terça-feira, 16 de junho de 2009

CRIADOS POR DEUS PARA A SANTIFICAÇÃO

"E vos revistais do novo homem, que segundo Deus é criado em verdadeira justiça e santidade". Ef. 4.24

Definindo a palavra santificação: Significa "tornar santo"; "consagrar"; "separar do mundo" e "apartar-se do pecado", a fim de termos ampla comunhão com Deus e servi-lo com alegria.

Muitas pessoas que se dizem regeneradas por Deus não dão bom testemunho quando estão distantes da igreja e dos membros que a compõe. Tais pessoas enganam a si mesmas e não experimentaram a verdadeira regeneração através da lavagem da água pela palavra de Deus que purifica o homem de todo o pecado tornando-o apto a salvação.

"Não pelas obras de justiça que houvéssemos feito, mas segundo a sua misericórdia, nos salvou pela lavagem da regeneração e da renovação do Espírito Santo". Tt. 3.5

"Para a santificar, purificando-a com a lavagem da água, pela palavra". Ef. 52.26

Somos criados segundo Deus para a santidade. No antigo testamento o sacerdote deveria levar sobre a sua mitra na sua testa uma lamina de ouro puro com os seguintes dizeres: "santidade ao Senhor" (ou Santo ao Senhor). Ex. 28.36

Ser santo ao Senhor é um privilegio que todo salvo deve experimentar "Porque esta escrito: Sede santos, porque eu sou santo". I Pe 1.16

Não nos santificamos a Deus porque estamos em busca de algo.

Mas nos santificamos a Deus porque Dele temos recebido tudo.

Porque dele e por ele, e para ele, são todas as coisas; glória, pois, a ele eternamente. Amém. Rm 11.36

Daniel um exemplo de Santidade ao Senhor - Daniel capitulo 01

Muito diferente de Esaú que trocou a sua primogenitura por um prato de sopa (Gn 25.34) e de Sansão que se contaminou ao se aproximar de um cadáver o que era contra seu voto de Nazireu (Jz 14.8; Nm 6.6). Daniel quando convocado a comparecer diante de Nabucodonosor propôs no seu coração alguns objetivos:

1. Não se contaminar com a porção das iguarias do rei.

Propôs em seu coração rejeitar o manjar apetitoso; o prato delicado e delicioso; a boa comida do rei. Davi sabia que esta iguaria seria motivo de escárnio, zombaria e dito picante por parte daqueles que sabiam ser ele temente a Deus.

2. Não se contaminar com o vinho que o rei bebia.

O Vinho e a bebida forte são os grandes causadores de distúrbios, inimizades e conflitos na família e na sociedade. O homem que adota tal procedimento torna-se geralmente motivo de zombaria e gracejos. Noe ao beber mostrou sua nudez (Gn 09); Ló teve relações ilícitas (Gn 19). O homem que procura o vinho diz a palavra "erra no seu caminho, nunca será sábio". Pv. 20.1

"Não estejas entre os beberrões de vinho, nem entre os comilões de carne" Pv. 23.20

Daniel sendo sábio manteve-se em dieta, alimentou-se daquilo que podia preservar sua saúde e seu testemunho pessoal. Ao fim de sua dieta Daniel e seus amigos mostram as seguintes qualidades:

  1. Mais gordo de carne que todos os jovens que comiam das iguarias do Rei (15).
  2. Deus lhes deu o conhecimento e a inteligência em todas as letras, e sabedoria (17).
  3. Dez vezes mais doutos do que todos os magos astrólogos que havia em todo o reino (20).

Em sua vida há evidencias de sua santidade ao Senhor? Você pode disser como Jó disse?

Ouvindo-me algum ouvido, me tinha por bem-aventurado; vendo-me algum olho, dava testemunho de mim; Jó 29.11.

