Clame a Deus
Quando a tempestade vier por todos os lados, sem que você saiba de que lado começou, e estremecer as montanhas, triscar os céus em raios amedrontadores, quando o barulho dos trovões for ensurdecedor e você estiver sem abrigo, sem teto, sem lugar para fugir, clame a Deus!
Quando o mal chegar sorrateiro, transformando sua festa em tragédia, seu romance em fracasso, seu prazer na mais profunda dor, e não souber como começou e se um dia terminará, clame a Deus!
Quando seu filho mergulhar nas drogas, sua filha surgir grávida, uma bala perdida ferir sua esposa, um assalto levar-lhe embora a economia de anos, quando lhe confundirem com algum criminoso e prenderem-no por engano, quando sua igreja lhe considerar ímpio e você não for, clame a Deus!
Quando uma gripe transformar-se em pneumonia, ou uma picada de inseto transformar-se numa malária, ou quando um pequeno machucado no pé numa gangrena ou uma espinha num câncer generalizado, e o médico balançar a cabeça, dizendo que nada mais pode fazer, clame a Deus!
Quando o dedo em riste lhe acusar de coisas que você não fez, ou que trouxer de volta um passado do qual você não tem de que se arrepender, ou outro do qual há muito se arrependeu, quando o acusador for implacável, cobrando-lhe uma fatura já paga por Jesus Cristo na cruz do Calvário, clame a Deus!
Quando a vida virar de tal forma que as festas de ontem se transformem em cinzas, quando os amigos de outrora se tornarem os inimigos do presente, quando não houver ninguém do seu lado para lhe defender e você souber que nada fez de errado, mas não tiver como provar a sua inocência, clame a Deus!
E se tudo isso acontecer com você de forma súbita, absolutamente surpreendente, transformando em mal aquilo que você com tanto amor construiu, e tornar contra você qualquer esforço para consertar o estrago, e você olhar no espelho, ou para o alto, ou para baixo, ou para o rosto de quem lhe magoa e perguntar "por que? por que? por que?", clame a Deus!
Clame a Deus na solidão do deserto, mesmo que seja para orar como Elias, que não suportava mais fugir de uma rainha perversa;
Clame a Deus na velhice da existência, como Abraão, quando o filho tão sonhado não poderia mais ser gerado;
Clame a Deus como Daniel, que não compreendia as coisas que via, que ouvia ou que sentia, mas precisava de entendimento, de sabedoria, de maturidade, de revelação;
Clame a Deus como Jeremias, que queria continuar no velho caminho, mas que recebeu de Deus a mensagem de que lhe seriam mostradas coisas grandes e novas, que ele não conhecia;
Clame a Deus como o pai daquele epilético satanizado, que era atirado no fogo ou espumava até perder os sentidos, e não tendo sucesso com os apóstolos que não conseguiram curar seu filho, pediu a Jesus para fazê-lo, implorando ao Mestre que o ajudasse na falta de fé;
Acima de tudo, porém, clame a Deus como Jesus! Jesus, nosso Salvador, Jesus, nosso modelo, Jesus, nosso exemplo, Jesus, nosso Mestre, Senhor e Rei!
Jesus clamou na cruz, implorando do Pai uma resposta: "Por que me desamparaste?" (cf. Mt 27.46) Sim, Jesus perguntou por que. Pergunte como Jesus o porquê das lutas, das aflições, das angústias, das injustiças, dos atropelamentos, do desemprego, da enfermidade, do divórcio, do luto ou da tragédia.
Jesus implorou pelo livramento, no Getsêmani. "Pai, afasta esse cálice de mim!" (Mt 26.39). Sim, Ele pediu, Ele implorou, Ele suplicou. Suplique também, ore também, clame também, implore também! Compartilhe com algum justo (que justo não há nenhum além de Cristo, mas um justificado por Jesus) e peça-lhe oração, pois a oração de um justo muito pode em seus efeitos!
Mas lembre-se de que Jesus aceitou a vontade do Pai, abrindo mão da sua própria, e você também deve aceitar a vontade de Deus, caso seja Ele quem o esteja conduzindo pela tempestade.
"O que eu faço não o sabes agora; entenderás depois" (João 13.7)
Oh, como é difícil entender Deus em seus caminhos! Contudo, Ele é Deus muito antes de nossa existência e conhece bem o que faz. E mesmo que não compreendamos, Ele está a nos conduzir sempre em vitória, pois estamos em Cristo Jesus.
E graças a Deus, que sempre nos faz triunfar em Cristo, (2Co 2:14)
E ainda que estejamos fracassados aos olhos humanos, se estivermos EM Cristo seremos mais do que vencedores diante de Deus.
"O grão de trigo, se não morrer, fica ele só; mas se morrer, dá muito fruto". (João 12.24) Ainda que morramos, o morrer para nós será ganho, e o viver será Cristo.
Então clame a Deus! Clame agora! Clame sozinho! Clame em casa, no quarto, na sala, no banheiro, na cozinha! Clame no trem, no carro, no ônibus, no barco, no avião! Clame na prisão, no hospital, no asilo, na igreja, no pico da montanha ou no meio do vale! Clame de dia, de tarde, de noite, de madrugada!
Na minha angústia clamei ao Senhor, e me ouviu. (Sl 120:1)
Invoquei o Senhor na angústia; o Senhor me ouviu, e me tirou para um lugar largo. (Sl 118:5)
Por que estás abatida, ó minha alma, e por que te perturbas em mim? Espera em Deus, pois ainda o louvarei pela salvação da sua face. (Sl 42:5)
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
terça-feira, 22 de setembro de 2009
A justiça no reino de Deus
A palavra justiça tem várias aplicações. Vamos destacar dois sentidos deste termo que consideramos de grande relevância: Justiça significa retidão, ou seja, característica de algo que corresponde ao padrão. Por exemplo: O que é uma "roupa justa"? É aquela que tem a medida exata. Não falta tecido, nem sobra. Nesse caso , o corpo é o padrão, ou modelo. A justiça diante de Deus é viver de acordo com a vontade dele, sem sobrar nem faltar. Difícil, não é? Entretanto, este é o nosso alvo. Devemos viver buscando "em primeiro lugar o reino de Deus e a sua justiça". ( Mt 6.33). Devemos estar sempre buscando agir da melhor forma possível, sem jamais desistir. Nunca devemos achar que o pecado seja uma coisa normal e aceitável.
