprio Deus no versículo 1.8 e em 2.3 onde, claramente, se vê que Deus, pela sua graça, pode redimir os seres humanos caídos, e torná-los genuinamente bons, retos e vitoriosos sobre o pecado.
SEJAM VALOROSOS, COMO GIDEÃO
Então, o Anjo do SENHOR veio e assentou-se debaixo do carvalho que está em Ofra, que pertencia a Joás, abiezrita; e Gideão, seu filho, estava malhando o trigo no lagar, para o salvar dos midianitas. - Então, o Anjo do SENHOR lhe apareceu e lhe disse: O SENHOR é contigo, varão valoroso.
Juízes 6. 11 e 12 (arc)
Certamente, o “SENHOR” (v. 14), e o “anjo do SENHOR” (v. 12), são a mesma pessoa neste caso aqui. Os teólogos chamam essa forma de manifestação divina, de “teofania”, i.e., uma manifestação de Deus em forma física.
Todos que, como Gideão, procuram com toda dedicação servir a Deus, terão a presença atuante, dinâmica, de Deus com eles. Aos crentes do NT, o próprio Senhor Jesus fez esta promessa (Mt. 28. 19, 20). (bep)
SEJAM HUMILDES, COMO MOISÉS
Vá, pois, agora; eu o envio ao faraó para tirar do Egito o meu povo, os israelitas. - Moisés, porém, respondeu a Deus: “Quem sou eu para apresentar-me ao faraó e tirar os israelitas do Egito?” - Deus afirmou: “Eu estarei com você. Esta é a prova de que sou eu quem o envia: quando você tirar o meu povo do Egito, vocês prestarão culto a Deus neste monte”.
Ê xodo 3. 10 a 12 (nvi)
Moisés não era apenas Moisés; ele era o Moisés em quem Deus estava cumprindo o Seu propósito. Esse é um segredo universal de homens verdadeiramente grandes. Eles são capacitados mediante a presença e o poder divino. O projeto era de Deus, e não de Moisés. Moisés seria apenas um instrumento. Naturalmente, suas habilidades naturais e seu conhecimento seriam usados no plano. Ele não seria apenas uma marionete. (ati)
ANDEM SEGUNDO O CORAÇÃO DE DEUS, COMO DAVI
“ ...O SENHOR não vê como o homem: o homem vê a aparência, mas o SENHOR vê o coração”. - ...Então o SENHOR disse a Samuel: “É este! Levante-se e unja-o”. - Samuel apanhou o chifre cheio de óleo e o ungiu na presença de seus irmãos, e, a partir daquele dia, o Espírito do SENHOR apoderou-se de Davi. E Samuel voltou para Ramá.
I Samuel 16. 7b, 12b e 13 (nvi)
“...o Senhor vê o coração...” O homem vê a aparência de uma pessoa ou coisa, e assim faz julgamentos precipitados. Mas Deus vê a realidade do homem ou coisa, e faz um juízo verdadeiro. É freqüentemente verdadeiro que as aparências enganam. Os homens são facilmente enganados e atos tolos ocorrem por causa de decepções. (ati)
“...levante-se e unja-o....” Já em tenra idade, Davi cultivava um coração voltado para Deus como seu pastor espiritual (ver Sl. 23). O fiel coração de Davi diante de Deus (v.7) foi a razão da sua escolha, por Deus, para ser o próximo rei de Israel. (bep)
“...o Espírito do Senhor apoderou-se de Davi...” 1) – Multiplicou-se a capacidade de Davi (17. 33-37); 2) – Aumentou-se-lhe a inteligência e a perspicácia (18. 5; ver 17. 34-36 e 49-50). (bs)
“O efeito da descida do Espírito do Senhor sobre Davi foi que o jovem pastor cresceu para tornar-se um herói, um estadista, um erudito, um sábio, um rei de profunda visão” (Ellicott, in loc.). (ati)
PREGUEM E SOFRAM PELO NOME DE JESUS, COMO PAULO
Mas o Senhor disse a Ananias: “Vá! Este homem é meu instrumento escolhido para levar o meu nome perante os gentios e seus reis, e perante o povo de Israel. - Mostrarei a ele o quanto deve sofrer pelo meu nome”. - Então Ananias foi, entrou na casa, pôs as mãos sobre Saulo e disse: “Irmão Saulo, o Senhor Jesus, que lhe apareceu no caminho por onde você vinha, enviou-me para que você volte a ver e seja cheio do Espírito Santo”.
Atos 9. 15 a 17 (nvi)
“...instrumento escolhido...” “Um vaso escolhido, selecionado. O genitivo de qualidade é muito comum no idioma hebraico, como também no grego “koiné” vernáculo. O Senhor Jesus escolheu a Saulo, antes deste ter escolhido ao Senhor Jesus. E o próprio Paulo, já apóstolo, sentia ser um vaso de barro (ver II Cor. 4. 7), indigno de encerrar tão grande tesouro. (nti)
“...sofrer pelo meu nome...” A conversão de Paulo incluiu não somente uma ordem para pregar o evangelho, mas também uma chamada para sofrer por amor a Cristo. Paulo foi informado desde o início que ele sofreria muito pela causa de Cristo. No reino de Cristo, sofrer por amor a Ele é um sinal do mais alto favor de Deus (14. 22; Mt. 5. 11, 12; Rm. 8. 17; II Tm. 2. 3). A morte precisa atuar no crente para que a vida de Deus flua dele para os outros (Rm. 8. 17, 18, 36, 37; II Co. 4. 10-12). (bep)
“...cheio do Espírito Santo...” Três dias depois da sua conversão, Paulo recebeu a plenitude do Espírito Santo. A experiência de Paulo forma um paralelo com a dos discípulos no dia de Pentecoste. Primeiro, a sua experiência do novo nascimento; a salvação (ver vv. 3-19 nota; depois ser “cheio do Espírito Santo” (v. 17). (bep)
SEJAM OBEDIENTES, COMO ABRAÃO
Pela fé, ofereceu Abraão a Isaque, quando foi provado, sim, aquele que recebera as promessas ofereceu o seu unigênito. - Sendo-lhe dito: Em Isaque será chamada a tua descendência, considerou que Deus era poderoso para até dos mortos o ressuscitar.
Hebreus 11. 17 e 18 (arc)
A fé e a obediência são inseparáveis entre si, assim como também são inseparáveis a incredulidade e a desobediência. (bep)
A obediência de Abraão certamente sacrificaria todo o seu bem-estar. Não fora Deus a fazer a intervenção, o plano teria sido executado. A literatura judaica alude a esse acontecimento como o último e mais severo dos dez testes apresentados a Abraão. (Ver Pirke Aboth 5:4). A fé foi o fator que levou à vitória, nos nove primeiros testes, menos severos; e também foi o fator para obtenção da vitória no teste mais severo de todos; a fé conferiu a Abraão seu melhor momento de obediência. (nti)
TENHAM FÉ, COMO NOÉ
Pela fé Noé, quando avisado a respeito de coisas que ainda não se viam, movido por santo temor, construiu uma arca para salvar sua família. Por meio da fé ele condenou o mundo e tornou-se herdeiro da justiça que é segundo a fé.
Hebreus 11. 7 (nvi)
A fé impulsiona diferentes pessoas para diferentes coisas. Noé construiu uma arca e escapou a um horrendo julgamento. A fé nos impelirá a fazer algo que será o cumprimento da vontade de Deus a nosso respeito. Pois nossas missões, que são ímpares para cada um de nós, exigem uma expressão ímpar de fé. Além disso, as responsabilidades individuais, e os diferentes deveres do dia a dia, exigem uma manifestação especial de fé. (nti)
O NT também declara que Noé não somente era justo, como também pregador da justiça (2 Pe. 2.5). Nisso, ele é exemplo do que os pregadores devem ser. (bep)
SEJAM ÍNTEGROS, COMO JÓ
Havia um homem na terra de Uz, cujo nome era Jó; e este era homem sincero, reto e temente a Deus; e desviava-se do mal. Jó 1.1. (arc)
Nunca darei razão a vocês! Minha integridade não negarei jamais, até a morte. - Manterei minha retidão, e nunca a deixarei; enquanto eu viver, a minha consciência não me repreenderá.
Jó 27. 5 e 6. (nvi)
1– O temor de Deus e o desviar-se do mal são o fundamento da vida irrepreensível e da retidão de Jó (cf. Pv. 1. 7). “Sincero” refere-se a integridade moral de Jó e à sua sincera dedicação a Deus; “reto” denota retidão nas palavras, nos pensamentos e atos. (2) – Esta declaração da retidão de Jó é reafirmada pelo próprio Deus no versículo 1.8 e em 2.3 onde, claramente, se vê que Deus, pela sua graça, pode redimir os seres humanos caídos, e torná-los genuinamente bons, retos e vitoriosos sobre o pecado.
Graús de Fé- Fé Grande
GRAUS de FÉ
1 - GRAUS DE FÉ - 1
Há vários TIPOS de FÉ
Acreditar que Deus EXISTE – o mais baixo
O diabo também acredita mas JÁ está amaldiçoado para sempre
Há uma FÉ – que VENCE o MUNDO
2 - A FÉ QUE VENCE O MUNDO
I João 5: 4 porque todo o que é nascido de Deus vence o mundo; e esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé.
É uma Fé que VENCE PROBLEMAS, DOENÇAS, POBREZA, é um ESTILO de VIDA à MODA de Deus , em oposição ao estilo de vida do mundo que vive de costas para Deus – Funciona, traz RESULTADOS, bênçãos, felicidade, sucesso, …
3 - GRAUS - QUANTIDADES DE FÉ
Fé Zero = Sem Fé.
Fé Pequena = Insuficiente.
Fé Grande = a que produz resultados.
Ser cristão NÃO É SINAL DE TER FÉ.
Servir a Deus com muito zelo e fervor, NÄO
É SINAL DE TER FÉ.
TER FÉ, não consiste somente em CRER QUE DEUS EXISTE.
TER FÉ, consiste em fazer algo mais que crer que Deus existe
FÉ GRANDE
1- É OLHAR para a PALAVRA DE DEUS e não para os problemas.
2- É PENSAR no que a PALAVRA DE DEUS diz em relação ao problema.
3- É FALAR o mesmo que a PALAVRA DE DEUS diz.
4 - CENTURIÃO - Oficial Romano,
Não frequentava a Igreja.
Não servia a Deus.
No entanto, tinha MAIS FÉ que TODOS OS CRISTÃOS.
Mateus 8:5-13 - O CENTURIÄO
Respondeu-lhe Jesus: Eu irei, e o curarei. Senhor, não sou digno de que entres debaixo do meu telhado; mas somente dize uma palavra, e o meu criado há de sarar. ...
Jesus, ouvindo isso, admirou-se, e disse aos que o seguiam: Em verdade vos digo que a ninguém encontrei em Israel - com tamanha fé.
Jesus disse que nunca tinha encontrado ninguém com tanta Fé como ele. Nem mesmo no meio de crentes, se achou alguém com tanta Fé
FÉ GRANDE - é Acreditar –se Deus fala, vai acontecer
O centurião apenas acreditou que ia acontecer tal qual o que Jesus falou, ordenou.
Ele não precisou de sentir nada.
Ele não precisou de ver nada.
FÉ GRANDE – é FALAR
Jesus, a Tua Palavra me basta.
Eu não preciso ver nada.
Eu não preciso sentir nada.
A Tua Palavra me basta.
FÉ GRANDE – é crer que já tem:
1- É OLHAR para a PALAVRA DE DEUS e não para os problemas.
2- É PENSAR no que a PALAVRA DE DEUS diz em relação ao problema.
3- É FALAR o mesmo que a PALAVRA DE DEUS diz.
4 - CENTURIÃO - Oficial Romano,
Não frequentava a Igreja.
Não servia a Deus.
No entanto, tinha MAIS FÉ que TODOS OS CRISTÃOS.
Mateus 8:5-13 - O CENTURIÄO
Respondeu-lhe Jesus: Eu irei, e o curarei. Senhor, não sou digno de que entres debaixo do meu telhado; mas somente diz uma palavra, e o meu criado há de sarar. ...
Jesus, ouvindo isso, admirou-se, e disse aos que o seguiam: Em verdade vos digo que a ninguém encontrei em Israel - com tamanha fé.
Jesus disse que nunca tinha encontrado ninguém com tanta Fé como ele. Nem mesmo
no meio de crentes, se achou alguém com tanta Fé
FÉ GRANDE - é Acreditar –se Deus fala, vai acontecer
O centurião apenas acreditou que ia acontecer tal qual o que Jesus falou, ordenou.
Ele não precisou de sentir nada.
Ele não precisou de ver nada.
FÉ GRANDE – é FALAR
Jesus, a Tua Palavra me basta.
Eu não preciso ver nada.
Eu não preciso sentir nada.
A Tua Palavra me basta.
FÉ GRANDE – é crer que já tem:
“n” Salvações na Igreja, sem ainda ver nada.
“n” Presenças na Igreja, sem ainda ver nada.
“n” Finanças no Negócio, sem ainda ver nada.
O casamento abençoado, sem ainda ver nada. Saúde, sem ainda ver nada.
Prosperidade material, sem ainda ver nada. Fé é olhar para Jesus (versículos Bíblicos) e não para os problemas.
5 - COMO agir diante duma CRISE
É pegar na BÍBLIA, abrir no versículo que contem a SOLUÇÃO ou PROMESSA
É FALAR com DEUS – a TUA PALAVRA me BASTA
Eu sou o que a Bíblia diz que eu sou
Eu não vivo pelas vistas
É FALAR com o diabo – está escrito ..
É LOUVAR a Deus porque JÁ tem ...
1- A GRANDE PESCA
Quando Deus quer FAZER um MILAGRE na sua vida - Ele manda você fazer alguma coisa
Ele manda você Semear na vida dos outros – em 1º lugar
Ele então, fará um MILAGRE
Lucas 5:1-6
Pedro era um pescador profissional – Jesus pediu-lhe o barco emprestado para pregar a Palavra Jesus no final quis recompensar Pedro.
Quando nós damos uma oferta para Deus, damos algo que nos custa - e Deus faz connosco o mesmo que fez com Pedro.
Não era hora de pescar, e Pedro, que era profissional sabia disso.
Jesus pediu para fazer algo sem lógica, muito estranho, mas Pedro foi sábio, pois
disse: “ Mestre sobre a Tua Palavra lançarei a rede. “
2– BARCO é DÍZIMOS e OFERTAS
Trazei os dízimos
Malaq. 3:10-11 “Trazei todos os dízimos ...
Para que Deus instituiu Dízimos
1- suprir necessidades da Igreja
2- Abençoar outros
3- Abençoar a si
O que é o dízimo - 10% de tudo
3 - SOBRE a PALAVRA-Lanço a REDE
Pedro estava a dizer :
“ Eu não percebo porque é que me mandas fazer isto, mas não interessa sobre a Tua Palavra
eu vou lançar minhas redes. “
V5 .. Mestre, trabalhamos a noite toda, e nada apanhamos; mas, sobre tua palavra, lançarei as redes.
Por vezes Deus fala ao nosso coração
pega no DINHEIRO GUARDADO
para .....férias, carro novo ... e dá na Igreja
Por vezes Deus nos manda fazer coisas que não entendemos. MAS quando Deus nos pede algo extra, não é para nos tirar nada.
Deus quer fazer duas coisas:
1.Usar o dinheiro que nós Lhe damos para Viagens Missionárias .... ManáSat
2.Deus quer usar esse dinheiro para nos abençoar de volta Jesus nos quer abençoar. Deus coloca no nosso cora ção o desejo de semear mais do que aquilo que pensamos, para derramar as Suas bençãos sobre nós.
4- Lança a REDE ao MAR ALTO
Lança a sua REDE ao MAR ALTO
A sua REDE é o seu Dinheiro que é dado para a Igreja
A REDE é também para PESCAR PESSOAS para Jesus SALVAR
MAR ALTO- é onde há muito peixe ...
Não dês ouvidos ao diabo – mente campo de batalha cuidado , não des muito que te pode
fazer falta
Deus vai ENCHER o seu BARCO com MUITO PEIXE
PEIXE – SALVAÇÕES
PEIXE – FINANÇAS SOBRENATURAIS na sua casa
GRAUS de FÉ
1 - GRAUS DE FÉ - 1
Há vários TIPOS de FÉ
Acreditar que Deus EXISTE – o mais baixo
O diabo também acredita mas JÁ está amaldiçoado para sempre
Há uma FÉ – que VENCE o MUNDO
2 - A FÉ QUE VENCE O MUNDO
I João 5: 4 porque todo o que é nascido de Deus vence o mundo; e esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé.
É uma Fé que VENCE PROBLEMAS, DOENÇAS, POBREZA, é um ESTILO de VIDA à MODA de Deus , em oposição ao estilo de vida do mundo que vive de costas para Deus – Funciona, traz RESULTADOS, bênçãos, felicidade, sucesso, …
3 - GRAUS - QUANTIDADES DE FÉ
Fé Zero = Sem Fé.
Fé Pequena = Insuficiente.
Fé Grande = a que produz resultados.
Ser cristão NÃO É SINAL DE TER FÉ.
Servir a Deus com muito zelo e fervor, NÄO
É SINAL DE TER FÉ.
TER FÉ, não consiste somente em CRER QUE DEUS EXISTE.