Os filhos do Sacerdote Eli e a falta de Santidade ao Senhor

  1. Não conheciam ao Senhor, mesmo tendo sido criados no templo (I Sm 2.12).
  2. Comiam a carne do sacrifício (I Sm 2.13-17)
  3. Deitavam com as mulheres que em bandos se ajuntavam à porta da tenda da Congregação (I Sm 2.22)

Conseqüências da falta de Santidade ao Senhor

  1. Os filhos de Eli morreram nas mãos dos filisteus na tomada da Arca de Deus (I Sm 4.11)
  2. O Sacerdote Eli por não ter corrigido os mesmos teve uma triste morte. Ao ouvir a noticia que a arca de Deus havia sido tomada, Eli caiu da cadeira para trás e quebrou o pescoço e morreu, porquanto o homem era velho e pesado. (I Sm 4.18).
  3. A nora do sacerdote Eli estava grávida e ao ouvir estas noticias deu a luz e morreu (I Sm 4.19-22)

Todo homem que comete pecado morre.

A alma que pecar, essa morrerá; o filho não levará a iniqüidade do pai, nem o pai levará a iniqüidade do filho. A justiça do justo ficará sobre ele e a impiedade do ímpio cairá sobre ele. Ez. 18.20

Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus nosso Senhor. Rm. 6.23

A natureza do novo homem e o porque essa natureza nova é santa

E vos revistais do novo homem, que segundo Deus é criado em verdadeira justiça e santidade. Ef. 4.24

A bíblia diz que o homem natural está morto em delitos e pecados. Mas a ação de Deus inverte este quadro, pois Ele nos da vida.

Através desta vida a qual chamamos de novo nascimento que nos é concedido pelo Espírito de Deus (Jo 3.5,6, 8). O novo homem apresenta algumas qualidades em sua natureza.

Adquire uma semelhança com Deus (Ef. 4.24) e com Cristo (Rm 8.29; II Co 3.18); adquire também conhecimento de Deus (Cl 3.10); ódio ao pecado (I Jo 3.9; 5.18) e vitória sobre o mundo (I Jo 5.4), além de demonstrar fé em Cristo (I Jo 5.1), retidão (I Jo 2.29) e amor fraternal.

Esta nova natureza é santa porque é uma obra exclusiva de Deus no homem.

Somos gerados de novo pela Palavra de Deus. I Pe 1.23

A regeneração "novo nascimento" é um ato divino e decisivo, o qual provoca efeitos profundos e permanentes na vida do individuo (I Jo 1.9; 3.9; 4.7; 5.1,14, 18), que alteram seu comportamento embora sem modificar sua personalidade.

A pessoa é a mesma, porém, diferentemente controlada. Antes era controlada pelo pecado, agora controlada por Cristo. Antes fazíamos a vontade da carne e dos pensamentos (Ef. 2.3), mas agora andamos nas obras preparadas por Cristo.

Existe um comportamento próprio do novo homem "dos regenerados" (I Co 6.11) ! eles procuram desenvolver a vida cristã para o inteiro agrado de Deus, como nova criatura. A religiosidade formal não tem poder de conduzir o homem a Deus, apenas o ser uma nova criatura "novo homem, criado segundo Deus".

O novo homem é santo não por obrigação e sim por prazer em crescer rumo a Cristo.

O salmista Davi declara o seu espontâneo prazer na lei do Senhor. "Deleito-me (agrado-me) em fazer a tua vontade, ó Deus meu; sim, a tua lei está dentro do meu coração". Sl 40.8

Conclusão

Seja santo ao Senhor. Busque em sua vida viver a verdadeira regeneração que somente é possível através de Cristo. Santifique a Deus seus pensamentos (1); olhos (2); corpo (3); coração e mente (4).

1. Pensamentos: Eu, porém, vos digo, que qualquer que atentar numa mulher para a cobiçar, já em seu coração cometeu adultério com ela. Mt. 5.28

2. Seus olhos: A candeia do corpo são os olhos; de sorte que, se os teus olhos forem bons, todo o teu corpo terá luz. Mt. 6.22

3. Corpo: Os alimentos são para o estômago e o estômago para os alimentos; Deus, porém, aniquilará tanto um como os outros. Mas o corpo não é para a prostituição, senão para o Senhor, e o Senhor para o corpo. I Co 6.13

4. Coração e Mente: E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e os vossos sentimentos em Cristo Jesus. Fp 4.7

Somente mediante a graça redentora de Deus é que alguém pode viver uma vida "sem ofensa, tanto para com Deus como para os homens" At. 24.16.

