segunda-feira, 16 de março de 2009

Cristo Viveu por Nós

Cristo Viveu por Nós



Cristo Viveu por Nós!

Se você pegar sua Bíblia e estudar as palavras “por nós” no Novo Testamento, você vai ter uma revelação. Jesus Cristo não fez nada por Si mesmo, mas tudo “por nós”.

“ Por isso conhecemos o amor, porque Ele deu Sua vida por nós”. (I João 3:16)

A vida terrena de Cristo foi muito breve. Ele foi crucificado aos 33 anos de idade, e somente esteve sob os olhos do público por três anos e meio. Nesta breve mensagem eu quero te mostrar que Ele viveu por nós – como Ele viveu por nós – e os benefícios que isto trouxe.


Jesus viveu por nós

Jesus foi um presente para a raça humana; toda Sua vida foi completamente para nós. Nós éramos Sua exclusiva preocupação. Sua vida é um exemplo impecável de dedicação à raça humana. Jesus estava totalmente livre de interesse próprio e Ele tinha somente um propósito para estar aqui, nós, o povo.

Ele não serviu como um humanitário, político ou ativista social. Ele nunca deu nenhum centavo a ninguém, simplesmente porque Ele nunca teve nenhum dinheiro. Certa vez, quando Ele precisou alguns centavos para uma ilustração em um sermão, eles precisaram emprestar algum pra Ele. Mas Ele deu às pessoas tudo que Ele tinha, e que era Ele mesmo, todo Seu coração.

De Suas mãos fluiu cura. Quando Ele não tinha mais nada e não poderia dar mais, Ele deu Seu sangue, o sangue da redenção, o preço da nossa salvação. O que Ele deu foi muito além de coisas materiais, ou mesmo cura. Ele Se deu. Em absoluto abandono Ele encontrou as necessidades da raça humana com Ele mesmo.

Quando não tinhamos pastor, Ele se tornou o Bom Pastor. Quando eles não tinham físico, Ele se tornou o Grande Físico. Quando não tinham professor, Ele se tornou a Verdade. Quando as multidões estavam com fome, Ele se tornou o Pão da Vida, e no meio das trevas eles O encontraram como a luz do mundo.

O presente de Cristo para o mundo não era uma nova religião, ou uma nova teoria sobre a vida, ou ainda uma nova fórmula para o céu. Ele Se deu por nós, “ o justo pelo injusto, para que Ele nos leve a Deus” (I Pedro 3:18). Cristianismo não é religião. É Jesus. Podemos formar doutrinas sobre Ele, mas Jesus não veio para nos trazer teologia. Ele veio somente para estar aqui, disponível, nunca nos deixa ou nos desampara, pessoalmente.

No Velho Testamento um dos nomes para Deus é “El Shaddai”, que significa Deus Todo-Suficiente. Aquele Deus veio à terra na pessoa de Jesus. Ele deu tudo de Si mesmo e Ele é tudo que eu preciso. Um outro título no Velho Testamento era “ Jehovah Shammah.” O significado é “ O Senhor está lá”. Se Ele está lá isto é tudo que nós queremos. Pedro falou “ Para nós outros, portanto,os que cremos, é a preciosidade” (1 Pedro 2:7)


Jesus recusou-se a viver em benefício próprio

Seus motivos poderiam se resumir em uma palavra COMPAIXÃO. Ele foi dirigido pelo amor, nunca por medo, visando lucro ou popularidade. Ele viveu absolutamente POR NÓS. Quando Ele deixou o banco de carpinteiro Ele primeiro se deparou com ferozes tentações no deserto. Em cada exemplo Ele foi tentado a pensar nEle mesmo. Um dos testes era alimentar a si mesmo através de um milagre, outro era receber todos os reinos da terra como presente, o outro seria fazer maravilhas que teria feito com que todos O aclamassem como Messias.