Outro sentido da palavra justiça é: dar a cada um o que, por direito, lhe cabe. É o que Jesus mandou: "Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus". (Mt. 22.21). Justiça é dar a cada pessoa a recompensa devida pelo seus atos, sejam eles bons ou maus. Recompensar alguém pelos seus atos bons é algo que todos podem fazer (mas raramente fazem). Por outro lado, retribuir a alguém pelos seus atos maus pode ter ainda outros nomes: castigo, ou vingança. Em se tratando de convívio social, estamos impedidos, pelas leis civis, de exercer esse tipo de justiça corretiva ou punitiva. Esta é uma das principais funções do Estado através do Poder Judiciário.
No âmbito espiritual, esse tipo de justiça é exercido por Deus. Hoje, Sua justiça se manifesta através das conseqüências, boas ou más, que recebemos por nossas ações. Para fechar todas as pendências, a Bíblia nos aponta um dia futuro em que acontecerá o Juízo Final, quando cada um de nós comparecerá diante de Deus para receber a devida recompensa pelos seus atos. Naquele dia, só se salvarão aqueles que tiveram suas injustiças purificadas pelo sangue de Jesus e passaram a viver para a sua glória.
A palavra justiça tem várias aplicações. Vamos destacar dois sentidos deste termo que consideramos de grande relevância: Justiça significa retidão, ou seja, característica de algo que corresponde ao padrão. Por exemplo: O que é uma "roupa justa"? É aquela que tem a medida exata. Não falta tecido, nem sobra. Nesse caso , o corpo é o padrão, ou modelo. A justiça diante de Deus é viver de acordo com a vontade dele, sem sobrar nem faltar. Difícil, não é? Entretanto, este é o nosso alvo. Devemos viver buscando "em primeiro lugar o reino de Deus e a sua justiça". ( Mt 6.33). Devemos estar sempre buscando agir da melhor forma possível, sem jamais desistir. Nunca devemos achar que o pecado seja uma coisa normal e aceitável.
Outro sentido da palavra justiça é: dar a cada um o que, por direito, lhe cabe. É o que Jesus mandou: "Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus". (Mt. 22.21). Justiça é dar a cada pessoa a recompensa devida pelo seus atos, sejam eles bons ou maus. Recompensar alguém pelos seus atos bons é algo que todos podem fazer (mas raramente fazem). Por outro lado, retribuir a alguém pelos seus atos maus pode ter ainda outros nomes: castigo, ou vingança. Em se tratando de convívio social, estamos impedidos, pelas leis civis, de exercer esse tipo de justiça corretiva ou punitiva. Esta é uma das principais funções do Estado através do Poder Judiciário.
No âmbito espiritual, esse tipo de justiça é exercido por Deus. Hoje, Sua justiça se manifesta através das conseqüências, boas ou más, que recebemos por nossas ações. Para fechar todas as pendências, a Bíblia nos aponta um dia futuro em que acontecerá o Juízo Final, quando cada um de nós comparecerá diante de Deus para receber a devida recompensa pelos seus atos. Naquele dia, só se salvarão aqueles que tiveram suas injustiças purificadas pelo sangue de Jesus e passaram a viver para a sua glória.
A Fé e a Razão
“Confia no Senhor de todo o teu coração, e não te estribes no teu próprio entendimento” (Pv.3.5). ”
Muitos desprezam a fé em Deus e vivem guiados por sua própria razão. Estão firmados no entendimento intelectual, como se este fosse totalmente eficaz e confiável para todos os fins. Trata-se de uma forma de antropocentrismo.
“Estribar” significa “firmar-se”, “apoiar-se” em algo. Quando se vai montar num cavalo, coloca-se o pé no estribo, que é o ponto de apoio para se tomar o impulso necessário à montaria. O mesmo equipamento ajuda no equilíbrio do cavaleiro durante a cavalgada. Alguns automóveis também possuem uma peça com este nome localizada no limiar da porta. Qual é o nosso “estribo” na vida? Em que nos firmamos para fazer nossas escolhas, tomar nossas decisões e determinar o nosso destino? Se nos firmarmos em algo instável, poderemos ser vítimas de uma queda perigosa ou até fatal. Será que a razão humana é suficiente para garantir nosso êxito em todas as áreas?
OS LIMITES DA RAZÃO
O raciocínio é poderoso, porém limitado. A vida, a morte e o universo não podem ser explicados pelo homem. Por quê? A mente possui uma capacidade impressionante para processar informações. Entretanto, não temos à nossa disposição todos os dados sobre todos os assuntos, principalmente no que tange à espiritualidade. E quando recebemos algum conhecimento nesse sentido, faltam-nos parâmetros de avaliação, pois a nossa lógica está restrita a elementos terrenos.
Até no campo natural, estamos bastante limitados. A ciência, por mais avançada que esteja, não sabe como funciona o cérebro de uma pulga. É verdade que muitas descobertas úteis e invenções extraordinárias têm sido produzidas, mas tudo isso está localizado dentro de um limite intransponível. Os cientistas têm muitas teorias sobre os mais variados assuntos que, muitas vezes, são apregoadas como verdades absolutas. Entretanto, em alguns casos, são apenas especulações. Incluímos aí as teorias sobre a origem da vida, a teoria da evolução e outras que pretendem explicar o comportamento humano. A verdade é que o homem não conhece muito bem a si mesmo. Sabe quase nada sobre seu passado e não tem controle sobre seu futuro imediato. A falta de conhecimento limita a eficácia do raciocínio.
Não estou dizendo que possamos desprezar a razão. Afinal, foi Deus quem no-la deu para que fôssemos superiores às demais criaturas terrenas. A ordem de não se estribar no entendimento não significa que devamos desprezá-lo. Entretanto, é necessário que compreendamos que existe o campo da razão e o campo da fé, embora haja uma considerável interseção entre ambos.
CONCILIAÇÃO PARCIAL
Fé e razão caminham juntas até certo ponto. Daí se falar em “culto racional” (Rm.12.1) e “razão da esperança” (I Pd.3.15), passíveis de explicação e compreensão (Pv.1.2; 1.6; 2.5; 2.9; 14.8). A fé não pode ser uma crença cega em qualquer afirmação que se faça a respeito de questões incompreensíveis. Se assim for, voltamos à estaca zero, acreditando em falsas teorias “científicas” e todo tipo de heresia.