A verdadeira santificação requer que o salvo mantenha profunda comunhão com Cristo

A. O Homem Que Não Tem A Cristo Também Não Tem Esperanças - Efés 2:12

O homem, sem Cristo, pensa ter algo para com Deus. O homem que não tem Cristo não tem um entendimento correto das coisas de Deus, é inútil sujeitar-se a lei de Deus, injusto, não tem o temor apropriado e é inimigo de Deus (Rom 3:10-18; 8:7).

Aquilo que o homem pode operar é o que ele faz para apaziguar o seu íntimo e pensa que essa força vêm de Deus. Deus fez o homem reto, porém o homem buscou muitas astúcias (Ecl. 7:29). Essas invenções em parte foram criadas para dar esperanças ao homem, e podem ser classificadas em quatro categorias: promessas, obras, tradição e cerimônia.

1. Promessas

O homem sem Cristo quer afirmar algo que para ele parece verdadeiro. Muitas vezes ele busca a filosofia ou uma linha de raciocínio que parece lógica para o homem. Tanto mais lógico melhor. Quanto mais fatos conhecidos e mais utilizado o raciocínio, mais confiável é a filosofia. Se uma filosofia bem estruturada e lógica promete um resultado, então o homem sem Cristo confiará nessa filosofia, nessa linha de pensamento. Todos aqueles que confiam naquilo que o homem tem desenvolvido se esquecem de fatos importantes. Através da sabedoria humana o homem não pode conhecer a Deus (I Cor 1:21; 2:14). Eles se esquecem também que: "Toda a carne é como a erva, e toda a glória do homem como a flor da erva. Secou-se a erva, e caiu a sua flor; Mas a palavra do Senhor permanece para sempre." (I Ped 1:24,25). A palavra de Deus é mais confiável que qualquer voz do céu ou qualquer experiência espiritual (II Ped 1:19).

2. Obras

O homem que não conhece as verdades de Cristo sente-se, muitas vezes, impulsionado a fazer algo com a sua vida para agradar a Deus. Se a verdade é negligenciada, o homem criará a sua própria lei para ser obedecida com objetivo de sentir-se apaziguando o Santo Deus. É possível ter zelo de Deus sem entendimento (Rom 10:1,2) e é muito perigoso rejeitar a justiça de Deus, pois o homem procura estabelecer a sua própria justiça. Isso não é sujeitar-se a justiça de Deus (Rom 10:3). As obras do homem podem até mesmo parecer boas aos olhos de outros homens, mas Deus não tem prazer em holocaustos e sacrifícios senão na obediência a Sua Palavra (I Sam 15:22). Devemos lembrar que mãos sujas fazendo aquilo que um coração enganoso manda não podem agradar a um Deus justo de nenhuma maneira. O homem que confia em suas próprias obras, a Palavra de Deus diz que tal pessoa não deve ter esperanças.

3. Tradição

Se não é filosofia, ou obras, é tradição. O homem que rejeita a sabedoria de Deus vai seguir religiosamente aquilo que o homem afirma ser eficaz. A tradição não é nada mais que raciocínio, crença ou obras que muitos têm feito por anos e talvez séculos. A esperança é: se um pensamento ou ação tem sido mantido por muito tempo ele se torna poderoso para com O Eterno Deus. A verdade é: se o homem é imundo diante de Deus, as suas justiças não são melhor que um trapo de imundícia (Isa. 64:6). Uma seqüência de anos não pode transformar um pensamento falso em verdade, nem a força de pensamento de muitos por tempo prolongado pode transformar o erro em uma afirmação verdadeira (Mat. 6:27).