O Senhor foi repelido pela mesma sugestão. Ele teve fome, Ele foi crucificado ao invés de ser coroado, e Ele foi acusado de blasfêmia ao invés de ser endeusado. Quando eles O aplaudiram, Ele chorou por eles. Eles tentaram torná-lo rei pela força, mas Ele escolheu a Cruz. Já morrendo Ele falou com as mulheres de Jerusalém para chorarem por elas mesmas, não por Ele – elas eram Seu último pensamento. Cristo não estava pensando Nele mesmo de maneira alguma, e mesmo se isto significasse a morte Ele faria isto por nós (I Tess. 5:10). Ele estava pronto para nos salvar do inferno, passando por aquele inferno de tormento Ele mesmo.

Ele encontrou uma mulher no poço, e pediu água(João 4:7). Em duas frases Ele estava preocupado somente com ela. Jesus estava muito mais interessado em dar a ela de beber da fonte da vida eterna do que saciar Sua própria sede. Na verdade, ela deu a Ele aquela água? Nunca lemos que ela tenha dado. Aquele pequeno episódio nos esclarece quem Jesus era.

Quem Deus Chama

Quem Deus Chama



Introdução

Os doze discípulos eram qualquer coisa menos super-homens. Como Jesus escolheu Seus discipulos? Em Lucas 6:12-17 lemos: “Naqueles dias, retirou-se para o monte, a fim de orar, e passou a noite orando a Deus. E, quando amanheceu, chamou a si os seus discípulos e escolheu doze dentre eles, aos quais deu também o nome de apóstolos: Simão, a quem acrescentou o nome de Pedro, e André, seu irmão; Tiago e João; Filipe e Bartolomeu; Mateus e Tomé; Tiago, filho de Alfeu, e Simão, chamado Zelote; Judas, filho de Tiago, e Judas Iscariotes, que se tornou traidor. E, descendo com eles,...”

Jesus orou “a noite toda” antes de selecionar os Seus discípulos. Comumente, pensa-se que durante a noite, Deus colocou o nome de cada apóstolo, um a um, na mente do Senhor – “Bartolomeu, Mateus, Tadeu...” – e que o Senhor fez uma lista dos personagens divinamente indicados e aprovados. Talvez Ele tenha gastado uma hora em cada um deles, para confirmar que havia feito a escolha certa. “Ele orou por toda a noite”, o que significa, dizem os entendidos, doze horas: uma hora por cada apóstolo.

Agora, eu ouso perguntar, foi realmente aquilo que Ele fez? Pedir por direção para escolher homens com a capacidade e potencial certos, cuja grandeza Deus podia ver de antemão? Eles deveriam ser pessoas a quem um crítico de personalidade designaria para um alto cargo? Ou Jesus estava na realidade lutando contra uma tentação, por escolher homens cuja capacidade natural provaria serem adequados? Homens com qualidades distintas e nobres: o notável, o brilhante, o influente, o poderoso? Imagino que pode ter sido assim. Podem ter sido doze horas de oração lutando entre a maneira natural do mundo planejar sucesso, designando homens talentosos, e a maneira de Deus. O método divino, por todo o Velho Testamento, era que Deus escolhia pessoas insignificantes, rejeitadas: “e Deus escolheu as coisas humildes do mundo, e as desprezadas, e aquelas que não são, para reduzir a nada as que são;” (I Coríntios 1:28).



Pessoas Chamadas para Sua Obra

Jesus orou e voltou para selecionar os apóstolos mais improváveis – quase qualquer um. Ele deu de cara com jovens sem qualidades quaisquer a não ser os próprios traços do carácter humano: o impetuoso Pedro e seu irmão mais calmo, André, os filhos cabeça-quente de Zebedeu, o racionalista Tomé, o sociável Felipe e o desonesto Judas. Quando Deus escolhe, não é importante quem somos; o que Ele faz de nós é o que conta. Ele escolheu um improvável punhado de homens locais. Um ou dois foram selecionados somente por serem parentes. Tiago e João eram filhos de Salome, a qual se acredita ser irmã de Maria mãe de Jesus. Eles sempre O conheceram. Jesus passeou ao longo da praia onde, por acaso, estavam pescadores locais, e os chamou. Quase pareceu que Ele selecionou os primeiros jovens companheiros com quem se deparou naquela manhã.