A fé autêntica é a crença e a confiança em Deus, de acordo com o que a bíblia ensina. Como podemos confiar assim nesse livro, descartando outras idéias sobre divindade e espiritualidade? Em primeiro lugar, podemos crer porque aquilo que a bíblia diz funciona. Mediante a operação do poder de Deus, de acordo com a prescrição bíblica, os enfermos são curados, os cegos enxergam, os paralíticos andam e vidas são transformadas para a prática da justiça através do amor. Os sinais dependem da fé, mas olhando no sentido inverso, a fé é justificada e fortalecida pelos sinais.
Viver pela fé não significa confiar em ilusões. A ação de Deus é real na vida de todo aquele que crê. Quando vemos os resultados da fé, então a nossa razão toma conhecimento dos mesmos e, embora não possa explicá-los, também não pode negá-los.
Nossa razão nos dá segurança para caminhar, mas a fé nos faz voar. Andando pela razão, teremos firmeza aparente, mas não iremos muito longe nas questões espirituais. Em nossa vida com Deus, podemos até entender o próximo passo, mas não temos como compreender todo o caminho (Pv.20.24). Por isso, precisamos da fé.
Nossa fé não dependerá da razão, mas não será necessariamente contrária a ela. Vamos além da razão, mas nem sempre estaremos contra a razão. O bom senso não pode ser abandonado, exceto em situações necessárias, quando se faz algo aparentemente absurdo por causa de uma ordem de Deus. Foi o caso de Noé construindo a arca. Em casos extremos como esse, é imprescindível uma ordem direta de Deus, de modo que não haja nenhuma dúvida. Entretanto, algumas pessoas fazem loucuras em nome de Jesus sem que ele lhas tenha mandado. Nesse caso, a razão e a fé foram abandonadas e a presunção tomou o seu lugar. Precisamos, sempre que possível, conciliar a fé e a razão. Se abandonarmos uma das duas, correremos em direção ao fanatismo ou ao racionalismo.
A RAZÃO PODE SE TORNAR OBSTÁCULO PARA A FÉ
Aquele que crê em Deus não está imune ao uso indevido da razão. Quando o Senhor nos dá uma ordem, principalmente através dos mandamentos bíblicos, usamos a razão para compreender o que fazer. Entretanto, ela pode nos atrapalhar quando tentamos entender o porquê daquela ordem ou os motivos de Deus. Esse tipo de raciocínio pode nos conduzir à desobediência. Quando Deus mandou Noé construir a arca ou quando ordenou que Abraão sacrificasse Isaque, eles não usaram a razão para tentar entender a ordem divina. Apenas tomaram as providências necessárias ao seu cumprimento. O fator decisivo foi que eles conheciam a Deus e sabiam exatamente quem estava mandando.
Quando colocamos a razão em primeiro lugar, criamos obstáculos à operação de milagres. Pela fé, estejamos certos da ação de Deus em nossas vidas, não tentando descobrir como ou porque Deus vai agir.
Somos como crianças diante dele. Imagine se os filhos dependessem de compreender todas as ordens de seus pais em todos os seus detalhes? Se, para comer verduras, o filho precisasse fazer um curso de nutrição, talvez morresse antes da próxima refeição. Entretanto, o filho conhece o pai e por isso confia e obedece.
Os ateus percebem o limite de sua dependência da razão quando se encontram num leito de enfermidade. Deus tem suas maneiras de convencer o homem. Nessa hora, pode ser que alguns se rendam à necessidade da fé. Entretanto, não é necessário esperar por isso. Renda-se ao Senhor enquanto é tempo, sabendo que a nossa vida é tão breve e que cada um de nós é um ponto insignificante no universo. Como poderíamos, com a nossa razão, compreender Deus ou negar a sua existência?
CONFIE NO SENHOR
“Confia no Senhor de todo o teu coração”, assim como uma criança confia no seu pai. “Não se turbe o vosso coração”, disse Jesus, “credes em Deus; crede também em mim”. Descanse no Senhor, mesmo não compreendendo a situação atual. Creia que “todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus”.
A confiança em Deus não elimina a oração. Pelo contrário, é por confiarmos no Senhor que levamos a ele os nossos pedidos. Em seguida, precisamos aprender a usufruir o descanso que a confiança proporciona. A criança confia no pai e por isso descansa, não se preocupando com o alimento do dia seguinte.
Quando entramos em um ônibus e dormimos, estamos confiando nossas vidas aos cuidados do motorista. Confiemos em Deus, entregando-lhe a direção da nossa existência. Confiança é um dos aspectos da fé. Contudo, confiar é mais do que crer simplesmente. Confiar é entregar-se.
O descanso daquele que confia não deve ser confundido com negligência. A confiança no Senhor não serve como desculpa para a preguiça. A fé conduz à ação e não à inércia. Devemos fazer tudo o que estiver ao nosso alcance e depois descansar em Deus, confiando que ele cuidará daquilo que nós não podemos fazer.
A razão do enfermo lhe diz que a morte é certa. Pela fé buscamos a cura.
A razão pode produzir desespero. A fé é inseparável da esperança.
A razão avalia as circunstâncias. A fé se baseia na palavra de Deus.
A razão anuncia a derrota. A fé proclama a vitória.
“Confia no Senhor de todo o teu coração, e não te estribes no teu próprio entendimento” (Pv.3.5). ”
Muitos desprezam a fé em Deus e vivem guiados por sua própria razão. Estão firmados no entendimento intelectual, como se este fosse totalmente eficaz e confiável para todos os fins. Trata-se de uma forma de antropocentrismo.
“Estribar” significa “firmar-se”, “apoiar-se” em algo. Quando se vai montar num cavalo, coloca-se o pé no estribo, que é o ponto de apoio para se tomar o impulso necessário à montaria. O mesmo equipamento ajuda no equilíbrio do cavaleiro durante a cavalgada. Alguns automóveis também possuem uma peça com este nome localizada no limiar da porta. Qual é o nosso “estribo” na vida? Em que nos firmamos para fazer nossas escolhas, tomar nossas decisões e determinar o nosso destino? Se nos firmarmos em algo instável, poderemos ser vítimas de uma queda perigosa ou até fatal. Será que a razão humana é suficiente para garantir nosso êxito em todas as áreas?
