terça-feira, 31 de agosto de 2010

O que fiz com o meu dia?


Quando chega a hora de dormir geralmente pensamos se o dia realmente valeu a pena.

Valeu a pena ter brigado? Talvez por uma vaga no estacionamento do shopping, talvez por um lugar à fila do banco; talvez por uma divergência de opinião na empresa; talvez por uma palavra mal falada com o cônjuge; talvez por um conselho não aceito pelo filho. Quantas vezes brigamos durante o dia e quando a ira esfria nós dizemos: “não precisava ter sido desse jeito”.

Valeu a pena ter exagerado? Combinamos de fazer um regime e exageramos no jantar. Tencionamos não gastar tempo no videogame e, quando vimos, já gastamos uma hora na frente do monitor. Combinamos de ler a bíblia e orar, buscar a presença de Deus e agora acordamos para o fato de que nada, absolutamente nada mudou. Ficamos até altas horas na televisão, celular, computador...

Em um dia foi declarada a Paz Mundial no fim da Segunda Grande Guerra. Também em um dia Nagazaki foi destruída. Em um dia as Torres Gêmeas vieram ao chão; mas em um dia caíram os muros de Berlim e a liberdade política chegou para o Leste Europeu. Um dia. Ah, o que poderíamos ter feito com um dia inteirinho bem vivido!

Em nossa história há dias que marcaram tanto! Um passeio com a família; o dia do diploma; o dia em que conhecemos a pessoa amada; o dia da admissão; o dia da conversão e do batismo; o dia da morte de alguém que tanto amávamos. Um dia pode ser algo corriqueiro, mas pode ser também um dia mais do que especial. Pode ser mais um dia, mas pode ser "aquele dia"!

Diz a Palavra do Senhor: Este é o dia que fez o Senhor; regozijemo-nos, e alegremo-nos nele. (Sl 118:24). O dia é uma dádiva, um presente, uma bênção. Desde que ele começa até o instante em que termina é um bem incomensurável; o moribundo daria toda a riqueza do mundo para comprá-lo de nós, para obter um tempinho a mais. Mas nós não podemos aumentar um côvado à nossa vida. Por isso o dia foi dádiva das mais preciosas! Não vos inquieteis, pois, pelo dia de amanhã, porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo. Basta a cada dia o seu mal (Mt 6:34)

Gastar o dia de hoje a remoer o mau dia de ontem é perder o precioso tempo. O dia de ontem não voltará. Irmãos, quanto a mim,... uma coisa faço, e é que, esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo... (Fp 3:13)

Gastá-lo na expectativa do amanhã é tolice e loucura, pois, como citamos, cada dia tem o seu próprio mal. Cada dia se basta. Dá-nos cada dia o nosso pão cotidiano; (Lc 11:3)

Cabe-nos usar o dia do jeito certo: Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças... (Ec 9:10) Não to mandei eu? Esforça-te, e tem bom ânimo; não temas, nem te espantes; porque o Senhor teu Deus é contigo, por onde quer que andares. (Js 1:9)

Lembre-se agora da oração do Pai Nosso. Exalte ao Senhor, dando-Lhe a glória. Louve-o pelas provisões. Peça perdão, perdoe e se perdoe. E peça a proteção divina para a sua vida. Apresente os seus amigos em oração. Deixe os seus planos nas mãos do Senhor. E descanse nele! Aquietai-vos, e sabei que eu sou Deus; (Sl 46:10)

Por que estás abatida, ó minha alma, e por que te perturbas em mim? Espera em Deus, pois ainda o louvarei pela salvação da sua face. (Sl 42:5)

Tenha certeza de que o dia de amanhã será melhor.

Casamento: "Carregue sua esposa nos braços"







Naquela noite, enquanto minha esposa servia o jantar, eu segurei sua mão e disse: "Tenho algo importante para te dizer". Ela se sentou e jantou sem dizer uma palavra. Pude ver sofrimento em seus olhos.

De repente, eu também fiquei sem palavras. No entanto, eu tinha que dizer a ela o que estava pensando. Eu queria o divórcio. E abordei o assunto calmamente.

Ela não parecia irritada pelas minhas palavras e simplesmente perguntou em voz baixa: "Por quê?"