4. Cerimônia

A cerimônia é a beleza das tradições. O custo de uma roupa, igreja, processo ou o valor de um sacrifício não pode agradar a Deus a não ser aquilo que Ele mesmo ordenou. "Porventura não sabeis? Porventura não ouvis, ou desde o princípio não se vos notificou, ou não atentastes para os fundamentos da terra? Ele é o que está assentado sobre o círculo da terra, cujos moradores são para ele como gafanhotos; é ele o que estende os céus como cortina, e os desenrola como tenda, para neles habitar;" (Isa 40:22,23). A cerimônia para Deus é vã.

A maior esperança que se pode ter é obedecer á Deus. O pecador sem Cristo precisa obedecer o mandamento de Cristo e vir a Ele se arrependendo de seus pecados e confiando na misericórdia de Deus pela Fé. Foi Deus que deu o Seu Filho Unigênito, e é por Este que podemos ir a Ele (João 14:6;I Ped 1:18,19) sem filosofia, obras, tradição ou cerimônia.

B. O Homem Que Tem A Cristo Também Tem Esperanças - Isa 40:28-31

A esperança que o homem em Cristo tem não é baseada naquilo que o homem pode ou não fazer. É baseada somente em Cristo e naquilo que Ele faz. Aquilo que Cristo é e fez pode ser resumido em Hebreus 2:10, 17,18 e entendido das seguintes maneiras:

1. Pode "expiar os pecados do povo." - Heb 2:17

A primeira beleza que um pecador vê em Cristo é essa, a expiação dos seus pecados. Quando Deus, com misericórdia, abre o entendimento do pecador Ele faz com que o mesmo veja os seus próprios pecados e a sua escravidão. Depois disso, Deus capacita o pecador para que veja a Cristo como o Salvador de seus pecados terríveis (Rom 8:15). Com a fé em Deus o pecador arrependido pode enxergar o precioso Filho de Deus na sua beleza como o seu Salvador, e crendo nEle, é salvo (Rom 8:1,2).

O propósito de Cristo ter nascido e vivido no mundo era exatamente "remir os que estavam debaixo da lei, a fim de recebermos a adoção de filhos" (Gal 4:4,5). O homem em Cristo tem a esperança de nunca mais precisar temer ser julgado pelos seus pecados, pois a promessa da Palavra de Deus é: "quem ouve a minha palavra, e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna, e não entrará em condenação, mas passou da morte para a vida." (João 5:24). Deus Pai planejou a salvação (Efés 1:3-5), Cristo é o Salvador dos pecadores (Efés 1:6,7), e o Espírito Santo de Deus sela os crentes para a salvação (Efés 1:13) pois Ele é "o penhor da nossa herança" (Efés 1:14); a esperança está no poder de Deus. Mesmo o crente tendo problemas com o pecado na carne (Rom 7:18) ele não precisa ter problemas no julgamento dos seus pecados num dia futuro. Cristo já aniquilou o pecado pelo sacrifício de Si mesmo (Heb 9:26) morrendo pelos pecadores (Rom 5:6,8; Rom 9:22). Deus sente-se satisfeito com Este supremo sacrifício (Isa 53:11).

2. Pode trazer "muitos filhos à glória" - Heb 2:10

As belezas de Cristo não compreende somente a salvação. A primeira beleza vista em Cristo é a expiação dos pecados. Cristo tem muitas outras belezas além dessa primeira. Com o poder do pecado aniquilado e a condenação dos pecados levada, quem está em Cristo tem muito mais que a esperança de não precisar pagar mais pelos pecados. O crente, em Cristo, também é levado "à glória", pois ele tem coisas melhores que a salvação. Há coisas que "acompanham a salvação" (Heb 6:9). Essas belezas enriquecem a esperança que o crente tem em Cristo.

Cristo é a esperança para seus filhos enquanto eles estão na terra

Enquanto o crente está no mundo, nessa carne, ele terá aflições (João 16:33). Satanás, "nosso adversário, anda em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar;" (I Ped 1:8). Antes de irmos para o céu, ainda sendo salvos, temos o problema do "pecado que tão de perto nos rodeia" (Heb 12:1; Rom 7:18). Temos a esperança de que um dia tudo isso findará e teremos o nosso descanso eterno com Deus. Todavia, antes disso, temos a esperança, ainda agora, da promessa que Cristo "pode socorrer aos que são tentados" (Heb 2:18). Cristo foi feito "semelhante aos irmãos" (Heb 2:17) para que "possamos alcançar misericórdia e achar graça, a fim de sermos ajudados em tempo oportuno." (Heb 4:14-16). Cristo pode socorrer aqueles que estão passado por tentações porque Ele é Deus (João 1:1-3).