OS LIMITES DA RAZÃO
O raciocínio é poderoso, porém limitado. A vida, a morte e o universo não podem ser explicados pelo homem. Por quê? A mente possui uma capacidade impressionante para processar informações. Entretanto, não temos à nossa disposição todos os dados sobre todos os assuntos, principalmente no que tange à espiritualidade. E quando recebemos algum conhecimento nesse sentido, faltam-nos parâmetros de avaliação, pois a nossa lógica está restrita a elementos terrenos.
Até no campo natural, estamos bastante limitados. A ciência, por mais avançada que esteja, não sabe como funciona o cérebro de uma pulga. É verdade que muitas descobertas úteis e invenções extraordinárias têm sido produzidas, mas tudo isso está localizado dentro de um limite intransponível. Os cientistas têm muitas teorias sobre os mais variados assuntos que, muitas vezes, são apregoadas como verdades absolutas. Entretanto, em alguns casos, são apenas especulações. Incluímos aí as teorias sobre a origem da vida, a teoria da evolução e outras que pretendem explicar o comportamento humano. A verdade é que o homem não conhece muito bem a si mesmo. Sabe quase nada sobre seu passado e não tem controle sobre seu futuro imediato. A falta de conhecimento limita a eficácia do raciocínio.
Não estou dizendo que possamos desprezar a razão. Afinal, foi Deus quem no-la deu para que fôssemos superiores às demais criaturas terrenas. A ordem de não se estribar no entendimento não significa que devamos desprezá-lo. Entretanto, é necessário que compreendamos que existe o campo da razão e o campo da fé, embora haja uma considerável interseção entre ambos.
CONCILIAÇÃO PARCIAL
Fé e razão caminham juntas até certo ponto. Daí se falar em “culto racional” (Rm.12.1) e “razão da esperança” (I Pd.3.15), passíveis de explicação e compreensão (Pv.1.2; 1.6; 2.5; 2.9; 14.8). A fé não pode ser uma crença cega em qualquer afirmação que se faça a respeito de questões incompreensíveis. Se assim for, voltamos à estaca zero, acreditando em falsas teorias “científicas” e todo tipo de heresia.
A fé autêntica é a crença e a confiança em Deus, de acordo com o que a bíblia ensina. Como podemos confiar assim nesse livro, descartando outras idéias sobre divindade e espiritualidade? Em primeiro lugar, podemos crer porque aquilo que a bíblia diz funciona. Mediante a operação do poder de Deus, de acordo com a prescrição bíblica, os enfermos são curados, os cegos enxergam, os paralíticos andam e vidas são transformadas para a prática da justiça através do amor. Os sinais dependem da fé, mas olhando no sentido inverso, a fé é justificada e fortalecida pelos sinais.
Viver pela fé não significa confiar em ilusões. A ação de Deus é real na vida de todo aquele que crê. Quando vemos os resultados da fé, então a nossa razão toma conhecimento dos mesmos e, embora não possa explicá-los, também não pode negá-los.
Nossa razão nos dá segurança para caminhar, mas a fé nos faz voar. Andando pela razão, teremos firmeza aparente, mas não iremos muito longe nas questões espirituais. Em nossa vida com Deus, podemos até entender o próximo passo, mas não temos como compreender todo o caminho (Pv.20.24). Por isso, precisamos da fé.
Nossa fé não dependerá da razão, mas não será necessariamente contrária a ela. Vamos além da razão, mas nem sempre estaremos contra a razão. O bom senso não pode ser abandonado, exceto em situações necessárias, quando se faz algo aparentemente absurdo por causa de uma ordem de Deus. Foi o caso de Noé construindo a arca. Em casos extremos como esse, é imprescindível uma ordem direta de Deus, de modo que não haja nenhuma dúvida. Entretanto, algumas pessoas fazem loucuras em nome de Jesus sem que ele lhas tenha mandado. Nesse caso, a razão e a fé foram abandonadas e a presunção tomou o seu lugar. Precisamos, sempre que possível, conciliar a fé e a razão. Se abandonarmos uma das duas, correremos em direção ao fanatismo ou ao racionalismo.
A RAZÃO PODE SE TORNAR OBSTÁCULO PARA A FÉ
Aquele que crê em Deus não está imune ao uso indevido da razão. Quando o Senhor nos dá uma ordem, principalmente através dos mandamentos bíblicos, usamos a razão para compreender o que fazer. Entretanto, ela pode nos atrapalhar quando tentamos entender o porquê daquela ordem ou os motivos de Deus. Esse tipo de raciocínio pode nos conduzir à desobediência. Quando Deus mandou Noé construir a arca ou quando ordenou que Abraão sacrificasse Isaque, eles não usaram a razão para tentar entender a ordem divina. Apenas tomaram as providências necessárias ao seu cumprimento. O fator decisivo foi que eles conheciam a Deus e sabiam exatamente quem estava mandando.
Quando colocamos a razão em primeiro lugar, criamos obstáculos à operação de milagres. Pela fé, estejamos certos da ação de Deus em nossas vidas, não tentando descobrir como ou porque Deus vai agir.
Somos como crianças diante dele. Imagine se os filhos dependessem de compreender todas as ordens de seus pais em todos os seus detalhes? Se, para comer verduras, o filho precisasse fazer um curso de nutrição, talvez morresse antes da próxima refeição. Entretanto, o filho conhece o pai e por isso confia e obedece.
Os ateus percebem o limite de sua dependência da razão quando se encontram num leito de enfermidade. Deus tem suas maneiras de convencer o homem. Nessa hora, pode ser que alguns se rendam à necessidade da fé. Entretanto, não é necessário esperar por isso. Renda-se ao Senhor enquanto é tempo, sabendo que a nossa vida é tão breve e que cada um de nós é um ponto insignificante no universo. Como poderíamos, com a nossa razão, compreender Deus ou negar a sua existência?
CONFIE NO SENHOR
“Confia no Senhor de todo o teu coração”, assim como uma criança confia no seu pai. “Não se turbe o vosso coração”, disse Jesus, “credes em Deus; crede também em mim”. Descanse no Senhor, mesmo não compreendendo a situação atual. Creia que “todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus”.
A confiança em Deus não elimina a oração. Pelo contrário, é por confiarmos no Senhor que levamos a ele os nossos pedidos. Em seguida, precisamos aprender a usufruir o descanso que a confiança proporciona. A criança confia no pai e por isso descansa, não se preocupando com o alimento do dia seguinte.