Eu evitei respondê-la, o que a deixou muito brava. Ela jogou os talheres longe e gritou "você não é homem!" Naquela noite, nós não conversamos mais. Pude ouví-la chorando. Eu sabia que ela queria um motivo para o fim do nosso casamento. Mas eu não tinha uma resposta satisfatória para esta pergunta. O meu coração não pertencia a ela mais e sim a Jane. Eu simplesmente não a amava mais, sentia pena dela.

Me sentindo muito culpado, rascunhei um acordo de divórcio, deixando para ela a casa, nosso carro e 30% das ações da minha empresa.

Ela tomou o papel da minha mão e o rasgou violentamente. A mulher com quem vivi pelos últimos 10 anos se tornou uma estranha para mim. Eu fiquei com dó deste desperdício de tempo e energia mas eu não voltaria atrás do que disse, pois amava a Jane profundamente. Finalmente ela começou a chorar alto na minha frente, o que já era esperado. Eu me senti libertado enquanto ela chorava. A minha obsessão por divórcio nas últimas semanas finalmente se materializava e o fim estava mais perto agora.

No dia seguinte, eu cheguei em casa tarde e a encontrei sentada na mesa escrevendo. Eu não jantei, fui direto para a cama e dormi imediatamente, pois estava cansado depois de ter passado o dia com a Jane.

Quando acordei no meio da noite, ela ainda estava sentada à mesa, escrevendo. Eu a ignorei e voltei a dormir. Na manhã seguinte, ela me apresentou suas condições: ela não queria nada meu, mas pedia um mês de prazo para conceder o divórcio. Ela pediu que durante os próximos 30 dias a gente tentasse viver juntos de forma mais natural possivel. As suas razões eram simples: o nosso filho faria seus examos no próximo mês e precisava de um ambiente propício para prepar-se bem, sem os problemas de ter que lidar com o rompimento de seus pais.

Isso me pareceu razoável, mas ela acrescentou algo mais. Ela me lembrou do momento em que eu a carreguei para dentro da nossa casa no dia em que nos casamos e me pediu que durante os próximos 30 dias eu a carregasse para fora da casa todas as manhãs. Eu então percebi que ela estava completamente louca mas aceitei sua proposta para não tornar meus próximos dias ainda mais intoleráveis.

Eu contei para a Jane sobre o pedido da minha esposa e ela riu muito e achou a idéia totalmente absurda. "Ela pensa que impondo condições assim vai mudar alguma coisa; melhor ela encarar a situação e aceitar o divórcio" ,disse Jane em tom de gozação.

Minha esposa e eu não tínhamos nenhum contato físico havia muito tempo, então quando eu a carreguei para fora da casa no primeiro dia, foi totalmente estranho. Nosso filho nos aplaudiu dizendo "O papai está carregando a mamãe no colo!" Suas palavras me causaram constrangimento. Do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa, eu devo ter caminhado uns 10 metros carregando minha esposa no colo. Ela fechou os olhos e disse baixinho "Não conte para o nosso filho sobre o divórcio" Eu balancei a cabeça mesmo discordando e então a coloquei no chão assim que atravessamos a porta de entrada da casa. Ela foi pegar o ônibus para o trabalho e eu dirigi para o escritório.

No segundo dia, foi mais fácil para nós dois. Ela se apoiou no meu peito, eu senti o cheiro do perfume que ela usava. Eu então percebi que há muito tempo não prestava atenção a essa mulher. Ela certamente tinha envelhecido nestes últimos 10 anos, havia rugas no seu rosto, seu cabelo estava ficando fino e grisalho. O nosso casamento teve muito impacto nela. Por uns segundos, cheguei a pensar no que havia feito para ela estar neste estado.

No quarto dia, quando eu a levantei, senti uma certa intimidade maior com o corpo dela. Esta mulher havia dedicado 10 anos da vida dela a mim.

No quinto dia, a mesma coisa. Eu não disse nada a Jane, mas ficava a cada dia mais fácil carregá-la do nosso quarto à porta da casa. Talvez meus músculos estejam mais firmes com o exercício, pensei.

Certa manhã, ela estava tentando escolher um vestido. Ela experimentou uma série deles mas não conseguia achar um que servisse. Com um suspiro, ela disse "Todos os meus vestidos estão grandes para mim". Eu então percebi que ela realmente havia emagrecido bastante, daí a facilidade em carregá-la nos últimos dias.