TER FÉ, consiste em fazer algo mais que crer que Deus existe
FÉ GRANDE
1- É OLHAR para a PALAVRA DE DEUS e não para os problemas.
2- É PENSAR no que a PALAVRA DE DEUS diz em relação ao problema.
3- É FALAR o mesmo que a PALAVRA DE DEUS diz.
4 - CENTURIÃO - Oficial Romano,
Não frequentava a Igreja.
Não servia a Deus.
No entanto, tinha MAIS FÉ que TODOS OS CRISTÃOS.
Mateus 8:5-13 - O CENTURIÄO
Respondeu-lhe Jesus: Eu irei, e o curarei. Senhor, não sou digno de que entres debaixo do meu telhado; mas somente dize uma palavra, e o meu criado há de sarar. ...
Jesus, ouvindo isso, admirou-se, e disse aos que o seguiam: Em verdade vos digo que a ninguém encontrei em Israel - com tamanha fé.
Jesus disse que nunca tinha encontrado ninguém com tanta Fé como ele. Nem mesmo no meio de crentes, se achou alguém com tanta Fé
FÉ GRANDE - é Acreditar –se Deus fala, vai acontecer
O centurião apenas acreditou que ia acontecer tal qual o que Jesus falou, ordenou.
Ele não precisou de sentir nada.
Ele não precisou de ver nada.
FÉ GRANDE – é FALAR
Jesus, a Tua Palavra me basta.
Eu não preciso ver nada.
Eu não preciso sentir nada.
A Tua Palavra me basta.
FÉ GRANDE – é crer que já tem:
1- É OLHAR para a PALAVRA DE DEUS e não para os problemas.
2- É PENSAR no que a PALAVRA DE DEUS diz em relação ao problema.
3- É FALAR o mesmo que a PALAVRA DE DEUS diz.
4 - CENTURIÃO - Oficial Romano,
Não frequentava a Igreja.
Não servia a Deus.
No entanto, tinha MAIS FÉ que TODOS OS CRISTÃOS.
Mateus 8:5-13 - O CENTURIÄO
Respondeu-lhe Jesus: Eu irei, e o curarei. Senhor, não sou digno de que entres debaixo do meu telhado; mas somente diz uma palavra, e o meu criado há de sarar. ...
Jesus, ouvindo isso, admirou-se, e disse aos que o seguiam: Em verdade vos digo que a ninguém encontrei em Israel - com tamanha fé.
Jesus disse que nunca tinha encontrado ninguém com tanta Fé como ele. Nem mesmo
no meio de crentes, se achou alguém com tanta Fé
FÉ GRANDE - é Acreditar –se Deus fala, vai acontecer
O centurião apenas acreditou que ia acontecer tal qual o que Jesus falou, ordenou.
Ele não precisou de sentir nada.
Ele não precisou de ver nada.
FÉ GRANDE – é FALAR
Jesus, a Tua Palavra me basta.
Eu não preciso ver nada.
Eu não preciso sentir nada.
A Tua Palavra me basta.
FÉ GRANDE – é crer que já tem:
“n” Salvações na Igreja, sem ainda ver nada.
“n” Presenças na Igreja, sem ainda ver nada.
“n” Finanças no Negócio, sem ainda ver nada.
O casamento abençoado, sem ainda ver nada. Saúde, sem ainda ver nada.
Prosperidade material, sem ainda ver nada. Fé é olhar para Jesus (versículos Bíblicos) e não para os problemas.
5 - COMO agir diante duma CRISE
É pegar na BÍBLIA, abrir no versículo que contem a SOLUÇÃO ou PROMESSA
É FALAR com DEUS – a TUA PALAVRA me BASTA
Eu sou o que a Bíblia diz que eu sou
Eu não vivo pelas vistas
É FALAR com o diabo – está escrito ..
É LOUVAR a Deus porque JÁ tem ...
1- A GRANDE PESCA
Quando Deus quer FAZER um MILAGRE na sua vida - Ele manda você fazer alguma coisa
Ele manda você Semear na vida dos outros – em 1º lugar
Ele então, fará um MILAGRE
Lucas 5:1-6
Pedro era um pescador profissional – Jesus pediu-lhe o barco emprestado para pregar a Palavra Jesus no final quis recompensar Pedro.
Quando nós damos uma oferta para Deus, damos algo que nos custa - e Deus faz connosco o mesmo que fez com Pedro.
Não era hora de pescar, e Pedro, que era profissional sabia disso.
Jesus pediu para fazer algo sem lógica, muito estranho, mas Pedro foi sábio, pois
disse: “ Mestre sobre a Tua Palavra lançarei a rede. “
2– BARCO é DÍZIMOS e OFERTAS
Trazei os dízimos
Malaq. 3:10-11 “Trazei todos os dízimos ...
Para que Deus instituiu Dízimos
1- suprir necessidades da Igreja
2- Abençoar outros
3- Abençoar a si
O que é o dízimo - 10% de tudo
3 - SOBRE a PALAVRA-Lanço a REDE
Pedro estava a dizer :
“ Eu não percebo porque é que me mandas fazer isto, mas não interessa sobre a Tua Palavra
eu vou lançar minhas redes. “
V5 .. Mestre, trabalhamos a noite toda, e nada apanhamos; mas, sobre tua palavra, lançarei as redes.
Por vezes Deus fala ao nosso coração
pega no DINHEIRO GUARDADO
para .....férias, carro novo ... e dá na Igreja
Por vezes Deus nos manda fazer coisas que não entendemos. MAS quando Deus nos pede algo extra, não é para nos tirar nada.
Deus quer fazer duas coisas:
1.Usar o dinheiro que nós Lhe damos para Viagens Missionárias .... ManáSat
2.Deus quer usar esse dinheiro para nos abençoar de volta Jesus nos quer abençoar. Deus coloca no nosso cora ção o desejo de semear mais do que aquilo que pensamos, para derramar as Suas bençãos sobre nós.
4- Lança a REDE ao MAR ALTO
Lança a sua REDE ao MAR ALTO
A sua REDE é o seu Dinheiro que é dado para a Igreja
A REDE é também para PESCAR PESSOAS para Jesus SALVAR
MAR ALTO- é onde há muito peixe ...
Não dês ouvidos ao diabo – mente campo de batalha cuidado , não des muito que te pode
fazer falta
Deus vai ENCHER o seu BARCO com MUITO PEIXE
PEIXE – SALVAÇÕES
PEIXE – FINANÇAS SOBRENATURAIS na sua casa
AUTORIDADE / PODER
Autoridade näo é poder.
É poder delegado.
Ex. do Sinaleiro
Muita gente quer delegar em Deus todas as responsabilidades. Mas Jesus delegou em nós essas responsabilidades:
A) De pregar o evangelho
B) De curar os doentes
C) De expulsar os demónios
Você fica à espera que Deus expulse os demónios. Mas Deus fica à espera que você o faça.
Deus deu-lhe essa AUTORIDADE. Exerça-a
4- Exemplos da Bíblia
Mulher com espírito de enfermidade
Lucas 13:11-13-
Jesus expulsa o espírito mudo e surdo
Marcos 9:25
Autoridade näo é poder.
É poder delegado.
Ex. do Sinaleiro
Muita gente quer delegar em Deus todas as responsabilidades. Mas Jesus delegou em nós essas responsabilidades:
A) De pregar o evangelho
B) De curar os doentes
C) De expulsar os demónios
Você fica à espera que Deus expulse os demónios. Mas Deus fica à espera que você o faça.
Deus deu-lhe essa AUTORIDADE. Exerça-a
4- Exemplos da Bíblia
Mulher com espírito de enfermidade
Lucas 13:11-13-
Jesus expulsa o espírito mudo e surdo
Marcos 9:25
SER CRISTÃO
Nenhum grupo religioso pode ser considerado cristão se realmente não seguir a Cristo; se não O tiver como Senhor e Salvador (Lc 2.11; Jo 4.42; Jo 20.28); se não guardar Seus mandamentos (Jo 14.15); se não permanecer nEle e em Suas palavras (Jo 8.31); se seus adeptos não forem realmente discípulos de Jesus (At 11.26); se não crer nEle, na Sua morte e ressurreição corporal (Mc 14.28; Jo 3.18); se não batizar seus seguidores em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo (Mt 28.19); se não cumprir a ordenança da ceia – pão e vinho – em Sua memória (Mt 26.26-28); se não crer nas Escrituras e em todas as palavras do Senhor Jesus (Mt 22.29; Jo 2.22; At 17.11); se não crer que Cristo é o Verbo encarnado, o Deus que se fez homem e habitou entre nós (Jo 1.1, 14); se não aceitar que Ele é o Criador de todas as coisas (Jo 1.3, 10); se não crer na Sua eternidade (Jo 1.18; 6.57; 8.19; 10.30, 38; 14.7, 9, 10, 20). Um grupo não pode ser chamado de cristão se não acreditar na divindade de Cristo (Ap 1.8); se não acreditar na Sua segunda vinda, na ressurreição dos mortos e no Juízo Final (Jo 6.40, 47, 54; 10.28. 1 Ts 4.16-17; Ap 19.20. 20.5, 11-15).
O fato de um grupo religioso fazer o bem, dar esmolas e distribuir alimentos não o caracteriza como genuinamente cristão. Nossas boas obras não nos salvam (Ef 2.8-9). Jesus disse que quem O ama guarda todos os seus mandamentos. Ele não falou em “parte” dos mandamentos. Quem ama verdadeiramente o Senhor Jesus e o tem como Senhor e Salvador nEle confia e busca o Seu auxílio para aliviar suas dores: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos e eu vos aliviarei” (Mt 11.28). Ouçam: “VINDE A MIM”. A Ele. Jesus não sugere a possibilidade de os oprimidos irem a outras pessoas, mortas ou vivas. Que é de Jesus ouve a Sua voz.
Para que um grupo religioso seja chamado de cristão precisa ensinar o perdão incondicional dos pecados àqueles que se arrependem (Mt 6.12; 9.6; 12.31; At 2.38); ensinar e crer que na morte o espírito se separa do corpo e segue imediatamente para o mundo espiritual; ensinar que os cristãos seguirão para um lugar de paz; os que não são de Cristo, para um lugar de tormentos (Lc 16.19-31). Ao ladrão que se arrependeu, disse Jesus: “Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso” (Lc 23.43). Referido ladrão não passou por nenhuma estação intermediária; não houve qualquer interrupção na sua subida ao céu; não houve empecilhos, traumas, penitências, trabalho extra, caminhos difíceis. O ladrão foi direto. Jesus afirmou: “Quem crê nele {em Jesus] não é condenado; quem não crê já está condenado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus” (Jo 3.18).
Qualquer grupo que queira seguir a Cristo deve seguir essas premissas na sua totalidade. Do contrário, é apenas uma caricatura do Cristianismo.
Nenhum grupo religioso pode ser considerado cristão se realmente não seguir a Cristo; se não O tiver como Senhor e Salvador (Lc 2.11; Jo 4.42; Jo 20.28); se não guardar Seus mandamentos (Jo 14.15); se não permanecer nEle e em Suas palavras (Jo 8.31); se seus adeptos não forem realmente discípulos de Jesus (At 11.26); se não crer nEle, na Sua morte e ressurreição corporal (Mc 14.28; Jo 3.18); se não batizar seus seguidores em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo (Mt 28.19); se não cumprir a ordenança da ceia – pão e vinho – em Sua memória (Mt 26.26-28); se não crer nas Escrituras e em todas as palavras do Senhor Jesus (Mt 22.29; Jo 2.22; At 17.11); se não crer que Cristo é o Verbo encarnado, o Deus que se fez homem e habitou entre nós (Jo 1.1, 14); se não aceitar que Ele é o Criador de todas as coisas (Jo 1.3, 10); se não crer na Sua eternidade (Jo 1.18; 6.57; 8.19; 10.30, 38; 14.7, 9, 10, 20). Um grupo não pode ser chamado de cristão se não acreditar na divindade de Cristo (Ap 1.8); se não acreditar na Sua segunda vinda, na ressurreição dos mortos e no Juízo Final (Jo 6.40, 47, 54; 10.28. 1 Ts 4.16-17; Ap 19.20. 20.5, 11-15).
O fato de um grupo religioso fazer o bem, dar esmolas e distribuir alimentos não o caracteriza como genuinamente cristão. Nossas boas obras não nos salvam (Ef 2.8-9). Jesus disse que quem O ama guarda todos os seus mandamentos. Ele não falou em “parte” dos mandamentos. Quem ama verdadeiramente o Senhor Jesus e o tem como Senhor e Salvador nEle confia e busca o Seu auxílio para aliviar suas dores: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos e eu vos aliviarei” (Mt 11.28). Ouçam: “VINDE A MIM”. A Ele. Jesus não sugere a possibilidade de os oprimidos irem a outras pessoas, mortas ou vivas. Que é de Jesus ouve a Sua voz.
Para que um grupo religioso seja chamado de cristão precisa ensinar o perdão incondicional dos pecados àqueles que se arrependem (Mt 6.12; 9.6; 12.31; At 2.38); ensinar e crer que na morte o espírito se separa do corpo e segue imediatamente para o mundo espiritual; ensinar que os cristãos seguirão para um lugar de paz; os que não são de Cristo, para um lugar de tormentos (Lc 16.19-31). Ao ladrão que se arrependeu, disse Jesus: “Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso” (Lc 23.43). Referido ladrão não passou por nenhuma estação intermediária; não houve qualquer interrupção na sua subida ao céu; não houve empecilhos, traumas, penitências, trabalho extra, caminhos difíceis. O ladrão foi direto. Jesus afirmou: “Quem crê nele {em Jesus] não é condenado; quem não crê já está condenado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus” (Jo 3.18).
Qualquer grupo que queira seguir a Cristo deve seguir essas premissas na sua totalidade. Do contrário, é apenas uma caricatura do Cristianismo.
A Realidade do Inferno
“Não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma; temei, antes, aquele que pode fazer perecer no inferno a alma e o corpo” (Mt 10.28).
A palavra traduzida “inferno” (gr. gehenna) nesta passagem refere-se a um lugar de tormento eterno e de fogo inextinguível, reservado aos ímpios. A Bíblia ensina que a existência do homem não termina com a morte, mas que continua para sempre, ou na presença de Deus, ou num lugar de tormento. A respeito do estado dos perdidos, na outra vida, devemos notar os seguintes fatos:
Jesus ensinou que há um lugar de castigo eterno para aqueles que são condenados por rejeitarem a salvação (Mt 5.22,29, 30; 11.9; 23.15,33; Mc 9.43, 45, 47; Lc 10.16; 12.5; 2 Ts 1.8,9). Trata-se da terrível realidade do inferno, como o lugar onde “o fogo nunca se apaga” (Mc 9.43); “O fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos” (Mt 25.41); um lugar de “pranto e ranger de dentes” (Mt 13.42,50); um lugar onde os perdidos ficarão aprisionados nas trevas (Mt 22.13); e um lugar de tormento e angústia e de separação do céu (Lc 16.23).
O ensino das epístolas é do mesmo teor. Fala de um julgamento vindouro da parte de Deus. Da sua vingança sobre os que desobedecem ao evangelho (2 Ts 1.5-9). Fala de uma separação da presença e da glória do Senhor (2 Ts 1.9), e da destruição dos inimigos de Deus (Fp 3.18,19).
A Bíblia ensina que é inevitável o castigo dos malfeitores. O fato predominante é a condenação, o sofrimento e a separação de Deus, eternamente. O cristão sabe que essa doutrina não é agradável, nem de fácil entendimento. Mesmo assim, ele deve submeter-se à autoridade da Palavra de Deus e confiar na decisão e na justiça divinas.
Devemos sempre ter em mente que Deus enviou seu Filho para morrer por nós, para que ninguém pereça (Jo 3.16). É intenção e desejo de Deus que ninguém vá para o inferno. Quem for para o inferno é porque rejeitou a salvação provida por Deus (Rm 1.16 – 2.10). O fato e a realidade do inferno devem levar todo o povo de Deus a aborrecer e repelir o pecado com toda a veemência; a buscar continuamente a salvação dos perdidos, e a advertir todos os homens a respeito do futuro e justo juízo de Deus.
“Não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma; temei, antes, aquele que pode fazer perecer no inferno a alma e o corpo” (Mt 10.28).
A palavra traduzida “inferno” (gr. gehenna) nesta passagem refere-se a um lugar de tormento eterno e de fogo inextinguível, reservado aos ímpios. A Bíblia ensina que a existência do homem não termina com a morte, mas que continua para sempre, ou na presença de Deus, ou num lugar de tormento. A respeito do estado dos perdidos, na outra vida, devemos notar os seguintes fatos:
Jesus ensinou que há um lugar de castigo eterno para aqueles que são condenados por rejeitarem a salvação (Mt 5.22,29, 30; 11.9; 23.15,33; Mc 9.43, 45, 47; Lc 10.16; 12.5; 2 Ts 1.8,9). Trata-se da terrível realidade do inferno, como o lugar onde “o fogo nunca se apaga” (Mc 9.43); “O fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos” (Mt 25.41); um lugar de “pranto e ranger de dentes” (Mt 13.42,50); um lugar onde os perdidos ficarão aprisionados nas trevas (Mt 22.13); e um lugar de tormento e angústia e de separação do céu (Lc 16.23).