Quando as pessoas “não são boas”, aqueles que constantemente falham nos seus esforços diários, nós os chamamos de: “zero à esquerda”. No entanto, esses são aqueles em quem Deus está especialmente interessado. Quando Jesus chama um “zero à esquerda” e este “zero” responde, logo perceberá que o Senhor é o “Número Um” e que, um “zero” perto de um “Um” é igual a DEZ! Em outras palavras: JESUS DÁ VALOR A CADA ZERO, CONTANTO QUE ELE SEJA O NÚMERO UM! O imprestável torna-se altamente valioso. Essa é a maneira com que Deus constrói o Seu Reino. Assim foi com os primeiros discípulos e assim o é hoje. Eu reivindico isso como meu próprio testemunho também.



O Segredo de Cristo

Há 2.000 anos atrás, o mundo era um lugar selvagem. Era um lugar de derramamento de sangue, paixões incontroláveis e um ódio fanático. Seus principais prazeres eram: imoralidade, idolatria, indulgência, e, o pior de tudo, a crueldade. As multidões consideravam-nos dias maravilhosos para sair e ouvir os gemidos das pessoas torturadas e moribundas. Os discípulos tiveram que levar o Evangelho àquele mundo, e o Evangelho centralizava-se na crueldade sofrida por Jesus.

Também foi lugar para muito aprendizado. A influência dos grandes pensadores gregos era forte e novas idéias eram avidamente procuradas. Os discípulos não ofereciam idéias, mas somente a estória de um Messias crucificado. Pedro, Tiago, João, Simão e Tomé não eram sofisticados e ignorantes; eles até falavam com sotaque Galileu, o que era exatamente o oposto de elegância da cidade. Que esperanças tinha o Cristianismo, deixado nas mãos de alguns rudes e incultos pescadores; homens com ciúmes uns dos outros e cheios de dúvidas?

Então, pensando nesses homens e no seu mundo desde o início, o Evangelho parecia sentenciado ao fracasso. Doze homens locais que nunca haviam viajado 50 milhas nas suas vidas, deveriam ir por todo o mundo, o mundo Romano, conquistar exércitos vencedores, sacudir o imperador no seu trono e converter as tribos selvagens nas suas fronteiras. Sem dúvida, Jesus anteviu esses doze se tornando uma força mundial, mas Ele confiou em doze homens, filhos de trabalho difícil, alguns deles quase camponeses, para providenciar o primeiro elo vital entre Ele e a poderosa igreja por vir. O segredo de Cristo era a capacitação pelo Espírito Santo no Dia de Pentecoste. Bem, do que estamos com medo?


O TEMPO DA TUA VISITAÇÃO

Quando ia chegando, vendo a cidade, chorou sobre ela, dizendo: Ah! se tu conhecesses, ao menos neste teu dia, o que à tua paz pertence! Mas agora isso está encoberto aos teus olhos. Dias virão sobre ti em que os teus inimigos te cercarão de trincheiras, e te sitiarão, e te apertarão de todos os lados. Derrubar-te-ão, a ti e a teus filhos que dentro de ti estiverem. Não deixarão em ti pedra sobre pedra, porque não reconheceste o tempo da tua visitação. - Lucas 19:41 a 44

Neste trecho do Evangelho de Lucas, nós vemos o Senhor Jesus chorando sobre a cidade de Jerusalém, que não tinha percebido o tempo da visitação do seu Rei, e conseqüentemente sofrerá os juízos de Deus.