Quando entramos em um ônibus e dormimos, estamos confiando nossas vidas aos cuidados do motorista. Confiemos em Deus, entregando-lhe a direção da nossa existência. Confiança é um dos aspectos da fé. Contudo, confiar é mais do que crer simplesmente. Confiar é entregar-se.
O descanso daquele que confia não deve ser confundido com negligência. A confiança no Senhor não serve como desculpa para a preguiça. A fé conduz à ação e não à inércia. Devemos fazer tudo o que estiver ao nosso alcance e depois descansar em Deus, confiando que ele cuidará daquilo que nós não podemos fazer.
A razão do enfermo lhe diz que a morte é certa. Pela fé buscamos a cura.
A razão pode produzir desespero. A fé é inseparável da esperança.
A razão avalia as circunstâncias. A fé se baseia na palavra de Deus.
A razão anuncia a derrota. A fé proclama a vitória.
O Consolador
E, quando ele viver, convencerá o mundo do pecado, e da justiça, e do juízo (Jo 16.7-14).
Quando o Espírito Santo vier, i.e., por ocasião do Pentecoste, soa obra principal no tocante ao testemunho e à proclamação do evangelho, será a de “convencer” do pecado. Este termo “convencer” (gr. Elencho) significa “expor”, “reprovar”, “refutar” e “convencer” (do pecado).
A obra de convicção realizada pelo Espírito Santo opera em três aspectos em relação ao pecador:
(a) O pecado. O Espírito Santo desmascara e reprova a incredulidade e o pecado, a fim de despertar a consciência da culpa e da necessidade de perdão. Isto, constantemente, leva o pecador ao arrependimento genuíno e à conversão a Jesus como Salvador e Senhor (At 2.37,38). A convicção não somente desmascara o pecado, como também torna claro quais serão os resultados pavorosos se os culpados persistirem na prática do mal. Uma vez convicto, necessário é que o pecador faça sua escolha.
(b) A justiça. O Espírito Santo convence os homens de que Jesus é o santo Filho de Deus que os torna conscientes do padrão divino da justiça em Cristo. Esse padrão divino da justiça é confrontado contra o pecado e a pessoa recebe poder para vencer o mundo (At 3.12-16; 7.51-60; 17.31; 1 Pe 3.18).
(c) O juízo. Trata-se da obra do Espírito ao convencer os homens da derrota de Satanás na cruz (Jo 12.31; 16.11), do juízo atual do mundo por Deus (Rm 1.18-32), do juízo futuro de todos os homens (Mt 16.27; At 17.31; 24,25; Rm 14.10; 1 Co 6.2; 2 Co 5.10; Jd 14).
A obra do Espírito de convencer do pecado e da justiça e do juízo será manifestada em todos os crentes verdadeiramente cheios do Espírito. Cristo, cheio do Espírito (Lc 4.1), testificou ao mundo “que as suas obras são más” (ver Jo 7.7; 15.18) e chamava os homens ao arrependimento do pecado (Mt 4.17). João Batista “cheio do Espírito Santo” desde seu nascimento (ver Lc 1.15), expunha os pecados do povo judaico (ver Mt 11.7; Lc 3.1-20) e Pedro, “cheio do Espírito Santo” (At 2.4), convencia os corações de 3.000 pecadores, ao pregar o arrependimento e o perdão dos pecados (At 2.37-41).
Este texto deixa bem claro que qualquer pregador ou igreja que não expõe publicamente o pecado, nem a responsabilidade do pecador, nem o conclama ao arrependimento e à retidão bíblica, não procede do Espírito Santo. Em 1 Co 14.24,25 declara explicitamente que a presença de Deus na congregação é reconhecida pela manifestação do pecado do infiel (i.e., os segredos do seu coração), pela sua conseqüente convicção (v. 24) e pela sua salvação (v.25).
“Ele vos guiará em toda a verdade” - A obra do Espírito Santo quanto a convencer do pecado não concerne somente ao incrédulo (Jo 16.7,8), mas também ao crente e à igreja, ensinando, corrigindo e guiando na verdade (Mt 18.15; 1 Tm 5.20; Ap 3.19).
O Espírito Santo falará ao crente concernente ao pecado, à justiça de Cristo e ao julgamento da maldade com vistas a: (a) conformar o crente a Cristo e aos seus padrões de justiça (cf. 2 Co 3.18); (b) guiá-lo em toda verdade (v.13); e (c) glorificar a Cristo (v.14). Deste modo, o Espírito Santo opera no crente para reproduzir no seu viver a vida santa de Cristo.
Se o crente cheio do Espírito Santo rejeita a sua direção e sua operação de convencer do pecado, e se o crente não mortifica as obras da carne mediante o Espírito Santo, morrerá espiritualmente (Rm 8.13a). Somente os que recebem a verdade e são “guiados pelo Espírito de Deus” são filhos de Deus (Rm 8.14), e assim podem continuar na plenitude do Espírito Santo. O pecado arruína a vida espiritual e igualmente a plenitude do Espírito Santo no crente (Rm 6.23; 8.13; Gl 5.17; cf. Ef 5.18; 1 Ts 5.19).
E, quando ele viver, convencerá o mundo do pecado, e da justiça, e do juízo (Jo 16.7-14).
Quando o Espírito Santo vier, i.e., por ocasião do Pentecoste, soa obra principal no tocante ao testemunho e à proclamação do evangelho, será a de “convencer” do pecado. Este termo “convencer” (gr. Elencho) significa “expor”, “reprovar”, “refutar” e “convencer” (do pecado).
A obra de convicção realizada pelo Espírito Santo opera em três aspectos em relação ao pecador:
(a) O pecado. O Espírito Santo desmascara e reprova a incredulidade e o pecado, a fim de despertar a consciência da culpa e da necessidade de perdão. Isto, constantemente, leva o pecador ao arrependimento genuíno e à conversão a Jesus como Salvador e Senhor (At 2.37,38). A convicção não somente desmascara o pecado, como também torna claro quais serão os resultados pavorosos se os culpados persistirem na prática do mal. Uma vez convicto, necessário é que o pecador faça sua escolha.