O ensino das epístolas é do mesmo teor. Fala de um julgamento vindouro da parte de Deus. Da sua vingança sobre os que desobedecem ao evangelho (2 Ts 1.5-9). Fala de uma separação da presença e da glória do Senhor (2 Ts 1.9), e da destruição dos inimigos de Deus (Fp 3.18,19).
A Bíblia ensina que é inevitável o castigo dos malfeitores. O fato predominante é a condenação, o sofrimento e a separação de Deus, eternamente. O cristão sabe que essa doutrina não é agradável, nem de fácil entendimento. Mesmo assim, ele deve submeter-se à autoridade da Palavra de Deus e confiar na decisão e na justiça divinas.
Devemos sempre ter em mente que Deus enviou seu Filho para morrer por nós, para que ninguém pereça (Jo 3.16). É intenção e desejo de Deus que ninguém vá para o inferno. Quem for para o inferno é porque rejeitou a salvação provida por Deus (Rm 1.16 – 2.10). O fato e a realidade do inferno devem levar todo o povo de Deus a aborrecer e repelir o pecado com toda a veemência; a buscar continuamente a salvação dos perdidos, e a advertir todos os homens a respeito do futuro e justo juízo de Deus.
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
O dia em que o sol parou
24 abril 2008
Cientistas da NASA, a agência espacial norte-americana, no início da década de 80, em Green Belt, Maryland, dedicaram-se a uma exaustiva pesquisa, com o uso dos mais modernos recursos da Informática, para estabelecer a posição exata do Sol, da Lua e dos diversos planetas do nosso sistema solar durante o milênio.
Harold Hill, presidente da companhia de engenharia Curtis, com sede na cidade de Baltimore, também em Maryland, relata sua experiência no cargo de consultor do programa espacial daquele período:
"Precisamos desses dados para que satélites possam ser lançados ao espaço para missões de exploração de novos corpos celestes sem que entrem em rota de colisão com qualquer um deles. Como pretendemos construir foguetes não-tripulados com autonomia para muitas e muitas décadas no espaço, precisamos traçar sua trajetória com precisão para que as gerações futuras venham a receber e analisar os dados enviados por eles. Nós e os cientistas da NASA, descobrimos que falta um dia no calendário universal. Envolvido nesta pesquisa, pude presenciar uma descoberta fantástica: falta um dia na história do universo!"
Eis como tudo aconteceu: Os engenheiros da NASA colocaram os dados no computador para que ele determinasse a exata posição dos astros, tanto no passado quanto no futuro, e então surgiu um impasse. O computador subitamente interrompeu o programa e mostrou na tela um aviso de que havia algo errado nos números que lhe serviram de base para os cálculos. Entretanto, havia entre eles um evangélico que falou sobre a história de Josué. Os engenheiros da IBM foram imediatamente chamados para verificação de um possível defeito e, após um cuidadoso exame de toda a rede de informática, garantiram que estava tudo em ordem. Foi então, que esse membro evangélico que fazia parte da equipe, lembrou-se de que Josué, segundo os textos sagrados, certa ocasião ordenara ao Sol que parasse e contou o episódio aos seus colegas. Ninguém acreditou, a princípio, pois todos os outros cientistas eram acostumados a fatos concretos. Assim, eles o desafiaram a provar o que dizia. O cientista, ao ser desafiado, pegou a Bíblia e mostrou Josué 10:12 "Então Josué falou ao Senhor, no dia em que o Senhor entregou os amorreus nas mãos dos filhos de Israel; e disse, na presença dos israelitas: Sol, detém-te sobre Gibeom, e tu, lua, no vale de Aijalom". Explicou-lhes que Josué se encontrava rodeado por inimigos e se a noite caísse, eles poderiam sobrepujá-lo. Pediu, portanto, a Deus que o Sol parasse, e assim aconteceu, o Sol não se pôs o dia todo.
Depois destas explicações, resolveram colocar esses novos dados nos computadores para ver se era realmente o dia que faltava e, voltando no tempo, achamos uma resposta aproximada. O período que faltava no tempo por causa do pedido de Josué era de 23 horas e 20 minutos; não era, portanto, um dia inteiro, conforme garantiam os computadores da NASA. Com esse resultado, os cientistas voltaram ao livro de Josué e acharam o capítulo 10 v.13: "E o Sol se deteve, e a Lua parou, até que o povo se vingou de seus inimigos... O sol, pois, se deteve no meio do céu, e não se apressou a pôr-se, quase um dia inteiro". Bem, o texto bíblico confirmava que não era exatamente um dia inteiro e esse achado foi muito importante, mas ainda assim continuavam em dificuldades, porque faltavam 40 minutos, e não é possível realizar cálculos para séculos futuros com um erro desse tipo.
Após algum tempo, aquele cientista evangélico se lembrou de outra passagem bíblica que mencionava outro episódio a respeito do sol. Dessa vez o astro maior teria regredido no tempo. Todos ficaram atônitos... absolutamente mudos! Novamente o primeiro impulso foi de descrédito, porém, utilizando-se de um programa específico para consultas bíblicas, chegaram ao seguinte texto: II Reis 20: 8 à 11 - "Ezequias disse a Isaías: Qual será o sinal de que o Senhor me curará, e de que ao terceiro dia subirei à casa do Senhor? Respondeu Isaías: Ser-te-á isto da parte do Senhor como sinal de que Ele cumprirá a palavra que disse: Adiantar-se-á a sombra dez graus, ou os retrocederá? Então disse Ezequias: É facil que a sombra adiante dez graus; tal, porém, não aconteça, antes retroceda dez graus. Então o profeta Isaías clamou ao Senhor; e fez retroceder dez graus a sombra lançada pelo sol declinante no relógio de Acaz".
Ficaram todos quietos naquele momento. A incredulidade por causa daquilo que é concreto foi fulminada pelas palavras de um livro milenar, muitas vezes ignorado. Dez graus são exatamente 40 minutos que, somados às 23 horas e 20 minutos do tempo utilizado por Josué, formam precisamente as 24 horas (um dia) faltantes em nossos cálculos.
24 abril 2008
Cientistas da NASA, a agência espacial norte-americana, no início da década de 80, em Green Belt, Maryland, dedicaram-se a uma exaustiva pesquisa, com o uso dos mais modernos recursos da Informática, para estabelecer a posição exata do Sol, da Lua e dos diversos planetas do nosso sistema solar durante o milênio.
Harold Hill, presidente da companhia de engenharia Curtis, com sede na cidade de Baltimore, também em Maryland, relata sua experiência no cargo de consultor do programa espacial daquele período:
"Precisamos desses dados para que satélites possam ser lançados ao espaço para missões de exploração de novos corpos celestes sem que entrem em rota de colisão com qualquer um deles. Como pretendemos construir foguetes não-tripulados com autonomia para muitas e muitas décadas no espaço, precisamos traçar sua trajetória com precisão para que as gerações futuras venham a receber e analisar os dados enviados por eles. Nós e os cientistas da NASA, descobrimos que falta um dia no calendário universal. Envolvido nesta pesquisa, pude presenciar uma descoberta fantástica: falta um dia na história do universo!"
Eis como tudo aconteceu: Os engenheiros da NASA colocaram os dados no computador para que ele determinasse a exata posição dos astros, tanto no passado quanto no futuro, e então surgiu um impasse. O computador subitamente interrompeu o programa e mostrou na tela um aviso de que havia algo errado nos números que lhe serviram de base para os cálculos. Entretanto, havia entre eles um evangélico que falou sobre a história de Josué. Os engenheiros da IBM foram imediatamente chamados para verificação de um possível defeito e, após um cuidadoso exame de toda a rede de informática, garantiram que estava tudo em ordem. Foi então, que esse membro evangélico que fazia parte da equipe, lembrou-se de que Josué, segundo os textos sagrados, certa ocasião ordenara ao Sol que parasse e contou o episódio aos seus colegas. Ninguém acreditou, a princípio, pois todos os outros cientistas eram acostumados a fatos concretos. Assim, eles o desafiaram a provar o que dizia. O cientista, ao ser desafiado, pegou a Bíblia e mostrou Josué 10:12 "Então Josué falou ao Senhor, no dia em que o Senhor entregou os amorreus nas mãos dos filhos de Israel; e disse, na presença dos israelitas: Sol, detém-te sobre Gibeom, e tu, lua, no vale de Aijalom". Explicou-lhes que Josué se encontrava rodeado por inimigos e se a noite caísse, eles poderiam sobrepujá-lo. Pediu, portanto, a Deus que o Sol parasse, e assim aconteceu, o Sol não se pôs o dia todo.
Depois destas explicações, resolveram colocar esses novos dados nos computadores para ver se era realmente o dia que faltava e, voltando no tempo, achamos uma resposta aproximada. O período que faltava no tempo por causa do pedido de Josué era de 23 horas e 20 minutos; não era, portanto, um dia inteiro, conforme garantiam os computadores da NASA. Com esse resultado, os cientistas voltaram ao livro de Josué e acharam o capítulo 10 v.13: "E o Sol se deteve, e a Lua parou, até que o povo se vingou de seus inimigos... O sol, pois, se deteve no meio do céu, e não se apressou a pôr-se, quase um dia inteiro". Bem, o texto bíblico confirmava que não era exatamente um dia inteiro e esse achado foi muito importante, mas ainda assim continuavam em dificuldades, porque faltavam 40 minutos, e não é possível realizar cálculos para séculos futuros com um erro desse tipo.
Após algum tempo, aquele cientista evangélico se lembrou de outra passagem bíblica que mencionava outro episódio a respeito do sol. Dessa vez o astro maior teria regredido no tempo. Todos ficaram atônitos... absolutamente mudos! Novamente o primeiro impulso foi de descrédito, porém, utilizando-se de um programa específico para consultas bíblicas, chegaram ao seguinte texto: II Reis 20: 8 à 11 - "Ezequias disse a Isaías: Qual será o sinal de que o Senhor me curará, e de que ao terceiro dia subirei à casa do Senhor? Respondeu Isaías: Ser-te-á isto da parte do Senhor como sinal de que Ele cumprirá a palavra que disse: Adiantar-se-á a sombra dez graus, ou os retrocederá? Então disse Ezequias: É facil que a sombra adiante dez graus; tal, porém, não aconteça, antes retroceda dez graus. Então o profeta Isaías clamou ao Senhor; e fez retroceder dez graus a sombra lançada pelo sol declinante no relógio de Acaz".
Ficaram todos quietos naquele momento. A incredulidade por causa daquilo que é concreto foi fulminada pelas palavras de um livro milenar, muitas vezes ignorado. Dez graus são exatamente 40 minutos que, somados às 23 horas e 20 minutos do tempo utilizado por Josué, formam precisamente as 24 horas (um dia) faltantes em nossos cálculos.
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Clame a Deus
Quando a tempestade vier por todos os lados, sem que você saiba de que lado começou, e estremecer as montanhas, triscar os céus em raios amedrontadores, quando o barulho dos trovões for ensurdecedor e você estiver sem abrigo, sem teto, sem lugar para fugir, clame a Deus!
Quando o mal chegar sorrateiro, transformando sua festa em tragédia, seu romance em fracasso, seu prazer na mais profunda dor, e não souber como começou e se um dia terminará, clame a Deus!
Quando seu filho mergulhar nas drogas, sua filha surgir grávida, uma bala perdida ferir sua esposa, um assalto levar-lhe embora a economia de anos, quando lhe confundirem com algum criminoso e prenderem-no por engano, quando sua igreja lhe considerar ímpio e você não for, clame a Deus!
Quando uma gripe transformar-se em pneumonia, ou uma picada de inseto transformar-se numa malária, ou quando um pequeno machucado no pé numa gangrena ou uma espinha num câncer generalizado, e o médico balançar a cabeça, dizendo que nada mais pode fazer, clame a Deus!
Quando o dedo em riste lhe acusar de coisas que você não fez, ou que trouxer de volta um passado do qual você não tem de que se arrepender, ou outro do qual há muito se arrependeu, quando o acusador for implacável, cobrando-lhe uma fatura já paga por Jesus Cristo na cruz do Calvário, clame a Deus!
Quando a vida virar de tal forma que as festas de ontem se transformem em cinzas, quando os amigos de outrora se tornarem os inimigos do presente, quando não houver ninguém do seu lado para lhe defender e você souber que nada fez de errado, mas não tiver como provar a sua inocência, clame a Deus!
E se tudo isso acontecer com você de forma súbita, absolutamente surpreendente, transformando em mal aquilo que você com tanto amor construiu, e tornar contra você qualquer esforço para consertar o estrago, e você olhar no espelho, ou para o alto, ou para baixo, ou para o rosto de quem lhe magoa e perguntar "por que? por que? por que?", clame a Deus!
Clame a Deus na solidão do deserto, mesmo que seja para orar como Elias, que não suportava mais fugir de uma rainha perversa;
Clame a Deus na velhice da existência, como Abraão, quando o filho tão sonhado não poderia mais ser gerado;
Clame a Deus como Daniel, que não compreendia as coisas que via, que ouvia ou que sentia, mas precisava de entendimento, de sabedoria, de maturidade, de revelação;
Clame a Deus como Jeremias, que queria continuar no velho caminho, mas que recebeu de Deus a mensagem de que lhe seriam mostradas coisas grandes e novas, que ele não conhecia;
Clame a Deus como o pai daquele epilético satanizado, que era atirado no fogo ou espumava até perder os sentidos, e não tendo sucesso com os apóstolos que não conseguiram curar seu filho, pediu a Jesus para fazê-lo, implorando ao Mestre que o ajudasse na falta de fé;
Acima de tudo, porém, clame a Deus como Jesus! Jesus, nosso Salvador, Jesus, nosso modelo, Jesus, nosso exemplo, Jesus, nosso Mestre, Senhor e Rei!
Jesus clamou na cruz, implorando do Pai uma resposta: "Por que me desamparaste?" (cf. Mt 27.46) Sim, Jesus perguntou por que. Pergunte como Jesus o porquê das lutas, das aflições, das angústias, das injustiças, dos atropelamentos, do desemprego, da enfermidade, do divórcio, do luto ou da tragédia.
Jesus implorou pelo livramento, no Getsêmani. "Pai, afasta esse cálice de mim!" (Mt 26.39). Sim, Ele pediu, Ele implorou, Ele suplicou. Suplique também, ore também, clame também, implore também! Compartilhe com algum justo (que justo não há nenhum além de Cristo, mas um justificado por Jesus) e peça-lhe oração, pois a oração de um justo muito pode em seus efeitos!
Mas lembre-se de que Jesus aceitou a vontade do Pai, abrindo mão da sua própria, e você também deve aceitar a vontade de Deus, caso seja Ele quem o esteja conduzindo pela tempestade.
"O que eu faço não o sabes agora; entenderás depois" (João 13.7)
Oh, como é difícil entender Deus em seus caminhos! Contudo, Ele é Deus muito antes de nossa existência e conhece bem o que faz. E mesmo que não compreendamos, Ele está a nos conduzir sempre em vitória, pois estamos em Cristo Jesus.
E graças a Deus, que sempre nos faz triunfar em Cristo, (2Co 2:14)
E ainda que estejamos fracassados aos olhos humanos, se estivermos EM Cristo seremos mais do que vencedores diante de Deus.
"O grão de trigo, se não morrer, fica ele só; mas se morrer, dá muito fruto". (João 12.24) Ainda que morramos, o morrer para nós será ganho, e o viver será Cristo.
Então clame a Deus! Clame agora! Clame sozinho! Clame em casa, no quarto, na sala, no banheiro, na cozinha! Clame no trem, no carro, no ônibus, no barco, no avião! Clame na prisão, no hospital, no asilo, na igreja, no pico da montanha ou no meio do vale! Clame de dia, de tarde, de noite, de madrugada!
Na minha angústia clamei ao Senhor, e me ouviu. (Sl 120:1)
Invoquei o Senhor na angústia; o Senhor me ouviu, e me tirou para um lugar largo. (Sl 118:5)
Por que estás abatida, ó minha alma, e por que te perturbas em mim? Espera em Deus, pois ainda o louvarei pela salvação da sua face. (Sl 42:5)
Quando a tempestade vier por todos os lados, sem que você saiba de que lado começou, e estremecer as montanhas, triscar os céus em raios amedrontadores, quando o barulho dos trovões for ensurdecedor e você estiver sem abrigo, sem teto, sem lugar para fugir, clame a Deus!
Quando o mal chegar sorrateiro, transformando sua festa em tragédia, seu romance em fracasso, seu prazer na mais profunda dor, e não souber como começou e se um dia terminará, clame a Deus!
Quando seu filho mergulhar nas drogas, sua filha surgir grávida, uma bala perdida ferir sua esposa, um assalto levar-lhe embora a economia de anos, quando lhe confundirem com algum criminoso e prenderem-no por engano, quando sua igreja lhe considerar ímpio e você não for, clame a Deus!
Quando uma gripe transformar-se em pneumonia, ou uma picada de inseto transformar-se numa malária, ou quando um pequeno machucado no pé numa gangrena ou uma espinha num câncer generalizado, e o médico balançar a cabeça, dizendo que nada mais pode fazer, clame a Deus!
Quando o dedo em riste lhe acusar de coisas que você não fez, ou que trouxer de volta um passado do qual você não tem de que se arrepender, ou outro do qual há muito se arrependeu, quando o acusador for implacável, cobrando-lhe uma fatura já paga por Jesus Cristo na cruz do Calvário, clame a Deus!