Se voltarmos neste mesmo capítulo de Lucas, nós vemos que o Senhor Jesus tinha acabado de entrar na cidade montado num jumentinho (Lucas 19:29 a 40). Este ato foi o cumprimento de profecias do Antigo Testamento, em Salmo 118:

Este é o dia que o Senhor fez; regozijemo-nos e alegremo-nos nele. Ó Senhor, salva-nos; ó Senhor, concede-nos prosperidade. Bendito aquele que vem em nome do Senhor. Da casa do Senhor vos bendizemos. - Salmo 118:24 a 26

e do profecia de Zacarias:

Alegra-te muito, ó filha de Sião! Exulta, ó filha de Jerusalém! Vê! O teu rei virá a ti, justo e Salvador, humilde, montado em jumento, num jumentinho, filho de jumenta. - Zacarias 9:9

Vamos ler o relato deste dia no Evangelho de Mateus, capítulo 21 versículos 1 a 17:

Quando se aproximaram de Jerusalém e chegaram a Betfagé, ao monte das Oliveiras, enviou Jesus dois discípulos, dizendo-lhes: Ide à aldeia aí em frente, e logo encontrareis uma jumenta presa, e com ela um jumentinho. Desprendei-a e trazei-mos. Se alguém vos disser alguma coisa, dizei-lhe que o Senhor necessita deles, e imediatamente os enviará.
Ora, tudo isto aconteceu para que se cumprisse o que foi dito pelo profeta: Dizei à filha de Sião: Olha, o teu Rei aí te vem, manso, e montado em jumento, num jumentinho, filho de animal de carga.
Os discípulos foram e fizeram como Jesus lhes ordenara. Trouxeram a jumenta e o jumentinho, e sobre eles puseram as suas vestes e Jesus assentou-se sobre elas. E grande multidão estendeu as suas vestes pelo caminho, e outros cortavam ramos de árvores e os espalhavam pelo caminho. As multidões que iam adiante, e as que seguiam, clamavam: Hosana ao Filho de Davi! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!
E, entrando ele em Jerusalém, toda a cidade se alvoroçou, e perguntavam: Quem é este? E as multidões responderam: Este é Jesus, o profeta de Nazaré da Galiléia.
Entrou Jesus no templo, e expulsou a todos os que aí vendiam e compravam, e derrubou as mesas dos cambistas e as cadeiras dos que vendiam pombas. E disse-lhes: Está escrito: A minha casa será chamada casa de oração, mas vós a tendes convertido em covil de ladrões.
Vieram ter com ele no templo, cegos e coxos, e ele os curou. Vendo então os principais sacerdotes e os escribas as maravilhas que fazia, e as crianças clamando no templo: Hosana ao Filho de Davi, ficaram indignados. E perguntaram-lhe: Ouves o que estes dizem? Respondeu-lhes Jesus: Sim. Nunca lestes: Da boca de crianças e pequeninos tiraste perfeito louvor? E, deixando-os, saiu da cidade para Betânia, onde passou a noite.

Se compararmos Salmo 118:24 a 26 com este trecho de Mateus, podemos ver como a profecia se cumpria:

a. "Este é o dia que o Senhor fez" - versículo 24a

"Ora, tudo isto aconteceu para que se cumprisse o que foi dito pelo profeta..." - versículo 4

Aquele dia foi um dia profética, um dia "que o Senhor fez", um "tempo de visitação" que tinha sido agendado no calendário dos Céus. Nas palavras do próprio Senhor Jesus, aquele dia foi, para a cidade de Jerusalém, "teu dia."

b. "regozijemo-nos e alegremo-nos nele." - versículo 24b

"E grande multidão estendeu as suas vestes pelo caminho, e outros cortavam ramos de árvores e os espalhavam pelo caminho." - versículo 8

Quando já chegava perto da descida do monte das Oliveiras, toda a multidão dos discípulos, regozijando-se, começou a dar louvores a Deus em alta voz, por todas as maravilhas que tinham visto - Lucas 19:37

O povo de Jerusalém celebrava a entrada do Seu Rei, o Messias.

c. "Senhor, salva-nos; ó Senhor, concede-nos prosperidade. Bendito aquele que vem em nome do Senhor. Bendito aquele que vem em nome do Senhor." - versículos 25 e 26a

"As multidões que iam adiante, e as que seguiam, clamavam: Hosana ao Filho de Davi! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!" - versículo 9

A palavra "hosana" no hebraico significa "salva-nos." O povo estava reconhecendo a entrada do Seu Rei, usando as próprias palavras do Salmo 118.