Cristo não só "pode" nos socorrer, como está pronto para isso. Por isso Cristo tem cuidado de nós (I Ped 5:7). Assim que nos cheguemos a Deus, Ele se chega a nós (Tiago 4:7,8). Assim resistimos o diabo, firmes na fé, e ele fugirá de nós (I Ped 5:9; Tiago 4:7). Todas estas benção acontecem devido a prontidão que Cristo tem para nos socorrer em tempo oportuno (Heb 4:16).

Em Cristo, achamos graça para viver (Heb 1:12; Gal 2:20) e graça para servi-lo tendo a vitória apesar das fraquezas, injúrias, necessidades, perseguições e angústias (II Cor 12:9,10). Cristo já foi adiante de nós e conhece as nossas fraquezas pois ele "padeceu" na carne tanto quanto qualquer um de nós (Heb 2:18). Cristo foi criado por uma família pobre, pois nasceu numa manjedoura. Assim Ele conhece a graça necessária que um pobre necessita. Cristo conheceu as limitações de um corpo humano (Mar 4:36-38; João 4:6), o amor e a tristeza que vêm com o amor (João 11:33-36) e a tentação que envolve cada tipo de pecado (Heb 4:15, "em tudo foi tentado"; Mat. 4:1-11 - pensamentos, blasfêmia, suicídio). Assim, conhecendo a nossa fraqueza e aquilo que estamos enfrentando, ajuda nos com a graça necessária para obedecermos a Ele. Por isso temos a beleza de esperar em Cristo enquanto estamos aqui na terra pois Ele já venceu a tudo "sem pecado" e pode "compadecer-se das nossas fraquezas" (Heb 4:15).

Cristo é a esperança para seus filhos enquanto Ele está no céu

Enquanto estamos na terra temos uma esperança viva em Cristo. Tudo aquilo que Cristo já fez dá-nos esperança para continuarmos passando por aquilo que Ele já passou. Temos maior razão para termos esperança. Temos esperança naquilo que Ele ainda está fazendo por nós no céu! Cristo está no céu intercedendo por nós assim como orava por nós enquanto estava aqui na terra (João 17:20; Heb 7:25).

Cristo, no céu, não só está orando por nós mas também mediando por nós "agora . . . perante a face de Deus" (Heb 9:24). Cristo continua amando-nos e clamando, diante de Deus, o seu precioso sangue que é eficaz para nos perdoar de toda a injustiça que continuamente temos nessa carne (I João 1:9). Conhecendo estas verdades o crente passa a ter esperança. Cristo é a nossa esperança!

A nossa ida para o céu é tão certa que Cristo prepara-nos um lugar. A beleza dessa verdade é que um dia estaremos onde Ele está agora pois Ele prometeu vir outra vez para nós estarmos junto dEle (João 14:1-6; I Cor 15:51-58) e "assim estaremos sempre com o Senhor" (I Tess 4:17).

Pode haver uma maior número de razões para se elevarem mãos cansadas e se fortalecerem os espíritos fracos? Que Deus te abençoe e que você conheça e viva a beleza que é a esperança em Cristo. Amem.

“Não me dês nem a pobreza nem a riqueza;
Mantém-me do pão da minha porção acostumada” (Pv 30.80.

Introdução
A riqueza, a fama, o poder, os prazeres e o consumo desenfreado são ineficazes para satisfazer as necessidades da alma (Ec 6). Infelizmente, por essas coisas vãs, muitos têm empenhado tudo o que possuem, inclusive a própria vida (Mt 16.26). A Palavra de Deus nos adverte taxativamente sobre o gasto abusivo e desnecessário (Pv 21.20); Is 55.2). Nesta lição, aprenderemos sobre como nos livrar desta enfermidade.