(b) A justiça. O Espírito Santo convence os homens de que Jesus é o santo Filho de Deus que os torna conscientes do padrão divino da justiça em Cristo. Esse padrão divino da justiça é confrontado contra o pecado e a pessoa recebe poder para vencer o mundo (At 3.12-16; 7.51-60; 17.31; 1 Pe 3.18).
(c) O juízo. Trata-se da obra do Espírito ao convencer os homens da derrota de Satanás na cruz (Jo 12.31; 16.11), do juízo atual do mundo por Deus (Rm 1.18-32), do juízo futuro de todos os homens (Mt 16.27; At 17.31; 24,25; Rm 14.10; 1 Co 6.2; 2 Co 5.10; Jd 14).
A obra do Espírito de convencer do pecado e da justiça e do juízo será manifestada em todos os crentes verdadeiramente cheios do Espírito. Cristo, cheio do Espírito (Lc 4.1), testificou ao mundo “que as suas obras são más” (ver Jo 7.7; 15.18) e chamava os homens ao arrependimento do pecado (Mt 4.17). João Batista “cheio do Espírito Santo” desde seu nascimento (ver Lc 1.15), expunha os pecados do povo judaico (ver Mt 11.7; Lc 3.1-20) e Pedro, “cheio do Espírito Santo” (At 2.4), convencia os corações de 3.000 pecadores, ao pregar o arrependimento e o perdão dos pecados (At 2.37-41).
Este texto deixa bem claro que qualquer pregador ou igreja que não expõe publicamente o pecado, nem a responsabilidade do pecador, nem o conclama ao arrependimento e à retidão bíblica, não procede do Espírito Santo. Em 1 Co 14.24,25 declara explicitamente que a presença de Deus na congregação é reconhecida pela manifestação do pecado do infiel (i.e., os segredos do seu coração), pela sua conseqüente convicção (v. 24) e pela sua salvação (v.25).
“Ele vos guiará em toda a verdade” - A obra do Espírito Santo quanto a convencer do pecado não concerne somente ao incrédulo (Jo 16.7,8), mas também ao crente e à igreja, ensinando, corrigindo e guiando na verdade (Mt 18.15; 1 Tm 5.20; Ap 3.19).
O Espírito Santo falará ao crente concernente ao pecado, à justiça de Cristo e ao julgamento da maldade com vistas a: (a) conformar o crente a Cristo e aos seus padrões de justiça (cf. 2 Co 3.18); (b) guiá-lo em toda verdade (v.13); e (c) glorificar a Cristo (v.14). Deste modo, o Espírito Santo opera no crente para reproduzir no seu viver a vida santa de Cristo.
Se o crente cheio do Espírito Santo rejeita a sua direção e sua operação de convencer do pecado, e se o crente não mortifica as obras da carne mediante o Espírito Santo, morrerá espiritualmente (Rm 8.13a). Somente os que recebem a verdade e são “guiados pelo Espírito de Deus” são filhos de Deus (Rm 8.14), e assim podem continuar na plenitude do Espírito Santo. O pecado arruína a vida espiritual e igualmente a plenitude do Espírito Santo no crente (Rm 6.23; 8.13; Gl 5.17; cf. Ef 5.18; 1 Ts 5.19).
Os Anjos, Nossos Ministradores
Hebreus 1:14 - Não são porventura todos eles espíritos ministradores, enviados para servir a favor daqueles que hão de herdar a salvação?
Não existe tanta explicação bíblica sobre os anjos, quanto alguns de nós gostaríamos de ter. Uma delas, porém, é bastante clara e confortadora: "Os anjos não são, todos eles, espíritos ministradores enviados para servir aqueles que hão de herdar a salvação?" (Hebreus 1:14).
Há pessoas que resolveram adorar os anjos. Afinal de contas, dizem elas, eles são espíritos poderosos. E que têm a permissão do Senhor, no sentido de trabalhar em favor dos homens. Só que a Bíblia ensina, também, que nem todos os anjos são bons. Um respeitável grupo de anjos, comandados por Lúcifer, quer mais é que os humanos se danem no inferno, junto com eles.
O que a Bíblia ensina é que as pessoas sinceras, que querem obedecer ao Senhor, devem relacionar-se diretamente com Ele, por intermédio de Jesus Cristo. As pessoas que aceitam a Cristo gozam da segurança espiritual do Santo Espírito. E, por causa desta condição de filhos adotivos do Senhor, passam a ser ministradas pelos anjos bons. Mesmo não sabendo exatamente como os anjos operam, quando nos servem, é reconfortante saber que os servos do Senhor trabalham por nós. Crentes genuínos sempre recebem ajuda angélica poderosa.
Hebreus 1:14 - Não são porventura todos eles espíritos ministradores, enviados para servir a favor daqueles que hão de herdar a salvação?
Não existe tanta explicação bíblica sobre os anjos, quanto alguns de nós gostaríamos de ter. Uma delas, porém, é bastante clara e confortadora: "Os anjos não são, todos eles, espíritos ministradores enviados para servir aqueles que hão de herdar a salvação?" (Hebreus 1:14).
Há pessoas que resolveram adorar os anjos. Afinal de contas, dizem elas, eles são espíritos poderosos. E que têm a permissão do Senhor, no sentido de trabalhar em favor dos homens. Só que a Bíblia ensina, também, que nem todos os anjos são bons. Um respeitável grupo de anjos, comandados por Lúcifer, quer mais é que os humanos se danem no inferno, junto com eles.
O que a Bíblia ensina é que as pessoas sinceras, que querem obedecer ao Senhor, devem relacionar-se diretamente com Ele, por intermédio de Jesus Cristo. As pessoas que aceitam a Cristo gozam da segurança espiritual do Santo Espírito. E, por causa desta condição de filhos adotivos do Senhor, passam a ser ministradas pelos anjos bons. Mesmo não sabendo exatamente como os anjos operam, quando nos servem, é reconfortante saber que os servos do Senhor trabalham por nós. Crentes genuínos sempre recebem ajuda angélica poderosa.
terça-feira, 25 de agosto de 2009
Feliz quem proclama a salvação, Mt 5.9
Bem aventurados os que promovem a paz, porque serão chamados filhos de Deus
A Igreja do Senhor Jesus recebeu do Mestre a missão de discipular as nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo (Mt 28.19). Paulo, o apóstolo, ao descrever essa singularidade dos cristãos, afirmou que nós recebemos de Deus o ministério e a palavra da reconciliação (2 Co 5.18), pelo qual afirmamos: “(...) rogamos por, por Cristo, que vos reconcilieis com Deus” (vv.20). A igreja, como embaixadora do Amado, deve promover a paz entre a criatura e o Seu Criador, através da preciosa mensagem de salvação.