Mas houve mais um trecho desta profecia que não se cumpria: "Da casa do Senhor vos bendizemos" (versículo 26b).

Para que a profecia se cumprisse completamente, era necessário que aqueles que estavam na "casa do Senhor" - o templo - também recebeste o Seu Rei. Mas aqueles líderes do povo que tomavam conta da casa do Senhor, não O receberam:

"Vendo então os principais sacerdotes e os escribas as maravilhas que fazia, e as crianças clamando no templo: Hosana ao Filho de Davi, ficaram indignados." - versículo 15

O resultado desta atitude foi que o Rei saiu da cidade e o cumprimento da profecia foi abortado, cumprindo-se assim versículo 22 do mesmo Salmo:

A pedra que os edificadores rejeitaram tornou-se a pedra angular;

Jesus citou este versículo em Mateus 21:42 e 43:

Disse-lhes Jesus: Nunca lestes nas Escrituras: A pedra que os edificadores rejeitaram, essa se tornou a pedra angular; o Senhor fez isto, e é maravilhoso aos nossos olhos? Portanto, eu vos digo que o reino de Deus vos será tirado, e será entregue a um povo que produza os seus frutos.

Em Mateus capítulo 23 o Senhor Jesus voltou a citar o Salmo 118, explicando que a cidade de Jerusalém não O verá até que se cumprisse esta profecia:

Jerusalém, Jerusalém! que matas os profetas e apedrejas os que te são enviados! quantas vezes quis eu ajuntar os teus filhos, como a galinha ajunta os seus pintinhos debaixo das asas, e tu não quiseste! Agora a vossa casa vos ficará deserta. Pois eu vos digo que desde agora não me vereis mais, até que digais: Bendito aquele que vem em nome do Senhor. - Mateus 23:37 a 39

Nós não podemos repetir o mesmo erro e perder o nosso dia de visitação! Precisamos entender quando o Rei está chegando e abençoar-lo "da casa do Senhor." Muitos avivamentos têm sido abortados exatamente por causa desta falta de discernimento pelos líderes da Igreja de Cristo.

Mas por que os líderes espirituais dos Judeus não reconhecerem seu Rei?

Eu gostaria de propor quatro possibilidades que poderiam ter impedido a maioria dos fariseus, saduceus, escribas e sacerdotes de reconhecer o seu Messias:

a. Um espírito partidário

Jesus não fazia parte de sua denominação e por isso eles não o reconheceu. Eles imaginavam que o Messias seria do seu partido, que a visitação começará dentro da sua igreja!

b. A humildade do Rei

O Rei veio de uma forma "humilde, montado em jumento" - e o orgulho espiritual dos líderes os impediu de reconhecê-lo.

c. A confusão que acompanhava Sua entrada

O avivamento é sempre bagunçado! A alegria do povo ao receber seu Rei - e até os excessos da carne que podem resultar - sempre ofende o espírito religioso.

Quando já chegava perto da descida do monte das Oliveiras, toda a multidão dos discípulos, regozijando-se, começou a dar louvores a Deus em alta voz, por todas as maravilhas que tinham visto - Lucas 19:37

d. A imaturidade de muitos dos Seus seguidores

As crianças reconhecerem o Rei - e os líderes espirituais do povo ficaram escandalizados com isso!

Vendo então os principais sacerdotes e os escribas as maravilhas que fazia, e as crianças clamando no templo: Hosana ao Filho de Davi, ficaram indignados. E perguntaram-lhe: Ouves o que estes dizem? Respondeu-lhes Jesus: Sim. Nunca lestes: Da boca de crianças e pequeninos tiraste perfeito louvor? - versículos 15 a 16

Não podemos rejeitar um genuíno mover de Deus simplesmente por causa da imaturidade - natural ou espiritual - de alguns dos seus aderentes - ou até dos seus líderes. Precisamos ter olhos para poder ver o Rei no meio das crianças.

A minha oração é que nós reconheceremos e receberemos o Rei quando Ele vier em nossos dias!