I – OS MALES DO CONSUMISMO

1. O apelo consumista nos meios de comunicação. Muitos são impelidos, especialmente, pela propaganda difundida nas mídias eletrônicas (Rádio, TV, Internet) a comprarem aquilo de que realmente não necessitam. Os profissionais do marketing aproveitam-se das datas comemorativas tais como, Natal, Páscoa, Dia das mães, dos pais, dos namorados, das crianças, etc., para incitar as pessoas ao consumo. O pior do consumismo é que muitos acabam valorizando mais as coisas materiais que s espirituais (Pv 30.15; Mt 6.19-21).

O crente em Jesus deve resistir ao consumo inútil e à tentação do crédito fácil, propalados pela mídia. Lembre-se: “Crédito imediato é também dívida imediata”. Façamos, pois, a oração de Agur: Não me dês nem a pobreza nem a riqueza; mantém-me do pão da minha porção acostumada” (Pv 30.8,9).
2. O supérfluo em detrimento do essencial. Essencial para o consumo é aquilo que, sem o qual, a vida exaure: comida, roupa, moradia e, na medida certa, o lazer. Até mesmo no que é indispensável devemos confiar mais em Deus que em nossos próprios esforços (Mt 6.25-34). O supérfluo é tudo aquilo que não é essencial à manutenção da vida. Sob a influência dos meios de comunicação, há os que suprimem itens prioritários à sobrevivência, para comprar produtos de griffe, por mero capricho. A Bíblia é enfática em seu ensino contra o desperdício (Is 55.2; 2 Tm 4.5).
3. A compulsão pelas compras. A vontade compulsiva de comprar pode estar associada a um distúrbio psicológico conhecido como oneomania. Essa doença está associada a diversos fatores, tais como: ansiedade, frustração, depressão, transtornos de humor e um desejo reprimido de possuir as coisas. Por isso há tantas pessoas endividadas, especialmente, pelo mau uso do cartão de crédito e de cheques especiais. É uma enfermidade que precisa ser tratada com seriedade e urgência (Pv 15.27; Ec 5.10; Jr 17.11; 1 Tm 6.10).
Obreiros, líderes e crentes em geral, portadores dessa doença, precisam de cura imediata para exercerem o ministério cristão sem impedimento, e glorificarem o santo nome de nosso Senhor Jesus Cristo (Rm 12.16; 13.8,14; Gl 5.22).

II – COMCERCIO E CONSUMO NO AMBIENTE CRISTÃO

1. O comércio no templo em Jerusalém (Jo 2.13-17; Mt 21.12,13). Era no átrio dos gentios que os comerciantes vendiam animais para serem sacrificados, e os cambistas trocavam as moedas estrangeiras pela moeda do Templo, a fim de que os judeus pagassem o imposto sagrado (Mt 21.12). Essas atividades eram controladas pelos sacerdotes e levitas, inclusive pela família de Anás, o sumo sacerdote. O problema é que eles majoravam os preços dos animais e cobravam excessivas taxas cambiais. Era a prática da corrupção e exploração do povo no recinto sagrado. O culto tornava-se apenas uma desculpa para o comércio fraudulento. Todavia, Jesus, na função de Filho de Davi, condenou os abusos e a corrupção (Mt 21.5-11).
2. Mercantilismo na Igreja. Não podemos ignorar esta infame realidade: muitos exercem atividades entre o povo de Deus alegando um “ministério” que não existe. Há cantores evangélicos, pregadores, ensinadores, “missionários” e vendedores itinerantes cuja vida particular desmente os padrões de santidade que eles fingem ser portadores no púlpito (Cl 2.23; 2 Tm 3.4,5). São artistas, exploradores do povo e das igrejas, que só veem o promissor mercado evangélico à sua frente.
3. Comércio ou serviço cristão? Há quem questione a compra e venda de produtos necessários ao desenvolvimento do serviço cristão na igreja. A igreja, de fato, precisa de Bíblias, livros, folhetos e outros aparatos. Se tal atividade comercial é honesta e normal no mundo secular, por que seria condenável no âmbito cristão, se é feito com transparência e sem “torpe ganância”? (Tt 1.7).