Quando a vida virar de tal forma que as festas de ontem se transformem em cinzas, quando os amigos de outrora se tornarem os inimigos do presente, quando não houver ninguém do seu lado para lhe defender e você souber que nada fez de errado, mas não tiver como provar a sua inocência, clame a Deus!
E se tudo isso acontecer com você de forma súbita, absolutamente surpreendente, transformando em mal aquilo que você com tanto amor construiu, e tornar contra você qualquer esforço para consertar o estrago, e você olhar no espelho, ou para o alto, ou para baixo, ou para o rosto de quem lhe magoa e perguntar "por que? por que? por que?", clame a Deus!
Clame a Deus na solidão do deserto, mesmo que seja para orar como Elias, que não suportava mais fugir de uma rainha perversa;
Clame a Deus na velhice da existência, como Abraão, quando o filho tão sonhado não poderia mais ser gerado;
Clame a Deus como Daniel, que não compreendia as coisas que via, que ouvia ou que sentia, mas precisava de entendimento, de sabedoria, de maturidade, de revelação;
Clame a Deus como Jeremias, que queria continuar no velho caminho, mas que recebeu de Deus a mensagem de que lhe seriam mostradas coisas grandes e novas, que ele não conhecia;
Clame a Deus como o pai daquele epilético satanizado, que era atirado no fogo ou espumava até perder os sentidos, e não tendo sucesso com os apóstolos que não conseguiram curar seu filho, pediu a Jesus para fazê-lo, implorando ao Mestre que o ajudasse na falta de fé;
Acima de tudo, porém, clame a Deus como Jesus! Jesus, nosso Salvador, Jesus, nosso modelo, Jesus, nosso exemplo, Jesus, nosso Mestre, Senhor e Rei!
Jesus clamou na cruz, implorando do Pai uma resposta: "Por que me desamparaste?" (cf. Mt 27.46) Sim, Jesus perguntou por que. Pergunte como Jesus o porquê das lutas, das aflições, das angústias, das injustiças, dos atropelamentos, do desemprego, da enfermidade, do divórcio, do luto ou da tragédia.
Jesus implorou pelo livramento, no Getsêmani. "Pai, afasta esse cálice de mim!" (Mt 26.39). Sim, Ele pediu, Ele implorou, Ele suplicou. Suplique também, ore também, clame também, implore também! Compartilhe com algum justo (que justo não há nenhum além de Cristo, mas um justificado por Jesus) e peça-lhe oração, pois a oração de um justo muito pode em seus efeitos!
Mas lembre-se de que Jesus aceitou a vontade do Pai, abrindo mão da sua própria, e você também deve aceitar a vontade de Deus, caso seja Ele quem o esteja conduzindo pela tempestade.
"O que eu faço não o sabes agora; entenderás depois" (João 13.7)
Oh, como é difícil entender Deus em seus caminhos! Contudo, Ele é Deus muito antes de nossa existência e conhece bem o que faz. E mesmo que não compreendamos, Ele está a nos conduzir sempre em vitória, pois estamos em Cristo Jesus.
E graças a Deus, que sempre nos faz triunfar em Cristo, (2Co 2:14)
E ainda que estejamos fracassados aos olhos humanos, se estivermos EM Cristo seremos mais do que vencedores diante de Deus.
"O grão de trigo, se não morrer, fica ele só; mas se morrer, dá muito fruto". (João 12.24) Ainda que morramos, o morrer para nós será ganho, e o viver será Cristo.
Então clame a Deus! Clame agora! Clame sozinho! Clame em casa, no quarto, na sala, no banheiro, na cozinha! Clame no trem, no carro, no ônibus, no barco, no avião! Clame na prisão, no hospital, no asilo, na igreja, no pico da montanha ou no meio do vale! Clame de dia, de tarde, de noite, de madrugada!
Na minha angústia clamei ao Senhor, e me ouviu. (Sl 120:1)
Invoquei o Senhor na angústia; o Senhor me ouviu, e me tirou para um lugar largo. (Sl 118:5)
Por que estás abatida, ó minha alma, e por que te perturbas em mim? Espera em Deus, pois ainda o louvarei pela salvação da sua face. (Sl 42:5)
terça-feira, 22 de setembro de 2009
A justiça no reino de Deus
A palavra justiça tem várias aplicações. Vamos destacar dois sentidos deste termo que consideramos de grande relevância: Justiça significa retidão, ou seja, característica de algo que corresponde ao padrão. Por exemplo: O que é uma "roupa justa"? É aquela que tem a medida exata. Não falta tecido, nem sobra. Nesse caso , o corpo é o padrão, ou modelo. A justiça diante de Deus é viver de acordo com a vontade dele, sem sobrar nem faltar. Difícil, não é? Entretanto, este é o nosso alvo. Devemos viver buscando "em primeiro lugar o reino de Deus e a sua justiça". ( Mt 6.33). Devemos estar sempre buscando agir da melhor forma possível, sem jamais desistir. Nunca devemos achar que o pecado seja uma coisa normal e aceitável.
Outro sentido da palavra justiça é: dar a cada um o que, por direito, lhe cabe. É o que Jesus mandou: "Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus". (Mt. 22.21). Justiça é dar a cada pessoa a recompensa devida pelo seus atos, sejam eles bons ou maus. Recompensar alguém pelos seus atos bons é algo que todos podem fazer (mas raramente fazem). Por outro lado, retribuir a alguém pelos seus atos maus pode ter ainda outros nomes: castigo, ou vingança. Em se tratando de convívio social, estamos impedidos, pelas leis civis, de exercer esse tipo de justiça corretiva ou punitiva. Esta é uma das principais funções do Estado através do Poder Judiciário.
No âmbito espiritual, esse tipo de justiça é exercido por Deus. Hoje, Sua justiça se manifesta através das conseqüências, boas ou más, que recebemos por nossas ações. Para fechar todas as pendências, a Bíblia nos aponta um dia futuro em que acontecerá o Juízo Final, quando cada um de nós comparecerá diante de Deus para receber a devida recompensa pelos seus atos. Naquele dia, só se salvarão aqueles que tiveram suas injustiças purificadas pelo sangue de Jesus e passaram a viver para a sua glória.
A palavra justiça tem várias aplicações. Vamos destacar dois sentidos deste termo que consideramos de grande relevância: Justiça significa retidão, ou seja, característica de algo que corresponde ao padrão. Por exemplo: O que é uma "roupa justa"? É aquela que tem a medida exata. Não falta tecido, nem sobra. Nesse caso , o corpo é o padrão, ou modelo. A justiça diante de Deus é viver de acordo com a vontade dele, sem sobrar nem faltar. Difícil, não é? Entretanto, este é o nosso alvo. Devemos viver buscando "em primeiro lugar o reino de Deus e a sua justiça". ( Mt 6.33). Devemos estar sempre buscando agir da melhor forma possível, sem jamais desistir. Nunca devemos achar que o pecado seja uma coisa normal e aceitável.
Outro sentido da palavra justiça é: dar a cada um o que, por direito, lhe cabe. É o que Jesus mandou: "Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus". (Mt. 22.21). Justiça é dar a cada pessoa a recompensa devida pelo seus atos, sejam eles bons ou maus. Recompensar alguém pelos seus atos bons é algo que todos podem fazer (mas raramente fazem). Por outro lado, retribuir a alguém pelos seus atos maus pode ter ainda outros nomes: castigo, ou vingança. Em se tratando de convívio social, estamos impedidos, pelas leis civis, de exercer esse tipo de justiça corretiva ou punitiva. Esta é uma das principais funções do Estado através do Poder Judiciário.
No âmbito espiritual, esse tipo de justiça é exercido por Deus. Hoje, Sua justiça se manifesta através das conseqüências, boas ou más, que recebemos por nossas ações. Para fechar todas as pendências, a Bíblia nos aponta um dia futuro em que acontecerá o Juízo Final, quando cada um de nós comparecerá diante de Deus para receber a devida recompensa pelos seus atos. Naquele dia, só se salvarão aqueles que tiveram suas injustiças purificadas pelo sangue de Jesus e passaram a viver para a sua glória.
A Fé e a Razão
“Confia no Senhor de todo o teu coração, e não te estribes no teu próprio entendimento” (Pv.3.5). ”
Muitos desprezam a fé em Deus e vivem guiados por sua própria razão. Estão firmados no entendimento intelectual, como se este fosse totalmente eficaz e confiável para todos os fins. Trata-se de uma forma de antropocentrismo.
“Estribar” significa “firmar-se”, “apoiar-se” em algo. Quando se vai montar num cavalo, coloca-se o pé no estribo, que é o ponto de apoio para se tomar o impulso necessário à montaria. O mesmo equipamento ajuda no equilíbrio do cavaleiro durante a cavalgada. Alguns automóveis também possuem uma peça com este nome localizada no limiar da porta. Qual é o nosso “estribo” na vida? Em que nos firmamos para fazer nossas escolhas, tomar nossas decisões e determinar o nosso destino? Se nos firmarmos em algo instável, poderemos ser vítimas de uma queda perigosa ou até fatal. Será que a razão humana é suficiente para garantir nosso êxito em todas as áreas?
OS LIMITES DA RAZÃO
O raciocínio é poderoso, porém limitado. A vida, a morte e o universo não podem ser explicados pelo homem. Por quê? A mente possui uma capacidade impressionante para processar informações. Entretanto, não temos à nossa disposição todos os dados sobre todos os assuntos, principalmente no que tange à espiritualidade. E quando recebemos algum conhecimento nesse sentido, faltam-nos parâmetros de avaliação, pois a nossa lógica está restrita a elementos terrenos.
Até no campo natural, estamos bastante limitados. A ciência, por mais avançada que esteja, não sabe como funciona o cérebro de uma pulga. É verdade que muitas descobertas úteis e invenções extraordinárias têm sido produzidas, mas tudo isso está localizado dentro de um limite intransponível. Os cientistas têm muitas teorias sobre os mais variados assuntos que, muitas vezes, são apregoadas como verdades absolutas. Entretanto, em alguns casos, são apenas especulações. Incluímos aí as teorias sobre a origem da vida, a teoria da evolução e outras que pretendem explicar o comportamento humano. A verdade é que o homem não conhece muito bem a si mesmo. Sabe quase nada sobre seu passado e não tem controle sobre seu futuro imediato. A falta de conhecimento limita a eficácia do raciocínio.
Não estou dizendo que possamos desprezar a razão. Afinal, foi Deus quem no-la deu para que fôssemos superiores às demais criaturas terrenas. A ordem de não se estribar no entendimento não significa que devamos desprezá-lo. Entretanto, é necessário que compreendamos que existe o campo da razão e o campo da fé, embora haja uma considerável interseção entre ambos.
CONCILIAÇÃO PARCIAL
Fé e razão caminham juntas até certo ponto. Daí se falar em “culto racional” (Rm.12.1) e “razão da esperança” (I Pd.3.15), passíveis de explicação e compreensão (Pv.1.2; 1.6; 2.5; 2.9; 14.8). A fé não pode ser uma crença cega em qualquer afirmação que se faça a respeito de questões incompreensíveis. Se assim for, voltamos à estaca zero, acreditando em falsas teorias “científicas” e todo tipo de heresia.
A fé autêntica é a crença e a confiança em Deus, de acordo com o que a bíblia ensina. Como podemos confiar assim nesse livro, descartando outras idéias sobre divindade e espiritualidade? Em primeiro lugar, podemos crer porque aquilo que a bíblia diz funciona. Mediante a operação do poder de Deus, de acordo com a prescrição bíblica, os enfermos são curados, os cegos enxergam, os paralíticos andam e vidas são transformadas para a prática da justiça através do amor. Os sinais dependem da fé, mas olhando no sentido inverso, a fé é justificada e fortalecida pelos sinais.
Viver pela fé não significa confiar em ilusões. A ação de Deus é real na vida de todo aquele que crê. Quando vemos os resultados da fé, então a nossa razão toma conhecimento dos mesmos e, embora não possa explicá-los, também não pode negá-los.
Nossa razão nos dá segurança para caminhar, mas a fé nos faz voar. Andando pela razão, teremos firmeza aparente, mas não iremos muito longe nas questões espirituais. Em nossa vida com Deus, podemos até entender o próximo passo, mas não temos como compreender todo o caminho (Pv.20.24). Por isso, precisamos da fé.
Nossa fé não dependerá da razão, mas não será necessariamente contrária a ela. Vamos além da razão, mas nem sempre estaremos contra a razão. O bom senso não pode ser abandonado, exceto em situações necessárias, quando se faz algo aparentemente absurdo por causa de uma ordem de Deus. Foi o caso de Noé construindo a arca. Em casos extremos como esse, é imprescindível uma ordem direta de Deus, de modo que não haja nenhuma dúvida. Entretanto, algumas pessoas fazem loucuras em nome de Jesus sem que ele lhas tenha mandado. Nesse caso, a razão e a fé foram abandonadas e a presunção tomou o seu lugar. Precisamos, sempre que possível, conciliar a fé e a razão. Se abandonarmos uma das duas, correremos em direção ao fanatismo ou ao racionalismo.
A RAZÃO PODE SE TORNAR OBSTÁCULO PARA A FÉ
Aquele que crê em Deus não está imune ao uso indevido da razão. Quando o Senhor nos dá uma ordem, principalmente através dos mandamentos bíblicos, usamos a razão para compreender o que fazer. Entretanto, ela pode nos atrapalhar quando tentamos entender o porquê daquela ordem ou os motivos de Deus. Esse tipo de raciocínio pode nos conduzir à desobediência. Quando Deus mandou Noé construir a arca ou quando ordenou que Abraão sacrificasse Isaque, eles não usaram a razão para tentar entender a ordem divina. Apenas tomaram as providências necessárias ao seu cumprimento. O fator decisivo foi que eles conheciam a Deus e sabiam exatamente quem estava mandando.
Quando colocamos a razão em primeiro lugar, criamos obstáculos à operação de milagres. Pela fé, estejamos certos da ação de Deus em nossas vidas, não tentando descobrir como ou porque Deus vai agir.
Somos como crianças diante dele. Imagine se os filhos dependessem de compreender todas as ordens de seus pais em todos os seus detalhes? Se, para comer verduras, o filho precisasse fazer um curso de nutrição, talvez morresse antes da próxima refeição. Entretanto, o filho conhece o pai e por isso confia e obedece.
Os ateus percebem o limite de sua dependência da razão quando se encontram num leito de enfermidade. Deus tem suas maneiras de convencer o homem. Nessa hora, pode ser que alguns se rendam à necessidade da fé. Entretanto, não é necessário esperar por isso. Renda-se ao Senhor enquanto é tempo, sabendo que a nossa vida é tão breve e que cada um de nós é um ponto insignificante no universo. Como poderíamos, com a nossa razão, compreender Deus ou negar a sua existência?
CONFIE NO SENHOR
“Confia no Senhor de todo o teu coração”, assim como uma criança confia no seu pai. “Não se turbe o vosso coração”, disse Jesus, “credes em Deus; crede também em mim”. Descanse no Senhor, mesmo não compreendendo a situação atual. Creia que “todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus”.
A confiança em Deus não elimina a oração. Pelo contrário, é por confiarmos no Senhor que levamos a ele os nossos pedidos. Em seguida, precisamos aprender a usufruir o descanso que a confiança proporciona. A criança confia no pai e por isso descansa, não se preocupando com o alimento do dia seguinte.
Quando entramos em um ônibus e dormimos, estamos confiando nossas vidas aos cuidados do motorista. Confiemos em Deus, entregando-lhe a direção da nossa existência. Confiança é um dos aspectos da fé. Contudo, confiar é mais do que crer simplesmente. Confiar é entregar-se.
O descanso daquele que confia não deve ser confundido com negligência. A confiança no Senhor não serve como desculpa para a preguiça. A fé conduz à ação e não à inércia. Devemos fazer tudo o que estiver ao nosso alcance e depois descansar em Deus, confiando que ele cuidará daquilo que nós não podemos fazer.
A razão do enfermo lhe diz que a morte é certa. Pela fé buscamos a cura.
A razão pode produzir desespero. A fé é inseparável da esperança.
A razão avalia as circunstâncias. A fé se baseia na palavra de Deus.
A razão anuncia a derrota. A fé proclama a vitória.
“Confia no Senhor de todo o teu coração, e não te estribes no teu próprio entendimento” (Pv.3.5). ”
Muitos desprezam a fé em Deus e vivem guiados por sua própria razão. Estão firmados no entendimento intelectual, como se este fosse totalmente eficaz e confiável para todos os fins. Trata-se de uma forma de antropocentrismo.
“Estribar” significa “firmar-se”, “apoiar-se” em algo. Quando se vai montar num cavalo, coloca-se o pé no estribo, que é o ponto de apoio para se tomar o impulso necessário à montaria. O mesmo equipamento ajuda no equilíbrio do cavaleiro durante a cavalgada. Alguns automóveis também possuem uma peça com este nome localizada no limiar da porta. Qual é o nosso “estribo” na vida? Em que nos firmamos para fazer nossas escolhas, tomar nossas decisões e determinar o nosso destino? Se nos firmarmos em algo instável, poderemos ser vítimas de uma queda perigosa ou até fatal. Será que a razão humana é suficiente para garantir nosso êxito em todas as áreas?