Paz, fruto da justificação
Jesus foi enfático em declarar que todos aqueles que promovem a paz serão chamados filhos de Deus. Porém, muitos pacificadores há, neste mundo, que de fato, não tem parte com o reino e nem com a filiação divina. Teria Jesus errado em sua declaração?
Não! A paz afirmada pelo Senhor é aquela que os crentes gozam, pela graça do Senhor Jesus. Enquanto vivíamos sem Deus, éramos acusados pela consciência, pelo nosso adversário e nossas atitudes apenas traziam para nossas vidas a tristeza da ausência da benção do Senhor. Porém, tudo muda quando confiamos nossa vida a Jesus, confessando-o como Nosso Salvador.
Paulo, escrevendo aos romanos, sabiamente afirmou: “Sendo pois, justificados pela fé, temos paz com Deus, através de Nosso Senhor Jesus Cristo” (Rm 5.1). Esta paz diz respeito a um relacionamento limpo com Deus, promovido pela salvação que nos é dada gratuitamente através do Salvador. Assim, entendemos que as pessoas que promovem esta paz, fruto da proclamação da salvação em Cristo, serão conhecidas como filhos de Deus.
Promova a paz
Muitas pessoas têm perecido sem salvação. Se você avaliar profundamente a vida dos viciados, dos marginalizados e de grupos minoritários dentro da sociedade, a coisa mais interessante que você verá em comum é que todas procuram paz.
E nós, que somos filhos de Deus e conhecemos, de fato, a paz em Cristo, somos os únicos que podemos outorgar paz às pessoas. Como? Anunciando a salvação através de Jesus. Esse ministério foi efetuado por nosso Mestre e continua sendo realizado por Sua Igreja.
Onde você estiver, pelo meio que for disponível a você, anuncie a graça do Salvador. Você pode não conhecer nada de teologia, mas se tiver uma história de fé com Cristo e um encontro pessoal com Ele, poderá conduzir multidões aos caminhos santos de Deus. Se você quiser ser conhecido como um filho do Pai Celestial, é vital você se preocupar com o destino eterno das pessoas. Sendo assim, empenhe-se em promover a preciosa paz de Deus a toda a humanidade.
Ao invés de polemizar, pacifique! Essa é a marca dos filhos do Altíssimo
Bem aventurados os que promovem a paz, porque serão chamados filhos de Deus
A Igreja do Senhor Jesus recebeu do Mestre a missão de discipular as nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo (Mt 28.19). Paulo, o apóstolo, ao descrever essa singularidade dos cristãos, afirmou que nós recebemos de Deus o ministério e a palavra da reconciliação (2 Co 5.18), pelo qual afirmamos: “(...) rogamos por, por Cristo, que vos reconcilieis com Deus” (vv.20). A igreja, como embaixadora do Amado, deve promover a paz entre a criatura e o Seu Criador, através da preciosa mensagem de salvação.
Paz, fruto da justificação
Jesus foi enfático em declarar que todos aqueles que promovem a paz serão chamados filhos de Deus. Porém, muitos pacificadores há, neste mundo, que de fato, não tem parte com o reino e nem com a filiação divina. Teria Jesus errado em sua declaração?
Não! A paz afirmada pelo Senhor é aquela que os crentes gozam, pela graça do Senhor Jesus. Enquanto vivíamos sem Deus, éramos acusados pela consciência, pelo nosso adversário e nossas atitudes apenas traziam para nossas vidas a tristeza da ausência da benção do Senhor. Porém, tudo muda quando confiamos nossa vida a Jesus, confessando-o como Nosso Salvador.
Paulo, escrevendo aos romanos, sabiamente afirmou: “Sendo pois, justificados pela fé, temos paz com Deus, através de Nosso Senhor Jesus Cristo” (Rm 5.1). Esta paz diz respeito a um relacionamento limpo com Deus, promovido pela salvação que nos é dada gratuitamente através do Salvador. Assim, entendemos que as pessoas que promovem esta paz, fruto da proclamação da salvação em Cristo, serão conhecidas como filhos de Deus.
Promova a paz
Muitas pessoas têm perecido sem salvação. Se você avaliar profundamente a vida dos viciados, dos marginalizados e de grupos minoritários dentro da sociedade, a coisa mais interessante que você verá em comum é que todas procuram paz.
E nós, que somos filhos de Deus e conhecemos, de fato, a paz em Cristo, somos os únicos que podemos outorgar paz às pessoas. Como? Anunciando a salvação através de Jesus. Esse ministério foi efetuado por nosso Mestre e continua sendo realizado por Sua Igreja.
Onde você estiver, pelo meio que for disponível a você, anuncie a graça do Salvador. Você pode não conhecer nada de teologia, mas se tiver uma história de fé com Cristo e um encontro pessoal com Ele, poderá conduzir multidões aos caminhos santos de Deus. Se você quiser ser conhecido como um filho do Pai Celestial, é vital você se preocupar com o destino eterno das pessoas. Sendo assim, empenhe-se em promover a preciosa paz de Deus a toda a humanidade.
Ao invés de polemizar, pacifique! Essa é a marca dos filhos do Altíssimo
Feliz quem mantém o coração limpo, Mt 5.8
Bem aventurados os puros de coração, porque eles verão a Deus
Deus é luz, nele não há treva alguma. Em seu caráter, Ele é Santo, em seu trato com a humanidade, Ele é Amor. Os cidadãos do Seu reino se identificam com essas características, procurando manter seu coração a altura do padrão divino, para com isso, poder contemplar a glória do Senhor enquanto vivem neste mundo aguardando a consumação de todas as coisas.
Um coração puro, é possível?
Seria possível manter o coração longe da inveja? Que tipo de repelente afastaria a amargura e seus terríveis males? Como controlar a maldade que tão de perto nos rodeia? Essas são indagações que estão conosco o tempo todo. Quando decidimos servir a Jesus de coração, mesmo uma única mancha em nossa alma já nos perturba e nos faz correr atrás de reparação e perdão.