III – PROVISÃO DIVINA DAS NECESSIDADES DIÁRIAS

1. Pedindo a Deus a provisão necessária (Pv 30.7,8). Agur fizera apenas dois pedidos a Deus. Primeiro, que Ele o resguardasse da mentira e da falsidade, porque desejava manter-se verdadeiro e íntegro. Segundo, que o Senhor lhe concedesse o suficiente para satisfazer suas necessidades diárias. Agur não queria os excessos da riqueza, nem as privações da pobreza, mas, uma vida prudente e financeiramente equilibrada (Lc 12.29-31).
Na Oração Dominical, Jesus ensinou o mesmo princípio (Mt 6.9-13; 25-34). Devemos buscar primeiro o Reino de Deus (v.33), mas o Pai também quer que oremos por nossas necessidades materiais – o “pão” (Mt 6.11). Em Filipenses 4.11-13, Paulo reforça o ensino de Jesus quando diz aos Filipenses: “Aprendi a contentar-me com o que tenho. Sei estar abatido e sei também ter abundância” [...] “estou instruído tanto a ter fartura como a ter fome, tanto a ter abundância como a padecer necessidade. Posso todas as coisas naquele que me fortalece”.
2. Deus nos supre em todos os momentos (Fp 4.11-13, 19). Deus supriu todas as necessidades do profeta Elias (1 Rs 17.2-7, 8-24). O rei Davi, quando idoso, pôde testificar sobre a provisão divina durante toda a sua vida (Sl 37.25; 23.1). Estamos diante do mesmo que pode fazer isso agora, aí mesmo onde você se encontra. Ele não mudou, “é o mesmo ontem, e hoje, e eternamente (Hb 13.8; Dt 8.15-18: Lc 12.15; 1 Tm 6.17).

IV – COMO FUGIR DO CONSUMISMO

1. Evite o desperdício e o supérfluo. Em João 6.12 Jesus ordenou que seus discípulos recolhessem os alimentos que sobrara para que nada se perdesse. Algumas vezes o orçamento acaba porque gastamos com insensatez, onde não se deve ou não se pode (Is 55.2; Lc 15.13,14).
2. Economize, poupe e fuja das dívidas. Economize comprando no estabelecimento que é mais em conta. Racionalize os gastos com água, luz, telefone, etc. (Gn 41.35, 36; Pv 21.20). Abra uma conta-poupança e guarde um pouco de dinheiro, por menor que seja a quantia, Fuja das dívidas.

CONCLUSÃO

Pobreza não é maldição (Dt 15.11; Mc 14.7), mas pode resultar de fatores diversos: guerra, catástrofes, vícios, alcoolismo, jogos de azar, má administração dos bens e dos recursos econômicos. Neste particular, a Palavra de Deus adverte que o beberrão e o comilão cairão em pobreza (Pv 23.20,21). Não compre fiado. Não peça emprestado. Liberte-se do consumo irresponsável. Jesus quer libertá-lo das garras do consumismo. “E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará”. “Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres” (Jo 8.32,36). Amem.

HA PODER EM SUAS PALAVRAS - 5

DAVID E GOLIAS

1- INTRODUÇÃO

A) MARCOS 4:14, 26

“14 O que semeia, semeia a palavra;”

“26 E dizia: O reino de Deus é assim como se um homem lançasse semente à terra.”

As suas palavras são “SEMENTES”

B) PROV. 18:21

“21 A morte e a vida estão no poder da língua; e aquele que a ama comerá do seu fruto.”

A morte e a vida estão no poder da língua

C) MARCOS 11:23

“23 Porque em verdade vos digo que qualquer que disser a este monte: Ergue-te e lança-te no mar, e não duvidar em seu coração, mas crer que se fará aquilo que diz, tudo o que disser lhe será feito.”