OS LIMITES DA RAZÃO
O raciocínio é poderoso, porém limitado. A vida, a morte e o universo não podem ser explicados pelo homem. Por quê? A mente possui uma capacidade impressionante para processar informações. Entretanto, não temos à nossa disposição todos os dados sobre todos os assuntos, principalmente no que tange à espiritualidade. E quando recebemos algum conhecimento nesse sentido, faltam-nos parâmetros de avaliação, pois a nossa lógica está restrita a elementos terrenos.
Até no campo natural, estamos bastante limitados. A ciência, por mais avançada que esteja, não sabe como funciona o cérebro de uma pulga. É verdade que muitas descobertas úteis e invenções extraordinárias têm sido produzidas, mas tudo isso está localizado dentro de um limite intransponível. Os cientistas têm muitas teorias sobre os mais variados assuntos que, muitas vezes, são apregoadas como verdades absolutas. Entretanto, em alguns casos, são apenas especulações. Incluímos aí as teorias sobre a origem da vida, a teoria da evolução e outras que pretendem explicar o comportamento humano. A verdade é que o homem não conhece muito bem a si mesmo. Sabe quase nada sobre seu passado e não tem controle sobre seu futuro imediato. A falta de conhecimento limita a eficácia do raciocínio.
Não estou dizendo que possamos desprezar a razão. Afinal, foi Deus quem no-la deu para que fôssemos superiores às demais criaturas terrenas. A ordem de não se estribar no entendimento não significa que devamos desprezá-lo. Entretanto, é necessário que compreendamos que existe o campo da razão e o campo da fé, embora haja uma considerável interseção entre ambos.
CONCILIAÇÃO PARCIAL
Fé e razão caminham juntas até certo ponto. Daí se falar em “culto racional” (Rm.12.1) e “razão da esperança” (I Pd.3.15), passíveis de explicação e compreensão (Pv.1.2; 1.6; 2.5; 2.9; 14.8). A fé não pode ser uma crença cega em qualquer afirmação que se faça a respeito de questões incompreensíveis. Se assim for, voltamos à estaca zero, acreditando em falsas teorias “científicas” e todo tipo de heresia.
A fé autêntica é a crença e a confiança em Deus, de acordo com o que a bíblia ensina. Como podemos confiar assim nesse livro, descartando outras idéias sobre divindade e espiritualidade? Em primeiro lugar, podemos crer porque aquilo que a bíblia diz funciona. Mediante a operação do poder de Deus, de acordo com a prescrição bíblica, os enfermos são curados, os cegos enxergam, os paralíticos andam e vidas são transformadas para a prática da justiça através do amor. Os sinais dependem da fé, mas olhando no sentido inverso, a fé é justificada e fortalecida pelos sinais.
Viver pela fé não significa confiar em ilusões. A ação de Deus é real na vida de todo aquele que crê. Quando vemos os resultados da fé, então a nossa razão toma conhecimento dos mesmos e, embora não possa explicá-los, também não pode negá-los.
Nossa razão nos dá segurança para caminhar, mas a fé nos faz voar. Andando pela razão, teremos firmeza aparente, mas não iremos muito longe nas questões espirituais. Em nossa vida com Deus, podemos até entender o próximo passo, mas não temos como compreender todo o caminho (Pv.20.24). Por isso, precisamos da fé.
Nossa fé não dependerá da razão, mas não será necessariamente contrária a ela. Vamos além da razão, mas nem sempre estaremos contra a razão. O bom senso não pode ser abandonado, exceto em situações necessárias, quando se faz algo aparentemente absurdo por causa de uma ordem de Deus. Foi o caso de Noé construindo a arca. Em casos extremos como esse, é imprescindível uma ordem direta de Deus, de modo que não haja nenhuma dúvida. Entretanto, algumas pessoas fazem loucuras em nome de Jesus sem que ele lhas tenha mandado. Nesse caso, a razão e a fé foram abandonadas e a presunção tomou o seu lugar. Precisamos, sempre que possível, conciliar a fé e a razão. Se abandonarmos uma das duas, correremos em direção ao fanatismo ou ao racionalismo.
A RAZÃO PODE SE TORNAR OBSTÁCULO PARA A FÉ
Aquele que crê em Deus não está imune ao uso indevido da razão. Quando o Senhor nos dá uma ordem, principalmente através dos mandamentos bíblicos, usamos a razão para compreender o que fazer. Entretanto, ela pode nos atrapalhar quando tentamos entender o porquê daquela ordem ou os motivos de Deus. Esse tipo de raciocínio pode nos conduzir à desobediência. Quando Deus mandou Noé construir a arca ou quando ordenou que Abraão sacrificasse Isaque, eles não usaram a razão para tentar entender a ordem divina. Apenas tomaram as providências necessárias ao seu cumprimento. O fator decisivo foi que eles conheciam a Deus e sabiam exatamente quem estava mandando.
Quando colocamos a razão em primeiro lugar, criamos obstáculos à operação de milagres. Pela fé, estejamos certos da ação de Deus em nossas vidas, não tentando descobrir como ou porque Deus vai agir.
Somos como crianças diante dele. Imagine se os filhos dependessem de compreender todas as ordens de seus pais em todos os seus detalhes? Se, para comer verduras, o filho precisasse fazer um curso de nutrição, talvez morresse antes da próxima refeição. Entretanto, o filho conhece o pai e por isso confia e obedece.
Os ateus percebem o limite de sua dependência da razão quando se encontram num leito de enfermidade. Deus tem suas maneiras de convencer o homem. Nessa hora, pode ser que alguns se rendam à necessidade da fé. Entretanto, não é necessário esperar por isso. Renda-se ao Senhor enquanto é tempo, sabendo que a nossa vida é tão breve e que cada um de nós é um ponto insignificante no universo. Como poderíamos, com a nossa razão, compreender Deus ou negar a sua existência?
CONFIE NO SENHOR
“Confia no Senhor de todo o teu coração”, assim como uma criança confia no seu pai. “Não se turbe o vosso coração”, disse Jesus, “credes em Deus; crede também em mim”. Descanse no Senhor, mesmo não compreendendo a situação atual. Creia que “todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus”.
A confiança em Deus não elimina a oração. Pelo contrário, é por confiarmos no Senhor que levamos a ele os nossos pedidos. Em seguida, precisamos aprender a usufruir o descanso que a confiança proporciona. A criança confia no pai e por isso descansa, não se preocupando com o alimento do dia seguinte.
Quando entramos em um ônibus e dormimos, estamos confiando nossas vidas aos cuidados do motorista. Confiemos em Deus, entregando-lhe a direção da nossa existência. Confiança é um dos aspectos da fé. Contudo, confiar é mais do que crer simplesmente. Confiar é entregar-se.
O descanso daquele que confia não deve ser confundido com negligência. A confiança no Senhor não serve como desculpa para a preguiça. A fé conduz à ação e não à inércia. Devemos fazer tudo o que estiver ao nosso alcance e depois descansar em Deus, confiando que ele cuidará daquilo que nós não podemos fazer.
A razão do enfermo lhe diz que a morte é certa. Pela fé buscamos a cura.
A razão pode produzir desespero. A fé é inseparável da esperança.
A razão avalia as circunstâncias. A fé se baseia na palavra de Deus.
A razão anuncia a derrota. A fé proclama a vitória.
O Consolador
E, quando ele viver, convencerá o mundo do pecado, e da justiça, e do juízo (Jo 16.7-14).
Quando o Espírito Santo vier, i.e., por ocasião do Pentecoste, soa obra principal no tocante ao testemunho e à proclamação do evangelho, será a de “convencer” do pecado. Este termo “convencer” (gr. Elencho) significa “expor”, “reprovar”, “refutar” e “convencer” (do pecado).
A obra de convicção realizada pelo Espírito Santo opera em três aspectos em relação ao pecador:
(a) O pecado. O Espírito Santo desmascara e reprova a incredulidade e o pecado, a fim de despertar a consciência da culpa e da necessidade de perdão. Isto, constantemente, leva o pecador ao arrependimento genuíno e à conversão a Jesus como Salvador e Senhor (At 2.37,38). A convicção não somente desmascara o pecado, como também torna claro quais serão os resultados pavorosos se os culpados persistirem na prática do mal. Uma vez convicto, necessário é que o pecador faça sua escolha.
(b) A justiça. O Espírito Santo convence os homens de que Jesus é o santo Filho de Deus que os torna conscientes do padrão divino da justiça em Cristo. Esse padrão divino da justiça é confrontado contra o pecado e a pessoa recebe poder para vencer o mundo (At 3.12-16; 7.51-60; 17.31; 1 Pe 3.18).
(c) O juízo. Trata-se da obra do Espírito ao convencer os homens da derrota de Satanás na cruz (Jo 12.31; 16.11), do juízo atual do mundo por Deus (Rm 1.18-32), do juízo futuro de todos os homens (Mt 16.27; At 17.31; 24,25; Rm 14.10; 1 Co 6.2; 2 Co 5.10; Jd 14).
A obra do Espírito de convencer do pecado e da justiça e do juízo será manifestada em todos os crentes verdadeiramente cheios do Espírito. Cristo, cheio do Espírito (Lc 4.1), testificou ao mundo “que as suas obras são más” (ver Jo 7.7; 15.18) e chamava os homens ao arrependimento do pecado (Mt 4.17). João Batista “cheio do Espírito Santo” desde seu nascimento (ver Lc 1.15), expunha os pecados do povo judaico (ver Mt 11.7; Lc 3.1-20) e Pedro, “cheio do Espírito Santo” (At 2.4), convencia os corações de 3.000 pecadores, ao pregar o arrependimento e o perdão dos pecados (At 2.37-41).
Este texto deixa bem claro que qualquer pregador ou igreja que não expõe publicamente o pecado, nem a responsabilidade do pecador, nem o conclama ao arrependimento e à retidão bíblica, não procede do Espírito Santo. Em 1 Co 14.24,25 declara explicitamente que a presença de Deus na congregação é reconhecida pela manifestação do pecado do infiel (i.e., os segredos do seu coração), pela sua conseqüente convicção (v. 24) e pela sua salvação (v.25).
“Ele vos guiará em toda a verdade” - A obra do Espírito Santo quanto a convencer do pecado não concerne somente ao incrédulo (Jo 16.7,8), mas também ao crente e à igreja, ensinando, corrigindo e guiando na verdade (Mt 18.15; 1 Tm 5.20; Ap 3.19).
O Espírito Santo falará ao crente concernente ao pecado, à justiça de Cristo e ao julgamento da maldade com vistas a: (a) conformar o crente a Cristo e aos seus padrões de justiça (cf. 2 Co 3.18); (b) guiá-lo em toda verdade (v.13); e (c) glorificar a Cristo (v.14). Deste modo, o Espírito Santo opera no crente para reproduzir no seu viver a vida santa de Cristo.
Se o crente cheio do Espírito Santo rejeita a sua direção e sua operação de convencer do pecado, e se o crente não mortifica as obras da carne mediante o Espírito Santo, morrerá espiritualmente (Rm 8.13a). Somente os que recebem a verdade e são “guiados pelo Espírito de Deus” são filhos de Deus (Rm 8.14), e assim podem continuar na plenitude do Espírito Santo. O pecado arruína a vida espiritual e igualmente a plenitude do Espírito Santo no crente (Rm 6.23; 8.13; Gl 5.17; cf. Ef 5.18; 1 Ts 5.19).
E, quando ele viver, convencerá o mundo do pecado, e da justiça, e do juízo (Jo 16.7-14).
Quando o Espírito Santo vier, i.e., por ocasião do Pentecoste, soa obra principal no tocante ao testemunho e à proclamação do evangelho, será a de “convencer” do pecado. Este termo “convencer” (gr. Elencho) significa “expor”, “reprovar”, “refutar” e “convencer” (do pecado).
A obra de convicção realizada pelo Espírito Santo opera em três aspectos em relação ao pecador:
(a) O pecado. O Espírito Santo desmascara e reprova a incredulidade e o pecado, a fim de despertar a consciência da culpa e da necessidade de perdão. Isto, constantemente, leva o pecador ao arrependimento genuíno e à conversão a Jesus como Salvador e Senhor (At 2.37,38). A convicção não somente desmascara o pecado, como também torna claro quais serão os resultados pavorosos se os culpados persistirem na prática do mal. Uma vez convicto, necessário é que o pecador faça sua escolha.
(b) A justiça. O Espírito Santo convence os homens de que Jesus é o santo Filho de Deus que os torna conscientes do padrão divino da justiça em Cristo. Esse padrão divino da justiça é confrontado contra o pecado e a pessoa recebe poder para vencer o mundo (At 3.12-16; 7.51-60; 17.31; 1 Pe 3.18).
(c) O juízo. Trata-se da obra do Espírito ao convencer os homens da derrota de Satanás na cruz (Jo 12.31; 16.11), do juízo atual do mundo por Deus (Rm 1.18-32), do juízo futuro de todos os homens (Mt 16.27; At 17.31; 24,25; Rm 14.10; 1 Co 6.2; 2 Co 5.10; Jd 14).
A obra do Espírito de convencer do pecado e da justiça e do juízo será manifestada em todos os crentes verdadeiramente cheios do Espírito. Cristo, cheio do Espírito (Lc 4.1), testificou ao mundo “que as suas obras são más” (ver Jo 7.7; 15.18) e chamava os homens ao arrependimento do pecado (Mt 4.17). João Batista “cheio do Espírito Santo” desde seu nascimento (ver Lc 1.15), expunha os pecados do povo judaico (ver Mt 11.7; Lc 3.1-20) e Pedro, “cheio do Espírito Santo” (At 2.4), convencia os corações de 3.000 pecadores, ao pregar o arrependimento e o perdão dos pecados (At 2.37-41).
Este texto deixa bem claro que qualquer pregador ou igreja que não expõe publicamente o pecado, nem a responsabilidade do pecador, nem o conclama ao arrependimento e à retidão bíblica, não procede do Espírito Santo. Em 1 Co 14.24,25 declara explicitamente que a presença de Deus na congregação é reconhecida pela manifestação do pecado do infiel (i.e., os segredos do seu coração), pela sua conseqüente convicção (v. 24) e pela sua salvação (v.25).
“Ele vos guiará em toda a verdade” - A obra do Espírito Santo quanto a convencer do pecado não concerne somente ao incrédulo (Jo 16.7,8), mas também ao crente e à igreja, ensinando, corrigindo e guiando na verdade (Mt 18.15; 1 Tm 5.20; Ap 3.19).
O Espírito Santo falará ao crente concernente ao pecado, à justiça de Cristo e ao julgamento da maldade com vistas a: (a) conformar o crente a Cristo e aos seus padrões de justiça (cf. 2 Co 3.18); (b) guiá-lo em toda verdade (v.13); e (c) glorificar a Cristo (v.14). Deste modo, o Espírito Santo opera no crente para reproduzir no seu viver a vida santa de Cristo.
Se o crente cheio do Espírito Santo rejeita a sua direção e sua operação de convencer do pecado, e se o crente não mortifica as obras da carne mediante o Espírito Santo, morrerá espiritualmente (Rm 8.13a). Somente os que recebem a verdade e são “guiados pelo Espírito de Deus” são filhos de Deus (Rm 8.14), e assim podem continuar na plenitude do Espírito Santo. O pecado arruína a vida espiritual e igualmente a plenitude do Espírito Santo no crente (Rm 6.23; 8.13; Gl 5.17; cf. Ef 5.18; 1 Ts 5.19).
Os Anjos, Nossos Ministradores
Hebreus 1:14 - Não são porventura todos eles espíritos ministradores, enviados para servir a favor daqueles que hão de herdar a salvação?
Não existe tanta explicação bíblica sobre os anjos, quanto alguns de nós gostaríamos de ter. Uma delas, porém, é bastante clara e confortadora: "Os anjos não são, todos eles, espíritos ministradores enviados para servir aqueles que hão de herdar a salvação?" (Hebreus 1:14).
Há pessoas que resolveram adorar os anjos. Afinal de contas, dizem elas, eles são espíritos poderosos. E que têm a permissão do Senhor, no sentido de trabalhar em favor dos homens. Só que a Bíblia ensina, também, que nem todos os anjos são bons. Um respeitável grupo de anjos, comandados por Lúcifer, quer mais é que os humanos se danem no inferno, junto com eles.
O que a Bíblia ensina é que as pessoas sinceras, que querem obedecer ao Senhor, devem relacionar-se diretamente com Ele, por intermédio de Jesus Cristo. As pessoas que aceitam a Cristo gozam da segurança espiritual do Santo Espírito. E, por causa desta condição de filhos adotivos do Senhor, passam a ser ministradas pelos anjos bons. Mesmo não sabendo exatamente como os anjos operam, quando nos servem, é reconfortante saber que os servos do Senhor trabalham por nós. Crentes genuínos sempre recebem ajuda angélica poderosa.
Hebreus 1:14 - Não são porventura todos eles espíritos ministradores, enviados para servir a favor daqueles que hão de herdar a salvação?
Não existe tanta explicação bíblica sobre os anjos, quanto alguns de nós gostaríamos de ter. Uma delas, porém, é bastante clara e confortadora: "Os anjos não são, todos eles, espíritos ministradores enviados para servir aqueles que hão de herdar a salvação?" (Hebreus 1:14).