É no terreno fértil do coração que nascem todas as mazelas que Deus abomina (Mt 15.18). É isso que contamina o homem. No antigo testamento, a pureza de coração já era considerada vital para se habitar na presença de Deus (Sl 24.4). Como alcançar esse padrão tão elevado de santificação, num mundo como o nosso?
Imagine um móvel antigo do seu lar. O simples fato de você não mexer com ele não garante que ele permanecerá diariamente limpo. Se você quiser garantir a higiene do local, deverá passar um pano umedecido com algum produto de limpeza, pelo menos uma vez por dia, para tirar a poeira que se acumula. Guardar o coração exige o mesmo cuidado. É muito bom, ao término de cada dia, avaliarmos as motivações que tivemos e os sentimentos que tem ocupado nossa mente e entender de onde se origina cada um deles. Caso alguma mácula seja identificada, podemos passar o “paninho” da misericórdia de Deus com o melhor produto que existe, que é o sangue de Jesus!
Esse cuidado deve ser diário
É bom avaliar a fé diariamente. Não tornando esse ato, obviamente, uma religiosidade vulgar que apenas nos afastará de Deus. Sendo assim, ao término de cada dia, ajoelhe-se com a palavra em mãos, ore ao Senhor e, enquanto saboreia o alimento celestial, confronte a mensagem do Pai com o seu dia. Veja onde você acertou, onde você errou. E quando encontrar uma falha (acredite, você encontrará muitas), peça ao Senhor o perdão, que Ele graciosamente concederá.
Exercite diariamente também o amor. Onde há amoroso trato, há abundância de pureza. Quem se empenha em amar repele os sentimentos carnais. Muitas vidas são totalmente curadas quando entram em contato com gestos piedosos de crentes em Jesus. Há multidões de vidas que gostariam de ganhar um pequeno abraço. Faça isso. O constante contato com pessoas que sofrem o fará rever valores pessoais e aos poucos, arrancará do seu coração sentimentos como a ingratidão e a inveja. Um coração puro se alcança quando o homem, em uma determinada circunstância, é capaz de enxergar todos os benefícios da amorosa graça de Deus. E, esta pureza se manterá pelo constante exercício da vida ensinada pelo Senhor Jesus.
Veja a Deus
Você não será capaz de enxergar a Deus com seus olhos carnais. Se Deus se agraciar de você, tu poderás ter vislumbres celestiais que são apenas sombras da plenitude divina. Mas, quando mantemos o coração puro, o mundo espiritual se descortina diante de nossos olhos. O azul do céu ganha outro significado. O brilho nos olhos das crianças são manifestações do radiante brilho divino. O amor praticado é o convívio com Deus. Os livramentos tornam-se ação de anjos. A salvação do pecador torna-se nossa filosofia de vida. Um coração puro desafia, mas vale a pena!
Bem aventurados os puros de coração, porque eles verão a Deus
Deus é luz, nele não há treva alguma. Em seu caráter, Ele é Santo, em seu trato com a humanidade, Ele é Amor. Os cidadãos do Seu reino se identificam com essas características, procurando manter seu coração a altura do padrão divino, para com isso, poder contemplar a glória do Senhor enquanto vivem neste mundo aguardando a consumação de todas as coisas.
Um coração puro, é possível?
Seria possível manter o coração longe da inveja? Que tipo de repelente afastaria a amargura e seus terríveis males? Como controlar a maldade que tão de perto nos rodeia? Essas são indagações que estão conosco o tempo todo. Quando decidimos servir a Jesus de coração, mesmo uma única mancha em nossa alma já nos perturba e nos faz correr atrás de reparação e perdão.
É no terreno fértil do coração que nascem todas as mazelas que Deus abomina (Mt 15.18). É isso que contamina o homem. No antigo testamento, a pureza de coração já era considerada vital para se habitar na presença de Deus (Sl 24.4). Como alcançar esse padrão tão elevado de santificação, num mundo como o nosso?
Imagine um móvel antigo do seu lar. O simples fato de você não mexer com ele não garante que ele permanecerá diariamente limpo. Se você quiser garantir a higiene do local, deverá passar um pano umedecido com algum produto de limpeza, pelo menos uma vez por dia, para tirar a poeira que se acumula. Guardar o coração exige o mesmo cuidado. É muito bom, ao término de cada dia, avaliarmos as motivações que tivemos e os sentimentos que tem ocupado nossa mente e entender de onde se origina cada um deles. Caso alguma mácula seja identificada, podemos passar o “paninho” da misericórdia de Deus com o melhor produto que existe, que é o sangue de Jesus!
Esse cuidado deve ser diário
É bom avaliar a fé diariamente. Não tornando esse ato, obviamente, uma religiosidade vulgar que apenas nos afastará de Deus. Sendo assim, ao término de cada dia, ajoelhe-se com a palavra em mãos, ore ao Senhor e, enquanto saboreia o alimento celestial, confronte a mensagem do Pai com o seu dia. Veja onde você acertou, onde você errou. E quando encontrar uma falha (acredite, você encontrará muitas), peça ao Senhor o perdão, que Ele graciosamente concederá.
Exercite diariamente também o amor. Onde há amoroso trato, há abundância de pureza. Quem se empenha em amar repele os sentimentos carnais. Muitas vidas são totalmente curadas quando entram em contato com gestos piedosos de crentes em Jesus. Há multidões de vidas que gostariam de ganhar um pequeno abraço. Faça isso. O constante contato com pessoas que sofrem o fará rever valores pessoais e aos poucos, arrancará do seu coração sentimentos como a ingratidão e a inveja. Um coração puro se alcança quando o homem, em uma determinada circunstância, é capaz de enxergar todos os benefícios da amorosa graça de Deus. E, esta pureza se manterá pelo constante exercício da vida ensinada pelo Senhor Jesus.
Veja a Deus
Você não será capaz de enxergar a Deus com seus olhos carnais. Se Deus se agraciar de você, tu poderás ter vislumbres celestiais que são apenas sombras da plenitude divina. Mas, quando mantemos o coração puro, o mundo espiritual se descortina diante de nossos olhos. O azul do céu ganha outro significado. O brilho nos olhos das crianças são manifestações do radiante brilho divino. O amor praticado é o convívio com Deus. Os livramentos tornam-se ação de anjos. A salvação do pecador torna-se nossa filosofia de vida. Um coração puro desafia, mas vale a pena!
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