Tudo o que você acreditar no coração

D) JOSUÉ 1:8 -

“8 Não se aparte da tua boca o livro desta lei; antes medita nele dia e noite, para que tenhas cuidado de fazer conforme a tudo quanto nele está escrito; porque então farás prosperar o teu caminho, e serás bem sucedido.”

Disse Deus: Josué, não deixes que a tua boca fale o que lhe apetece. Fala da tua saúde o mesmo que a Bíblia diz; Fala da tua família, finanças, o mesmo que a Bíblia diz!

2 - A NOSSA ATITUDE

Mais que palavras é a atitude do coração

ATITUDES = modo como REAGE a um PROBLEMA

Não é o problema que destrói uma pessoa

Não é UM AGENTE EXTERNO que determina o SUCESSO ou FRACASSO

A Solução está DENTRO da PESSOA = a ATITUDE perante a situação

Se a ATITUDE for BOA saiem PALAVRAS de Vida há ACÇÃO - AGIR - de Fé

HÁ 2 TIPOS DE PESSOAS - Diante dum PROBLEMA

A) O 1º TIPO = Acredita ERRADO + Fala ERRADO (Negativo)

Acreditar + Falar Errado = ao contrário de Deus = ao contrário das promessas de Deus

O resultado é fracasso, derrota etc.

B) O 2º TIPO = Acredita CERTO + Fala CERTO

Acreditar + Falar CERTO = de acordo com o que Deus diz = de acordo com o que Deus promete

O resultado é força, vitória e tudo de bom.

3 - DAVID e GOLIAS

O exército de Israel, incluindo os irmãos de David tinham uma atitude errada.

- Eles acreditaram errado

- Eles não acreditaram nas promessas de Deus

- Eles falaram errado

David tinha a atitude certa:

- Ele acreditou as promessas de Deus

- Ele falou as promessas de Deus

I Sam 17:

“43 Disse, pois, o filisteu a Davi: Sou eu algum cão, para tu vires a mim com paus? E o filisteu pelos seus deuses amaldiçoou a Davi.

O Golias usou palavras para amaldiçoar Davi, para trazer morte.

Mas Davi sabia o poder das palavras e ele respondeu:

1º Nulificando as palavras de Golias

2º Semeando o que ele queria colher

45 Davi, porém, disse ao filisteu: Tu vens a mim com espada, e com lança, e com escudo; porém eu venho a ti em nome do SENHOR dos Exércitos, o Deus dos exércitos de Israel, a quem tens afrontado.

46 Hoje mesmo o SENHOR te entregará na minha mão, e ferir-te-ei, e tirar-te-ei a cabeça, e os corpos do arraial dos filisteus darei hoje mesmo às aves do céu e às feras da terra; e toda a terra saberá que há Deus em Israel;

47 E saberá toda esta congregação que o SENHOR salva, não com espada, nem com lança; porque do SENHOR é a guerra, e ele vos entregará na nossa mão.

50 Assim Davi prevaleceu contra o filisteu, com uma funda e com uma pedra, e feriu o filisteu, e o matou; sem que Davi tivesse uma espada na mão.”

David venceu, porque ele:

1º Conhecia Deus

2º Não se deixou intimidar pelas palavras de morte do Golias

3º Semeou, em voz alta, o resultado que ele queria colher

Rom. 8:31

“31 Que diremos, pois, a estas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós?”

domingo, 7 de junho de 2009

RECEITA DE REPELENTE CASEIRO


( Em tempos de DENGUE, divulguem esta receita para seus amigos e parentes! )


Esta receita foi passada por pessoas de uma colônia de pescadores de Muriquí, que nunca tiveram dengue ou 'afins'.

O excelente é que não intoxica; pode ser usado à vontade.

Divulguem esta receita para seus amigos e parentes!

- 1 garrafa de álcool;

- meio vidrinho de óleo Johnson, ou óleo para bebê,

para não desidratar a pele;

- 1 pacote de cravo (mais ou menos 30 cravos) da

Índia em infusão por uma noite.

Torna-se um excelente repelente caseiro!!!!!
Os pescadores há muito já conhecem esta mistura, usam sempre em suas noites de pescaria para evitar picadas de insetos.