Há pessoas que resolveram adorar os anjos. Afinal de contas, dizem elas, eles são espíritos poderosos. E que têm a permissão do Senhor, no sentido de trabalhar em favor dos homens. Só que a Bíblia ensina, também, que nem todos os anjos são bons. Um respeitável grupo de anjos, comandados por Lúcifer, quer mais é que os humanos se danem no inferno, junto com eles.
O que a Bíblia ensina é que as pessoas sinceras, que querem obedecer ao Senhor, devem relacionar-se diretamente com Ele, por intermédio de Jesus Cristo. As pessoas que aceitam a Cristo gozam da segurança espiritual do Santo Espírito. E, por causa desta condição de filhos adotivos do Senhor, passam a ser ministradas pelos anjos bons. Mesmo não sabendo exatamente como os anjos operam, quando nos servem, é reconfortante saber que os servos do Senhor trabalham por nós. Crentes genuínos sempre recebem ajuda angélica poderosa.
terça-feira, 25 de agosto de 2009
Feliz quem proclama a salvação, Mt 5.9
Bem aventurados os que promovem a paz, porque serão chamados filhos de Deus
A Igreja do Senhor Jesus recebeu do Mestre a missão de discipular as nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo (Mt 28.19). Paulo, o apóstolo, ao descrever essa singularidade dos cristãos, afirmou que nós recebemos de Deus o ministério e a palavra da reconciliação (2 Co 5.18), pelo qual afirmamos: “(...) rogamos por, por Cristo, que vos reconcilieis com Deus” (vv.20). A igreja, como embaixadora do Amado, deve promover a paz entre a criatura e o Seu Criador, através da preciosa mensagem de salvação.
Paz, fruto da justificação
Jesus foi enfático em declarar que todos aqueles que promovem a paz serão chamados filhos de Deus. Porém, muitos pacificadores há, neste mundo, que de fato, não tem parte com o reino e nem com a filiação divina. Teria Jesus errado em sua declaração?
Não! A paz afirmada pelo Senhor é aquela que os crentes gozam, pela graça do Senhor Jesus. Enquanto vivíamos sem Deus, éramos acusados pela consciência, pelo nosso adversário e nossas atitudes apenas traziam para nossas vidas a tristeza da ausência da benção do Senhor. Porém, tudo muda quando confiamos nossa vida a Jesus, confessando-o como Nosso Salvador.
Paulo, escrevendo aos romanos, sabiamente afirmou: “Sendo pois, justificados pela fé, temos paz com Deus, através de Nosso Senhor Jesus Cristo” (Rm 5.1). Esta paz diz respeito a um relacionamento limpo com Deus, promovido pela salvação que nos é dada gratuitamente através do Salvador. Assim, entendemos que as pessoas que promovem esta paz, fruto da proclamação da salvação em Cristo, serão conhecidas como filhos de Deus.
Promova a paz
Muitas pessoas têm perecido sem salvação. Se você avaliar profundamente a vida dos viciados, dos marginalizados e de grupos minoritários dentro da sociedade, a coisa mais interessante que você verá em comum é que todas procuram paz.
E nós, que somos filhos de Deus e conhecemos, de fato, a paz em Cristo, somos os únicos que podemos outorgar paz às pessoas. Como? Anunciando a salvação através de Jesus. Esse ministério foi efetuado por nosso Mestre e continua sendo realizado por Sua Igreja.
Onde você estiver, pelo meio que for disponível a você, anuncie a graça do Salvador. Você pode não conhecer nada de teologia, mas se tiver uma história de fé com Cristo e um encontro pessoal com Ele, poderá conduzir multidões aos caminhos santos de Deus. Se você quiser ser conhecido como um filho do Pai Celestial, é vital você se preocupar com o destino eterno das pessoas. Sendo assim, empenhe-se em promover a preciosa paz de Deus a toda a humanidade.
Ao invés de polemizar, pacifique! Essa é a marca dos filhos do Altíssimo
Bem aventurados os que promovem a paz, porque serão chamados filhos de Deus
A Igreja do Senhor Jesus recebeu do Mestre a missão de discipular as nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo (Mt 28.19). Paulo, o apóstolo, ao descrever essa singularidade dos cristãos, afirmou que nós recebemos de Deus o ministério e a palavra da reconciliação (2 Co 5.18), pelo qual afirmamos: “(...) rogamos por, por Cristo, que vos reconcilieis com Deus” (vv.20). A igreja, como embaixadora do Amado, deve promover a paz entre a criatura e o Seu Criador, através da preciosa mensagem de salvação.
Paz, fruto da justificação
Jesus foi enfático em declarar que todos aqueles que promovem a paz serão chamados filhos de Deus. Porém, muitos pacificadores há, neste mundo, que de fato, não tem parte com o reino e nem com a filiação divina. Teria Jesus errado em sua declaração?
Não! A paz afirmada pelo Senhor é aquela que os crentes gozam, pela graça do Senhor Jesus. Enquanto vivíamos sem Deus, éramos acusados pela consciência, pelo nosso adversário e nossas atitudes apenas traziam para nossas vidas a tristeza da ausência da benção do Senhor. Porém, tudo muda quando confiamos nossa vida a Jesus, confessando-o como Nosso Salvador.
Paulo, escrevendo aos romanos, sabiamente afirmou: “Sendo pois, justificados pela fé, temos paz com Deus, através de Nosso Senhor Jesus Cristo” (Rm 5.1). Esta paz diz respeito a um relacionamento limpo com Deus, promovido pela salvação que nos é dada gratuitamente através do Salvador. Assim, entendemos que as pessoas que promovem esta paz, fruto da proclamação da salvação em Cristo, serão conhecidas como filhos de Deus.
Promova a paz
Muitas pessoas têm perecido sem salvação. Se você avaliar profundamente a vida dos viciados, dos marginalizados e de grupos minoritários dentro da sociedade, a coisa mais interessante que você verá em comum é que todas procuram paz.
E nós, que somos filhos de Deus e conhecemos, de fato, a paz em Cristo, somos os únicos que podemos outorgar paz às pessoas. Como? Anunciando a salvação através de Jesus. Esse ministério foi efetuado por nosso Mestre e continua sendo realizado por Sua Igreja.
Onde você estiver, pelo meio que for disponível a você, anuncie a graça do Salvador. Você pode não conhecer nada de teologia, mas se tiver uma história de fé com Cristo e um encontro pessoal com Ele, poderá conduzir multidões aos caminhos santos de Deus. Se você quiser ser conhecido como um filho do Pai Celestial, é vital você se preocupar com o destino eterno das pessoas. Sendo assim, empenhe-se em promover a preciosa paz de Deus a toda a humanidade.
Ao invés de polemizar, pacifique! Essa é a marca dos filhos do Altíssimo
Feliz quem mantém o coração limpo, Mt 5.8
Bem aventurados os puros de coração, porque eles verão a Deus
Deus é luz, nele não há treva alguma. Em seu caráter, Ele é Santo, em seu trato com a humanidade, Ele é Amor. Os cidadãos do Seu reino se identificam com essas características, procurando manter seu coração a altura do padrão divino, para com isso, poder contemplar a glória do Senhor enquanto vivem neste mundo aguardando a consumação de todas as coisas.
Um coração puro, é possível?
Seria possível manter o coração longe da inveja? Que tipo de repelente afastaria a amargura e seus terríveis males? Como controlar a maldade que tão de perto nos rodeia? Essas são indagações que estão conosco o tempo todo. Quando decidimos servir a Jesus de coração, mesmo uma única mancha em nossa alma já nos perturba e nos faz correr atrás de reparação e perdão.
É no terreno fértil do coração que nascem todas as mazelas que Deus abomina (Mt 15.18). É isso que contamina o homem. No antigo testamento, a pureza de coração já era considerada vital para se habitar na presença de Deus (Sl 24.4). Como alcançar esse padrão tão elevado de santificação, num mundo como o nosso?
Imagine um móvel antigo do seu lar. O simples fato de você não mexer com ele não garante que ele permanecerá diariamente limpo. Se você quiser garantir a higiene do local, deverá passar um pano umedecido com algum produto de limpeza, pelo menos uma vez por dia, para tirar a poeira que se acumula. Guardar o coração exige o mesmo cuidado. É muito bom, ao término de cada dia, avaliarmos as motivações que tivemos e os sentimentos que tem ocupado nossa mente e entender de onde se origina cada um deles. Caso alguma mácula seja identificada, podemos passar o “paninho” da misericórdia de Deus com o melhor produto que existe, que é o sangue de Jesus!
Esse cuidado deve ser diário
É bom avaliar a fé diariamente. Não tornando esse ato, obviamente, uma religiosidade vulgar que apenas nos afastará de Deus. Sendo assim, ao término de cada dia, ajoelhe-se com a palavra em mãos, ore ao Senhor e, enquanto saboreia o alimento celestial, confronte a mensagem do Pai com o seu dia. Veja onde você acertou, onde você errou. E quando encontrar uma falha (acredite, você encontrará muitas), peça ao Senhor o perdão, que Ele graciosamente concederá.
Exercite diariamente também o amor. Onde há amoroso trato, há abundância de pureza. Quem se empenha em amar repele os sentimentos carnais. Muitas vidas são totalmente curadas quando entram em contato com gestos piedosos de crentes em Jesus. Há multidões de vidas que gostariam de ganhar um pequeno abraço. Faça isso. O constante contato com pessoas que sofrem o fará rever valores pessoais e aos poucos, arrancará do seu coração sentimentos como a ingratidão e a inveja. Um coração puro se alcança quando o homem, em uma determinada circunstância, é capaz de enxergar todos os benefícios da amorosa graça de Deus. E, esta pureza se manterá pelo constante exercício da vida ensinada pelo Senhor Jesus.
Veja a Deus
Você não será capaz de enxergar a Deus com seus olhos carnais. Se Deus se agraciar de você, tu poderás ter vislumbres celestiais que são apenas sombras da plenitude divina. Mas, quando mantemos o coração puro, o mundo espiritual se descortina diante de nossos olhos. O azul do céu ganha outro significado. O brilho nos olhos das crianças são manifestações do radiante brilho divino. O amor praticado é o convívio com Deus. Os livramentos tornam-se ação de anjos. A salvação do pecador torna-se nossa filosofia de vida. Um coração puro desafia, mas vale a pena!
Bem aventurados os puros de coração, porque eles verão a Deus
Deus é luz, nele não há treva alguma. Em seu caráter, Ele é Santo, em seu trato com a humanidade, Ele é Amor. Os cidadãos do Seu reino se identificam com essas características, procurando manter seu coração a altura do padrão divino, para com isso, poder contemplar a glória do Senhor enquanto vivem neste mundo aguardando a consumação de todas as coisas.
Um coração puro, é possível?
Seria possível manter o coração longe da inveja? Que tipo de repelente afastaria a amargura e seus terríveis males? Como controlar a maldade que tão de perto nos rodeia? Essas são indagações que estão conosco o tempo todo. Quando decidimos servir a Jesus de coração, mesmo uma única mancha em nossa alma já nos perturba e nos faz correr atrás de reparação e perdão.
É no terreno fértil do coração que nascem todas as mazelas que Deus abomina (Mt 15.18). É isso que contamina o homem. No antigo testamento, a pureza de coração já era considerada vital para se habitar na presença de Deus (Sl 24.4). Como alcançar esse padrão tão elevado de santificação, num mundo como o nosso?
Imagine um móvel antigo do seu lar. O simples fato de você não mexer com ele não garante que ele permanecerá diariamente limpo. Se você quiser garantir a higiene do local, deverá passar um pano umedecido com algum produto de limpeza, pelo menos uma vez por dia, para tirar a poeira que se acumula. Guardar o coração exige o mesmo cuidado. É muito bom, ao término de cada dia, avaliarmos as motivações que tivemos e os sentimentos que tem ocupado nossa mente e entender de onde se origina cada um deles. Caso alguma mácula seja identificada, podemos passar o “paninho” da misericórdia de Deus com o melhor produto que existe, que é o sangue de Jesus!
Esse cuidado deve ser diário
É bom avaliar a fé diariamente. Não tornando esse ato, obviamente, uma religiosidade vulgar que apenas nos afastará de Deus. Sendo assim, ao término de cada dia, ajoelhe-se com a palavra em mãos, ore ao Senhor e, enquanto saboreia o alimento celestial, confronte a mensagem do Pai com o seu dia. Veja onde você acertou, onde você errou. E quando encontrar uma falha (acredite, você encontrará muitas), peça ao Senhor o perdão, que Ele graciosamente concederá.
Exercite diariamente também o amor. Onde há amoroso trato, há abundância de pureza. Quem se empenha em amar repele os sentimentos carnais. Muitas vidas são totalmente curadas quando entram em contato com gestos piedosos de crentes em Jesus. Há multidões de vidas que gostariam de ganhar um pequeno abraço. Faça isso. O constante contato com pessoas que sofrem o fará rever valores pessoais e aos poucos, arrancará do seu coração sentimentos como a ingratidão e a inveja. Um coração puro se alcança quando o homem, em uma determinada circunstância, é capaz de enxergar todos os benefícios da amorosa graça de Deus. E, esta pureza se manterá pelo constante exercício da vida ensinada pelo Senhor Jesus.
Veja a Deus
Você não será capaz de enxergar a Deus com seus olhos carnais. Se Deus se agraciar de você, tu poderás ter vislumbres celestiais que são apenas sombras da plenitude divina. Mas, quando mantemos o coração puro, o mundo espiritual se descortina diante de nossos olhos. O azul do céu ganha outro significado. O brilho nos olhos das crianças são manifestações do radiante brilho divino. O amor praticado é o convívio com Deus. Os livramentos tornam-se ação de anjos. A salvação do pecador torna-se nossa filosofia de vida. Um coração puro desafia, mas vale a pena!
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
O que acontecerá quando eu morrer?
O mistério que há em torno da morte ajuda a fazer da “morte” uma das nossas palavras mais temidas. O temor é natural quando se trata do desconhecido, mas somos informados acerca da morte. O mundo diz que a morte não pode ser vencida; viva o presente. Deus diz que a morte pode ser uma amiga se estivermos preparados. Podemos encarar a morte com previsão, e não com medo. Aliviemo-nos recorrendo às Escrituras.
A morte significa separação. A morte ocorre quando o corpo se separa do espírito (Tiago 2:26). Isso aconteceu a Jesus. Seu corpo foi colocado numa sepultura, mas seu espírito foi para o Hades (Atos 2:31). Jesus chamou esse lugar para os espíritos de Paraíso (Lucas 23:43).
A ressurreição de Jesus mudou a morte para sempre. O diabo tinha o poder da morte sobre o homem, mantendo este escravo (Hebreus 2:14-15). Jesus libertou o homem das cadeias do medo. Como? Ele libertou o homem dizendo-lhe exatamente o que acontece e apresentando uma maneira de vitória. Não há manifestação maior dessa esperança do que em Apocalipse 1. O apóstolo João escreve a um grupo que estava desanimado e oprimido. Ele transmite as palavras de Cristo: “Eu sou . . . aquele que vive; estive morto, mas eis que estou vivo pelos séculos dos séculos e tenho as chaves da morte e do inferno” (Apocalipse 1:17-18). Jesus tem esse grande poder de dar consolo e ânimo a seus seguidores. Se vivermos escravos da morte, perderemos a grande alegria de servir a Cristo.
O que nós, como cristãos, podemos ter como certo quando morrermos? Deixaremos para trás a doença e o sofrimento. A maioria das pessoas sofre, às vezes durante muito tempo, antes de morrer. Imagine-se num sofrimento indescritível num momento e no próximo estar na presença de Deus! Veja o caso de Estêvão (Atos 7:51-60). Ele está pregando, e as pessoas não querem ouvir. Elas começam a apedrejá-lo violentamente. Ele se revolve de dor à medida que recebe pedra em cima de pedra. Quando a morte chegar, será um amigo ou um inimigo? Seu espírito foi levado a Deus, que enxugou as suas lágrimas (Apocalipse 7:17; veja Lucas 16:22). Que bênção!
Podemos estar certos de que estaremos conscientes. Continuando com Estêvão, o trecho afirma que “adormeceu” (Atos 7:60). Isso não é o “sono da alma” ensinado por alguns. É um eufemismo para “morte”. Jesus disse em João 11:11: “Nosso amigo Lázaro adormeceu, mas vou para despertá-lo”. Quando os discípulos entenderam mal, Jesus disse: “Lázaro morreu” (João 11:14). Ele entendia a morte como algo que traz sossego e descanso em vez de ser um inimigo terrível. Em Lucas 16:19-31, Jesus disse que o rico perverso e Lázaro, o justo, estavam os dois conscientes, um no paraíso, outro no tormento.
A morte significará sermos reintegrados com os nossos queridos que estão com o Senhor. Davi disse acerca de sua criança que partiu: “Eu irei a ela, porém ela não voltará para mim” (2 Samuel 12:23). Não apenas veremos os nossos conhecidos, mas os que foram redimidos em todas as eras (Hebreus 12:22-23). Não será maravilhoso ver e ouvir Abraão, Moisés e Daniel ‒ “espíritos dos justos aperfeiçoados”?
Mas o mais maravilhoso na morte é que ela nos conduzirá à presença de nosso Pai, de Jesus, e do Espírito Santo. Em Apocalipse 7, as multidões que louvam a Deus são aqueles que saíram da grande tribulação (Apocalipse 7:9-10, 14-17). Esta bênção está reservada só para os mártires? Não. Paulo disse que “para mim, o viver é Cristo, e o morrer é lucro” (Filipenses 1:21). Não temos a mesma promessa ‒ que, após a morte, estaremos com Cristo?
Todos os cristãos precisam ver a morte como um começo e não como um fim. Sim, “enquanto no corpo, estamos ausentes do Senhor” (2 Coríntios 5:6) A morte acabará com essa ausência! Sei que queremos ficar aqui para a nossa família e para influenciar outras pessoas, mas não podemos ficar para sempre. Por que não viver e morrer com expectativa?
Não devemos encarar a morte da mesma forma que o mundo a encara. Para o cristão, a morte nos traz alívio do sofrimento, para um estado consciente de bênção, para uma reunião com os amados e para a presença de Deus. Como disse Paulo, isso é “incomparavelmente melhor”. Quando ele foi retirado da prisão, ele viu mais do que um executor (2 Timóteo 4:7-8). Ele viu um momento de dor, depois de glória! Foi glória para ele e deve ser para nós.
O mistério que há em torno da morte ajuda a fazer da “morte” uma das nossas palavras mais temidas. O temor é natural quando se trata do desconhecido, mas somos informados acerca da morte. O mundo diz que a morte não pode ser vencida; viva o presente. Deus diz que a morte pode ser uma amiga se estivermos preparados. Podemos encarar a morte com previsão, e não com medo. Aliviemo-nos recorrendo às Escrituras.
A morte significa separação. A morte ocorre quando o corpo se separa do espírito (Tiago 2:26). Isso aconteceu a Jesus. Seu corpo foi colocado numa sepultura, mas seu espírito foi para o Hades (Atos 2:31). Jesus chamou esse lugar para os espíritos de Paraíso (Lucas 23:43).
A ressurreição de Jesus mudou a morte para sempre. O diabo tinha o poder da morte sobre o homem, mantendo este escravo (Hebreus 2:14-15). Jesus libertou o homem das cadeias do medo. Como? Ele libertou o homem dizendo-lhe exatamente o que acontece e apresentando uma maneira de vitória. Não há manifestação maior dessa esperança do que em Apocalipse 1. O apóstolo João escreve a um grupo que estava desanimado e oprimido. Ele transmite as palavras de Cristo: “Eu sou . . . aquele que vive; estive morto, mas eis que estou vivo pelos séculos dos séculos e tenho as chaves da morte e do inferno” (Apocalipse 1:17-18). Jesus tem esse grande poder de dar consolo e ânimo a seus seguidores. Se vivermos escravos da morte, perderemos a grande alegria de servir a Cristo.
O que nós, como cristãos, podemos ter como certo quando morrermos? Deixaremos para trás a doença e o sofrimento. A maioria das pessoas sofre, às vezes durante muito tempo, antes de morrer. Imagine-se num sofrimento indescritível num momento e no próximo estar na presença de Deus! Veja o caso de Estêvão (Atos 7:51-60). Ele está pregando, e as pessoas não querem ouvir. Elas começam a apedrejá-lo violentamente. Ele se revolve de dor à medida que recebe pedra em cima de pedra. Quando a morte chegar, será um amigo ou um inimigo? Seu espírito foi levado a Deus, que enxugou as suas lágrimas (Apocalipse 7:17; veja Lucas 16:22). Que bênção!
Podemos estar certos de que estaremos conscientes. Continuando com Estêvão, o trecho afirma que “adormeceu” (Atos 7:60). Isso não é o “sono da alma” ensinado por alguns. É um eufemismo para “morte”. Jesus disse em João 11:11: “Nosso amigo Lázaro adormeceu, mas vou para despertá-lo”. Quando os discípulos entenderam mal, Jesus disse: “Lázaro morreu” (João 11:14). Ele entendia a morte como algo que traz sossego e descanso em vez de ser um inimigo terrível. Em Lucas 16:19-31, Jesus disse que o rico perverso e Lázaro, o justo, estavam os dois conscientes, um no paraíso, outro no tormento.
A morte significará sermos reintegrados com os nossos queridos que estão com o Senhor. Davi disse acerca de sua criança que partiu: “Eu irei a ela, porém ela não voltará para mim” (2 Samuel 12:23). Não apenas veremos os nossos conhecidos, mas os que foram redimidos em todas as eras (Hebreus 12:22-23). Não será maravilhoso ver e ouvir Abraão, Moisés e Daniel ‒ “espíritos dos justos aperfeiçoados”?
Mas o mais maravilhoso na morte é que ela nos conduzirá à presença de nosso Pai, de Jesus, e do Espírito Santo. Em Apocalipse 7, as multidões que louvam a Deus são aqueles que saíram da grande tribulação (Apocalipse 7:9-10, 14-17). Esta bênção está reservada só para os mártires? Não. Paulo disse que “para mim, o viver é Cristo, e o morrer é lucro” (Filipenses 1:21). Não temos a mesma promessa ‒ que, após a morte, estaremos com Cristo?
Todos os cristãos precisam ver a morte como um começo e não como um fim. Sim, “enquanto no corpo, estamos ausentes do Senhor” (2 Coríntios 5:6) A morte acabará com essa ausência! Sei que queremos ficar aqui para a nossa família e para influenciar outras pessoas, mas não podemos ficar para sempre. Por que não viver e morrer com expectativa?
Não devemos encarar a morte da mesma forma que o mundo a encara. Para o cristão, a morte nos traz alívio do sofrimento, para um estado consciente de bênção, para uma reunião com os amados e para a presença de Deus. Como disse Paulo, isso é “incomparavelmente melhor”. Quando ele foi retirado da prisão, ele viu mais do que um executor (2 Timóteo 4:7-8). Ele viu um momento de dor, depois de glória! Foi glória para ele e deve ser para nós.
A Vida Eterna no céu
Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. João 3:16
Porquanto Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que julgasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele. João 3:17
E eis uma voz dos céus, que dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo. Mat. 3:17
Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim. João 14: 1.Na casa de meu Pai há muitas moradas. Se assim não fora, eu vo-lo teria dito. Pois vou preparar-vos lugar. João 14:2
E quando eu for, e vos preparar lugar, voltarei e vos receberei para mim mesmo, para que onde eu estou estejais vós também. João 14:3
Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida: ninguém vem ao Pai senão por mim. João 14:6
Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo que, segundo a sua muita misericórdia, nos regenerou para uma viva esperança mediante a ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos; Para uma herança incorruptível, sem mácula inarcescível, reservada nos céus para vós outros que sois guardados pelo poder de Deus, mediante a fé, para salvação preparada para revelação no último tempo.
I Pedro 1:3 a 5
Descida da Nova Jerusalém
Vi novo céu e nova terra, pois o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe.
Vi também a cidade santa, a nova Jerusalém que descia do céu, da parte de Deus, ataviada como noiva adornada para seu esposo. Então ouvi grande voz vinda do trono, dizendo: Eis o tabernáculo de Deus com os homens. Deus habitará com eles. Eles serão povo de Deus e Deus mesmo estará com eles. E lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras cousas passaram. E aquele que está assentado no trono disse: Eis que faço novas todas as cousas. E acrescentou: Escreve, porque estas palavras são fiéis e verdadeiras. Ap.. 21:1 a 5 O vencedor herdará estas cousas e eu lhe serei Deus e ele me será filho. Ap. 21:7
Algumas das Maravilhas da Cidade e da Vida Celestial
* Os salvos desfrutarão da Glória de Deus. Ap. 21:11
* A cidade não precisa nem de sol, nem de lua, para lhe darem claridade, pois a glória de Deus a iluminou, e o cordeiro é sua lâmpada. Ap. 21:23
* Não haverá noite. Ap. 21:25
* Não penetrará cousa alguma contaminada, nem o que pratica abominação e mentira; mas somente os inscritos no livro da vida do Cordeiro. Ap. 21:27
* Há um rio de águas cristalinas. Ap. 22:1
* A árvore da vida está nas margens do rio, dando fruto de mês a mês. Ap.22:2
* Nunca mais haverá qualquer maldição. Ap.22:3
* O salvo estará livre do laço do diabo. I Timóteo 3:7
* O salvo receberá galardão. Ap.22:12
* O tabernáculo de Deus estará com os salvos. Ap.21:3
* Não haverá mais lágrimas, nem morte, nem luto, nem pranto, nem dor. Ap.21:4
* Deus fará novas todas as cousas. Ap.21:5
* Não haverá lembranças das cousas passadas. Isaias 65:17
* Deus não se lembrará dos nossos pecados e das nossas iniquidades. Hebreus 10:17
* O salvo por se manter fiel até a morte, receberá a coroa da vida. Ap.2:10
* O salvo receberá do maná escondido; uma pedrinha branca escrito um nome novo, o qual ninguém conhece, exceto aquele que receber. Ap. 2: 17
* O salvo receberá autoridade sobre as nações e com cetro de ferro as regerá. Ap. 2:26,27
* O salvo receberá vestiduras brancas e seu nome jamais sairá do livro da vida. Ap. 3:5
* O salvo será feito coluna no santuário de Deus, terá gravado sobre si o nome de Deus, a Nova Jerusalém e o novo nome de Jesus Cristo. Ap. 3:12
* A cidade celestial tem o fulgor semelhante a uma pedra preciosíssima como pedra de jaspe cristalina. Ap. 21:11
* Ao salvo será permitido sentar-se com Jesus Cristo no seu trono. Ap. 3: 21
* A cidade celestial é em cima no céu. Colossenses 3:1 Mateus 11: 23
* O salvo terá um corpo celestial; incorruptível e imortal. I Cor. 15:49 e 53
* O salvo cantará louvores a Deus. Ap. 15: 3 e 4
* O salvo tem a companhia de Jesus Cristo todos os dias, até a consumação dos séculos. Mat: 28:20
Quem será salvo segundo a Bíblia Sagrada!
Os que passaram por grande tribulação, lavaram suas vestiduras e alvejaram no sangue do Cordeiro, razão porque se acham diante do trono de Deus e o servem de dia e de noite no seu santuário, e aquele que se assenta no trono estenderá sobre eles o seu tabernáculo. Ap. 7:14,15 Mas agora, libertos do pecado e feitos servos de Deus, tendes o vosso fruto para santificação, e por fim a vida eterna.
*
Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus nosso Senhor. Romanos 6:22,23
*
Portanto agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o espírito. Romanos 8:1
*
Porque a inclinação da carne é morte, mas a inclinação do Espírito é vida e paz. Romanos 8:6
*
Quem ama a sua vida, perdê-la-á, e quem neste mundo odeia a sua vida, guardá-la-á para a vida eterna. João 12:25
Disse Jesus: Em verdade vos digo que ninguém há que tenha deixado casa, ou mulher, ou irmãos, ou pais, ou filhos, por amor do reino de Deus; que não haja de receber no presente muito mais, e no mundo vindouro a vida eterna. Lucas 18:29,30 Então Jesus tornou a falar-lhes, dizendo: Eu sou a luz do mundo; quem me segue, de modo algum andará em trevas, mas terá a luz da vida. João 8:12
*
Portanto esta é a vontade de meu Pai: Que todo aquele que vê o Filho e crê nele, tenha a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia. João 6:40
*
Declarou-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida, quem crê em mim ainda que morra, viverá, e todo aquele que vive e crê em mim jamais morrerá. Crês isto? João 11:25,26.Pelo que também Deus o exaltou soberanamente, e lhe deu o nome que é sobre todo nome; Para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho dos que estão nos céus, e na terra, e debaixo da terra; E toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor, para glória de Deus Pai. Filipenses 2:9 a 11
A Morte Eterna no Inferno
Ouví a palavra do Senhor, vós filhos de Israel, porque o Senhor tem uma contenda com os habitantes da terra; porque nela não há verdade, nem amor, nem conhecimento de Deus.
O que só prevalece é perjurar, mentir, matar, furtar e adulterar; e há arrombamentos e homicídios sobre homicídios. Por isso a terra está de luto, e todo que mora nela desfalece, com os animais do campo e com as aves do céu; e até os peixes do mar perecem. Oseias 4:1 a 3 Eles sairão, e verão os cadáveres dos homens que prevaricaram contra mim porque o seu verme nunca morrerá, nem o seu fogo se apagará; e eles serão um horror para toda a carne. Isaias 66:24
o Muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para a vida eterna, e outros para vergonha e horror eterno. Daniel 12:2
o Então vereis outra vez a diferença entre o justo e o perverso, entre o que serve a Deus e o que não o serve. Malaquias 3:18
o A ira de Deus se revela do céu contra toda impiedade e perversão dos homens que detêm a verdade pela injustiça; Porquanto o que de Deus se pode conhecer é manifesto entre eles, porque Deus lhe manifestou.
o Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o seu eterno poder como também a sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das causas que foram criadas. Tais homens são por isso indesculpáveis.
o Porquanto, tendo conhecimento de Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças, antes se tornaram nulos em seus próprios raciocínios, obscurecendo-se-lhe o coração insensato.
o Inculcando-se por sábios, tornaram-se loucos;
o E mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, bem como de aves, quadrúpedes e répteis. Rom 1:18 a 23
o Pelo que assim diz o senhor Deus: Eis que meus servos comerão, mas vós padecereis fome; os meus servos beberão, mas vós tereis sede; os meus servos se alegrarão, mas vós vos envergonhareis; os meus servos cantarão por terem o coração alegre; mas vós gritareis pela tristeza do vosso coração e uivareis pela angústia de espírito. Isaias 55:13,14
Não vos voltareis para os necromantes, nem para os adivinhos; não os procurais para serdes contaminados por eles: Eu sou o SENHOR vosso Deus. Levítico 19:31
Para os perversos, diz o meu Deus, não há paz. Isaias 57:21
Disse Jesus Cristo: Entrai pela porta estreita (larga é a porta e espaçoso o caminho que conduz à perdição, e são muitos os que entram por ela) porque estreita é a porta e apertado o caminho que conduz para a vida e são poucos os que acertam com ela. Mateus 7:13,14
+ E, se tua mão te faz tropeçar, corta-a, pois é melhor entrares maneta na vida do que, tendo as duas mãos, ires para o inferno, para o fogo inextinguível. Marcos 9:43
+ E se teu pé te faz tropeçar, corta-o; é melhor entrares na vida aleijado do que, tendo os dois pés, seres lançado no inferno. Marcos 9:45 E se um dos teus olhos te faz tropeçar, arranca-o; é melhor entrar no reino de Deus com um só dos olhos do que, tendo os dois ,seres lançado no inferno.
Onde não lhe morre o verme nem o fogo se apaga. Marcos 9:47 e 48
+
E o servo inútil lançai-o para fora, nas trevas. Ali haverá choro e ranger de dentes. Mateus. 25:30 Mandará o Filho do homem os seus anjos que ajuntarão do seu reino todos os escândalos e os que praticam iniquidade. E os lançarão na fornalha acesa; ali haverá choro e ranger de dentes. Mat 13:41 e 42Esses tais são como fonte sem água, como névoas impelidas por temporal. Para eles está reservada a negridão das trevas. II Pedro 2:17 No inferno, estando em tormentos, levantou os olhos e viu longe a Abraão e Lázaro no seu seio. Então, clamando, disse: Pai Abraão, tem misericórdia de mim! E manda a Lázaro que molhe em água a ponta do dedo e me refresque a língua, porque estou atormentado nesta chama. Lucas 16:23,24 Disse ele então: Rogo-te, pois ó Pai, que o mandes à casa de meu pai; porque tenho cinco irmãos; para que lhes dê testemunho a fim de não virem também para este lugar de tormento. Lucas 16:27 e 28 Abraão porém lhe respondeu: se não ouvem a Moisés e aos profetas tampouco se deixarão persuadir; ainda que ressuscite alguém dentre os mortos. Lucas 16:31 Não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma; temei antes aquele que pode fazer perecer no inferno tanto a alma como o corpo. Mateus 10:28 A parte que lhe cabe será no lago que arde com fogo e enxofre, a saber, a segunda morte.
Alguns HORRORES DA MORTE ETERNA NO INFERNO
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01) O perdido desfrutará da derrota de Satanás. Mat. 25:41
02) O perdido estará em perpétua escuridão. II Pedro 2:4 e 17
03) O perdido estará constantemente em pranto e ranger de dentes. Mat. 13:42
04) O perdido perecerá no inferno com seu corpo e sua alma. Mat. 10:28
05) O perdido estará em prisão. Judas 1: 6
06) O perdido estará no lago que arde com o fogo e enxofre.
Ap. 21:8
07) O perdido estará plenamente em horror. Daniel 12: 2
08) O perdido não terá paz. Isaias 57: 21
09) O perdido não terá como dessedentar. Lucas 16: 24
10) O perdido não terá nenhuma alimentação. Isaias 55: 13
11) O perdido viverá com grande tristeza e angústia. Isaias 55:14
12) O perdido não terá outra oportunidade de salvação. Luc.16:26
13) O perdido não terá nenhuma comunicação com os vivos. Luc.16:31
14) O perdido terá consciência dos seus pecados. Luc 16: 25, 28
15) O perdido estará em tormento na chama. Lucas 16: 24
16) O perdido não terá nenhum galardão. Marcos 9:41
17) O perdido estará preso com o laço do diabo. II Tim. 2:26
18) O perdido estará com o diabo e seus anjos. Mateus 25: 41
19) O inferno é em baixo. Mateus 11:23 - Prov. 15: 24
20) O perdido herdará a segunda morte. Apocalipse 21: 8
21) O inferno e o abismo nunca se fartam. Provérbios 27: 20
22) O perdido estará em plena maldição. Gálatas 3: 10
23) O perdido estará constituído inimigo de Deus. Tiago 4: 4
24) O Perdido sentirá o juízo e a plenitude da justiça de Deus. Jó 37:23 - Jer 32: 19
25) Os perdidos sofrerão como castigo a perdição eterna, banidos da face do Senhor e da glória do seu poder. II Tessalonic. 1:9
+ QUEM NÃO SERÁ SALVO SEGUNDO A BÍBLIA SAGRADA!
+ Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados,nem sodomitas;nem ladrões, nem avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores herdarão o reino de Deus. I Coríntios 6:9 e 10Ou não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus?
+ Ora, as obras da carne são conhecidas, e são: prostituição, impureza, lascívia,idolatria, feitiçaria, inimizades, porfias, ciúmes,iras, discórdias, dissensões, facções, invejas, bebedeiras, glutonarias e coisas semelhantes a estas a respeito das quais eu vos declaro, como já outrora vos preveni, que não herdarão o reino de Deus os que tais cousas praticam. Gálatas 5:19 a 21
+ Quanto porém,aos covardes, aos incrédulos, aos abomináveis, aos assassinos, aos impuros, aos feiticeiros, aos idólatras e a todos os mentirosos a parte que lhes cabe será no lago que arde com fogo e enxofre, a saber, a segunda morte. Apocalipse 21: 8
CONCLUSÃO
Cada um de nos dará conta de si a Deus. Romanos 14: 12
+ Arrependei-vos, pois, e convertei-vos para serem cancelados os vossos pecados. Atos 3:19
+ Porque não tenho prazer na morte de ninguém diz o Senhor Deus. Portanto, convertei-vos e vivei. Ezequiel 18: 32
+ Porque Deus enviou o seu filho ao mundo, não para que julgasse o mundo mas para que o mundo fosse salvo por ele.
Quem nele crê não é julgado; o que não crê já está julgado, portanto não crê no nome do unigênito filho de Deus. João 3: 17 e 18 Fiel é a palavra e digna de toda aceitação, que Cristo Jesus veio ao mundo para salvar os pecadores, dos quais eu sou o principal. I Timóteo 1: 15
+ Pois todos pecaram e carecem da glória de Deus sendo justificados gratuitamente, por sua graça mediante a redenção que há em Cristo Jesus. A quem Deus propôs, no seu sangue, como propiciação mediante a fé, para manifestar a sua justiça, por ter Deus na sua tolerância, deixado impunes os pecados anteriormente cometidos. Romanos 3:23 a 25 Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu a seu filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. João 3:16
A GRAÇA DO SENHOR JESUS SEJA COM TODOS. Apocalipse 22:21
Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. João 3:16
Porquanto Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que julgasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele. João 3:17
E eis uma voz dos céus, que dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo. Mat. 3:17
Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim. João 14: 1.Na casa de meu Pai há muitas moradas. Se assim não fora, eu vo-lo teria dito. Pois vou preparar-vos lugar. João 14:2
E quando eu for, e vos preparar lugar, voltarei e vos receberei para mim mesmo, para que onde eu estou estejais vós também. João 14:3
Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida: ninguém vem ao Pai senão por mim. João 14:6
Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo que, segundo a sua muita misericórdia, nos regenerou para uma viva esperança mediante a ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos; Para uma herança incorruptível, sem mácula inarcescível, reservada nos céus para vós outros que sois guardados pelo poder de Deus, mediante a fé, para salvação preparada para revelação no último tempo.
I Pedro 1:3 a 5
Descida da Nova Jerusalém
Vi novo céu e nova terra, pois o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe.
Vi também a cidade santa, a nova Jerusalém que descia do céu, da parte de Deus, ataviada como noiva adornada para seu esposo. Então ouvi grande voz vinda do trono, dizendo: Eis o tabernáculo de Deus com os homens. Deus habitará com eles. Eles serão povo de Deus e Deus mesmo estará com eles. E lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras cousas passaram. E aquele que está assentado no trono disse: Eis que faço novas todas as cousas. E acrescentou: Escreve, porque estas palavras são fiéis e verdadeiras. Ap.. 21:1 a 5 O vencedor herdará estas cousas e eu lhe serei Deus e ele me será filho. Ap. 21:7
Algumas das Maravilhas da Cidade e da Vida Celestial
* Os salvos desfrutarão da Glória de Deus. Ap. 21:11
* A cidade não precisa nem de sol, nem de lua, para lhe darem claridade, pois a glória de Deus a iluminou, e o cordeiro é sua lâmpada. Ap. 21:23
* Não haverá noite. Ap. 21:25
* Não penetrará cousa alguma contaminada, nem o que pratica abominação e mentira; mas somente os inscritos no livro da vida do Cordeiro. Ap. 21:27
* Há um rio de águas cristalinas. Ap. 22:1
* A árvore da vida está nas margens do rio, dando fruto de mês a mês. Ap.22:2
* Nunca mais haverá qualquer maldição. Ap.22:3
* O salvo estará livre do laço do diabo. I Timóteo 3:7
* O salvo receberá galardão. Ap.22:12
* O tabernáculo de Deus estará com os salvos. Ap.21:3
* Não haverá mais lágrimas, nem morte, nem luto, nem pranto, nem dor. Ap.21:4
* Deus fará novas todas as cousas. Ap.21:5
* Não haverá lembranças das cousas passadas. Isaias 65:17
* Deus não se lembrará dos nossos pecados e das nossas iniquidades. Hebreus 10:17
* O salvo por se manter fiel até a morte, receberá a coroa da vida. Ap.2:10
* O salvo receberá do maná escondido; uma pedrinha branca escrito um nome novo, o qual ninguém conhece, exceto aquele que receber. Ap. 2: 17
* O salvo receberá autoridade sobre as nações e com cetro de ferro as regerá. Ap. 2:26,27
* O salvo receberá vestiduras brancas e seu nome jamais sairá do livro da vida. Ap. 3:5
* O salvo será feito coluna no santuário de Deus, terá gravado sobre si o nome de Deus, a Nova Jerusalém e o novo nome de Jesus Cristo. Ap. 3:12
* A cidade celestial tem o fulgor semelhante a uma pedra preciosíssima como pedra de jaspe cristalina. Ap. 21:11
* Ao salvo será permitido sentar-se com Jesus Cristo no seu trono. Ap. 3: 21
* A cidade celestial é em cima no céu. Colossenses 3:1 Mateus 11: 23
* O salvo terá um corpo celestial; incorruptível e imortal. I Cor. 15:49 e 53
* O salvo cantará louvores a Deus. Ap. 15: 3 e 4
* O salvo tem a companhia de Jesus Cristo todos os dias, até a consumação dos séculos. Mat: 28:20
Quem será salvo segundo a Bíblia Sagrada!
Os que passaram por grande tribulação, lavaram suas vestiduras e alvejaram no sangue do Cordeiro, razão porque se acham diante do trono de Deus e o servem de dia e de noite no seu santuário, e aquele que se assenta no trono estenderá sobre eles o seu tabernáculo. Ap. 7:14,15 Mas agora, libertos do pecado e feitos servos de Deus, tendes o vosso fruto para santificação, e por fim a vida eterna.
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Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus nosso Senhor. Romanos 6:22,23
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Portanto agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o espírito. Romanos 8:1
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Porque a inclinação da carne é morte, mas a inclinação do Espírito é vida e paz. Romanos 8:6
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Quem ama a sua vida, perdê-la-á, e quem neste mundo odeia a sua vida, guardá-la-á para a vida eterna. João 12:25
Disse Jesus: Em verdade vos digo que ninguém há que tenha deixado casa, ou mulher, ou irmãos, ou pais, ou filhos, por amor do reino de Deus; que não haja de receber no presente muito mais, e no mundo vindouro a vida eterna. Lucas 18:29,30 Então Jesus tornou a falar-lhes, dizendo: Eu sou a luz do mundo; quem me segue, de modo algum andará em trevas, mas terá a luz da vida. João 8:12
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Portanto esta é a vontade de meu Pai: Que todo aquele que vê o Filho e crê nele, tenha a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia. João 6:40
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Declarou-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida, quem crê em mim ainda que morra, viverá, e todo aquele que vive e crê em mim jamais morrerá. Crês isto? João 11:25,26.Pelo que também Deus o exaltou soberanamente, e lhe deu o nome que é sobre todo nome; Para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho dos que estão nos céus, e na terra, e debaixo da terra; E toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor, para glória de Deus Pai. Filipenses 2:9 a 11
A Morte Eterna no Inferno
Ouví a palavra do Senhor, vós filhos de Israel, porque o Senhor tem uma contenda com os habitantes da terra; porque nela não há verdade, nem amor, nem conhecimento de Deus.
O que só prevalece é perjurar, mentir, matar, furtar e adulterar; e há arrombamentos e homicídios sobre homicídios. Por isso a terra está de luto, e todo que mora nela desfalece, com os animais do campo e com as aves do céu; e até os peixes do mar perecem. Oseias 4:1 a 3 Eles sairão, e verão os cadáveres dos homens que prevaricaram contra mim porque o seu verme nunca morrerá, nem o seu fogo se apagará; e eles serão um horror para toda a carne. Isaias 66:24
o Muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para a vida eterna, e outros para vergonha e horror eterno. Daniel 12:2
o Então vereis outra vez a diferença entre o justo e o perverso, entre o que serve a Deus e o que não o serve. Malaquias 3:18
o A ira de Deus se revela do céu contra toda impiedade e perversão dos homens que detêm a verdade pela injustiça; Porquanto o que de Deus se pode conhecer é manifesto entre eles, porque Deus lhe manifestou.
o Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o seu eterno poder como também a sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das causas que foram criadas. Tais homens são por isso indesculpáveis.
o Porquanto, tendo conhecimento de Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças, antes se tornaram nulos em seus próprios raciocínios, obscurecendo-se-lhe o coração insensato.
o Inculcando-se por sábios, tornaram-se loucos;
o E mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, bem como de aves, quadrúpedes e répteis. Rom 1:18 a 23
o Pelo que assim diz o senhor Deus: Eis que meus servos comerão, mas vós padecereis fome; os meus servos beberão, mas vós tereis sede; os meus servos se alegrarão, mas vós vos envergonhareis; os meus servos cantarão por terem o coração alegre; mas vós gritareis pela tristeza do vosso coração e uivareis pela angústia de espírito. Isaias 55:13,14
Não vos voltareis para os necromantes, nem para os adivinhos; não os procurais para serdes contaminados por eles: Eu sou o SENHOR vosso Deus. Levítico 19:31
Para os perversos, diz o meu Deus, não há paz. Isaias 57:21
Disse Jesus Cristo: Entrai pela porta estreita (larga é a porta e espaçoso o caminho que conduz à perdição, e são muitos os que entram por ela) porque estreita é a porta e apertado o caminho que conduz para a vida e são poucos os que acertam com ela. Mateus 7:13,14
+ E, se tua mão te faz tropeçar, corta-a, pois é melhor entrares maneta na vida do que, tendo as duas mãos, ires para o inferno, para o fogo inextinguível. Marcos 9:43
+ E se teu pé te faz tropeçar, corta-o; é melhor entrares na vida aleijado do que, tendo os dois pés, seres lançado no inferno. Marcos 9:45 E se um dos teus olhos te faz tropeçar, arranca-o; é melhor entrar no reino de Deus com um só dos olhos do que, tendo os dois ,seres lançado no inferno.
Onde não lhe morre o verme nem o fogo se apaga. Marcos 9:47 e 48
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E o servo inútil lançai-o para fora, nas trevas. Ali haverá choro e ranger de dentes. Mateus. 25:30 Mandará o Filho do homem os seus anjos que ajuntarão do seu reino todos os escândalos e os que praticam iniquidade. E os lançarão na fornalha acesa; ali haverá choro e ranger de dentes. Mat 13:41 e 42Esses tais são como fonte sem água, como névoas impelidas por temporal. Para eles está reservada a negridão das trevas. II Pedro 2:17 No inferno, estando em tormentos, levantou os olhos e viu longe a Abraão e Lázaro no seu seio. Então, clamando, disse: Pai Abraão, tem misericórdia de mim! E manda a Lázaro que molhe em água a ponta do dedo e me refresque a língua, porque estou atormentado nesta chama. Lucas 16:23,24 Disse ele então: Rogo-te, pois ó Pai, que o mandes à casa de meu pai; porque tenho cinco irmãos; para que lhes dê testemunho a fim de não virem também para este lugar de tormento. Lucas 16:27 e 28 Abraão porém lhe respondeu: se não ouvem a Moisés e aos profetas tampouco se deixarão persuadir; ainda que ressuscite alguém dentre os mortos. Lucas 16:31 Não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma; temei antes aquele que pode fazer perecer no inferno tanto a alma como o corpo. Mateus 10:28 A parte que lhe cabe será no lago que arde com fogo e enxofre, a saber, a segunda morte.
Alguns HORRORES DA MORTE ETERNA NO INFERNO
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01) O perdido desfrutará da derrota de Satanás. Mat. 25:41
02) O perdido estará em perpétua escuridão. II Pedro 2:4 e 17
03) O perdido estará constantemente em pranto e ranger de dentes. Mat. 13:42
04) O perdido perecerá no inferno com seu corpo e sua alma. Mat. 10:28
05) O perdido estará em prisão. Judas 1: 6
06) O perdido estará no lago que arde com o fogo e enxofre.
Ap. 21:8
07) O perdido estará plenamente em horror. Daniel 12: 2
08) O perdido não terá paz. Isaias 57: 21
09) O perdido não terá como dessedentar. Lucas 16: 24
10) O perdido não terá nenhuma alimentação. Isaias 55: 13
11) O perdido viverá com grande tristeza e angústia. Isaias 55:14
12) O perdido não terá outra oportunidade de salvação. Luc.16:26
13) O perdido não terá nenhuma comunicação com os vivos. Luc.16:31
14) O perdido terá consciência dos seus pecados. Luc 16: 25, 28
15) O perdido estará em tormento na chama. Lucas 16: 24
16) O perdido não terá nenhum galardão. Marcos 9:41
17) O perdido estará preso com o laço do diabo. II Tim. 2:26
18) O perdido estará com o diabo e seus anjos. Mateus 25: 41
19) O inferno é em baixo. Mateus 11:23 - Prov. 15: 24
20) O perdido herdará a segunda morte. Apocalipse 21: 8
21) O inferno e o abismo nunca se fartam. Provérbios 27: 20
22) O perdido estará em plena maldição. Gálatas 3: 10
23) O perdido estará constituído inimigo de Deus. Tiago 4: 4
24) O Perdido sentirá o juízo e a plenitude da justiça de Deus. Jó 37:23 - Jer 32: 19
25) Os perdidos sofrerão como castigo a perdição eterna, banidos da face do Senhor e da glória do seu poder. II Tessalonic. 1:9
+ QUEM NÃO SERÁ SALVO SEGUNDO A BÍBLIA SAGRADA!
+ Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados,nem sodomitas;nem ladrões, nem avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores herdarão o reino de Deus. I Coríntios 6:9 e 10Ou não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus?
+ Ora, as obras da carne são conhecidas, e são: prostituição, impureza, lascívia,idolatria, feitiçaria, inimizades, porfias, ciúmes,iras, discórdias, dissensões, facções, invejas, bebedeiras, glutonarias e coisas semelhantes a estas a respeito das quais eu vos declaro, como já outrora vos preveni, que não herdarão o reino de Deus os que tais cousas praticam. Gálatas 5:19 a 21
+ Quanto porém,aos covardes, aos incrédulos, aos abomináveis, aos assassinos, aos impuros, aos feiticeiros, aos idólatras e a todos os mentirosos a parte que lhes cabe será no lago que arde com fogo e enxofre, a saber, a segunda morte. Apocalipse 21: 8
CONCLUSÃO
Cada um de nos dará conta de si a Deus. Romanos 14: 12
+ Arrependei-vos, pois, e convertei-vos para serem cancelados os vossos pecados. Atos 3:19
+ Porque não tenho prazer na morte de ninguém diz o Senhor Deus. Portanto, convertei-vos e vivei. Ezequiel 18: 32
+ Porque Deus enviou o seu filho ao mundo, não para que julgasse o mundo mas para que o mundo fosse salvo por ele.
Quem nele crê não é julgado; o que não crê já está julgado, portanto não crê no nome do unigênito filho de Deus. João 3: 17 e 18 Fiel é a palavra e digna de toda aceitação, que Cristo Jesus veio ao mundo para salvar os pecadores, dos quais eu sou o principal. I Timóteo 1: 15
+ Pois todos pecaram e carecem da glória de Deus sendo justificados gratuitamente, por sua graça mediante a redenção que há em Cristo Jesus. A quem Deus propôs, no seu sangue, como propiciação mediante a fé, para manifestar a sua justiça, por ter Deus na sua tolerância, deixado impunes os pecados anteriormente cometidos. Romanos 3:23 a 25 Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu a seu filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. João 3:16
A GRAÇA DO SENHOR JESUS SEJA COM TODOS. Apocalipse 22:21
quinta-feira, 23 de julho de 2009
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