A realidade caiu sobre mim com uma ponta de remorso... ela carrega tanta dor e tristeza em seu coração..... Instintivamente, eu estiquei o braço e toquei seus cabelos.

Nosso filho entrou no quarto neste momento e disse "Pai, está na hora de você carregar a mamãe". Para ele, ver seu pai carregando sua mão todas as manhãs tornou-se parte da rotina da casa. Minha esposa abraçou nosso filho e o segurou em seus braços por alguns longos segundos. Eu tive que sair de perto, temendo mudar de idéia agora que estava tão perto do meu objetivo. Em seguida, eu a carreguei em meus braços, do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa. Sua mão repousava em meu pescoço. Eu a segurei firme contra o meu corpo. Lembrei-me do dia do nosso casamento.

Mas o seu corpo tão magro me deixou triste. No último dia, quando eu a segurei em meus braços, por algum motivo não conseguia mover minhas pernas. Nosso filho já tinha ido para a escola e eu me vi pronunciando estas palavras: "Eu não percebi o quanto perdemos a nossa intimidade com o tempo".

Eu não consegui dirigir para o trabalho.... fui até o meu novo futuro endereço, saí do carro apressadamente, com medo de mudar de idéia...Subi as escadas e bati na porta do quarto. A Jane abriu a porta e eu disse a ela "Desculpe, Jane. Eu não quero mais me divorciar".

Ela olhou para mim sem acreditar e tocou na minha testa "Você está com febre?" Eu tirei sua mão da minha testa e repeti "Desculpe, Jane. Eu não vou me divorciar. Meu casamento ficou chato porque nós não soubemos valorizar os pequenos detalhes da nossa vida e não por falta de amor. Agora eu percebi que desde o dia em que carreguei minha esposa no dia do nosso casamento para nossa casa, eu devo segurá-la até que a morte nos separe.

A Jane então percebeu que era sério. Me deu um tapa no rosto, bateu a porta na minha cara e pude ouví-la chorando compulsivamente. Eu voltei para o carro e fui trabalhar.

Na loja de flores, no caminho de volta para casa, eu comprei um buquê de rosas para minha esposa. A atendente me perguntou o que eu gostaria de escrever no cartão. Eu sorri e escrevi: "Eu te carregarei em meus braços todas as manhãs até que a morte nos separe".

Naquela noite, quando cheguei em casa, com um buquê de flores na mão e um grande sorriso no rosto, fui direto para o nosso quarto onde encontrei minha esposa deitada na cama - morta.
Minha esposa estava com câncer e vinha se tratando a vários meses, mas eu estava muito ocupado com a Jane para perceber que havia algo errado com ela. Ela sabia que morreria em breve e quis poupar nosso filho dos efeitos de um divórcio - e prolongou a nossa vida juntos proporcionando ao nosso filho a imagem de nós dois juntos toda manhã. Pelo menos aos olhos do meu filho, eu sou um marido carinhoso.

Os pequenos detalhes de nossa vida são o que realmente contam num relacionamento. Não é a mansão, o carro, as propriedades, o dinheiro no banco. Estes bens criam um ambiente propício a felicidade mas não proporcionam mais do que conforto. Portanto, encontre tempo para ser amigo de sua esposa, faça pequenas coisas um para o outro para mantê-los próximos e íntimos. Tenham um casamento real e feliz!

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Porque fazes resplandecer a minha lâmpada; o SENHOR, meu Deus, derrama luz nas minhas trevas. Pois contigo desbarato exércitos, com o meu Deus salto muralhas. O caminho de Deus é perfeito; a palavra do SENHOR é provada; ele é escudo para todos os que nele se refugiam. Pois quem é Deus, senão o SENHOR? E quem é rochedo, senão o nosso Deus? O Deus que me revestiu de força e aperfeiçoou o meu caminho, ele deu a meus pés a ligeireza das corças e me firmou nas minhas alturas. (Salmos 18.28-33)

quinta-feira, 25 de março de 2010

sábado, 20 de março de 2010

A Oração de Jabez


Havia alguma coisa de diferente neste pequeno grande homem da Genealogia bíblica. Sua história interrompe bruscamente uma extensa lista de nomes num capítulo que parece tedioso para o leitor negligente. Mas há quatro grandes lições em sua oração:

?E foi Jabez mais ilustre do que seus irmãos; e sua mãe chamou o seu nome Jabez, dizendo: Porquanto com dores o dei à luz. Porque Jabez invocou o Deus de Israel, dizendo: Se me abençoares muitíssimo e meus termos amplificares, e a tua mão for comigo, e fizeres que do mal não seja aflito!... E Deus lhe concedeu o que lhe tinha pedido." (1Cr 4:9-10)

I. Temos aqui o estado final ou conclusivo da vida de Jabez: ?E foi Jabez mais ilustre do que seus irmãos?

A. Em ouras palavras ele se tornou !mais importante? que seus irmãos;

B. De todos acabou sendo o mais honrado e o mais destacado;

C. Vale lembrar que Davi tinha mais seis irmãos, e, dificilmente, existe alguém que lembre o nome de pelo menos um deles;

II. Ele cresceu com um nome que todo garoto odiaria: !Ele causa dores?

A. Um nome que significa dor não era um bom presságio para o futuro de Jabez;

B. Nos tempos bíblicos, um homem e seu nome estavam intimamente relacionados;

1. Jacó, o enganador;

2. Malom e Quiliom, os fracos;

3. Noemi, a agraciada;

4. Salomão, o rei da paz;

C. Dependesse da orientação de sua mãe ele seria um causador de dores;

D. Oprimido pelo fardo que levava no nome, a única coisa que ele podia ver pela sua frente era !mais dores?, ou !dias infelizes?;

E. Quantas filhos são frutos da irresponsabilidade de seus pais, considerados por estes uma dor e aflição

1. Um pai que tem coragem de chamar o filho de Jacó (enganador) não podia ter mais que um enganador como filho;

2. O que aconteceu com Jabez quase aconteceu com Benjamin, pois, se dependesse da mãe, chamaria !FILHO DA TRIBULAÇÃO?;

F. Quantos não conseguiram e não conseguem quebrar a barreira de maldição em que estão envolvidos, ou que foram envolvidos?

III.Jabez quebra o circulo de dor iniciado pela sua mãe e clama a Deus: ?Meu Deus me abençoe, não quero ser uma maldição nesta terra?

A. Podia ficar reclamando e lastimando a vida toda, mas resolve orar a Deus;

B. Podia estar na mesma condição da mulher samaritana e dizer: !Nossos pais adoraram neste monte?, insistindo num pecado de setecentos anos;

C. O texto mostra um homem desejoso de mudar a rota da sua vida (Ver ainda: Salmos 119:141) ?Pequeno sou e desprezado, mas não me esqueço dos teus mandamentos."

IV. Aprendamos o verdadeiro sentido da Palavra bênção:

A. A Palavra bênção tem se tornado uma palavra comum;

B. Sua realidade nada tem a ver com a teologia da prosperidade, pois, nesta, a bênção existe a partir da realidade feita na mente do homem (uma casa grande, uma mercedes), ao contrário da bênção real, pois esta é pedir que ele nos dê daquilo que já tem reservado para nós;

C. Pedir para ser abençoado é desejar as !bênçãos espirituais?;

V. É preciso pedir as bênçãos de Deus: !Não tendes porque não pedis? Tg 4:2; ?Se me abençoares muitíssimo?

A. Não há nenhum erro teológico nem é egoísta pedir que !Deus me abençoe!?

1. Jacó, o homem enganador, não teve dúvidas em pedi-la: !Me abençoe?

2. Como teria sido a empreita do servo de Abraão se ele não pedisse para Deus abençoa-lo?

B. O pedido de bênção deve seguir a linha de Davi, e não a linha dos homens:

1. Davi sabe que Deus tem uma bênção para ele ! e você sabe?

2. Reconhece seu lugar ?Quem sou eu, SENHOR Deus? E qual é a minha casa, que me trouxeste até aqui?? ?Que mais te dirá Davi, acerca da honra feita a teu servo? Porém tu bem conheces o teu servo."

3. Compreende que Deus abençoa porque ele ama, e não porque há merecimento próprio;

4. Termina em confessar que o que Deus abençoa fica abençoada para sempre; !porque tu, SENHOR, a abençoaste, e ficará abençoada para sempre."

C. Quantas vezes deixamos de receber simplesmente porque não pedimos?

1. A irmã Gladis ligou dos E.U.A. para pedir oração para a simples compra de um carro, e Deus abençoou;

2. Mas os israelitas não pediram conselho de Deus para fazer aliança com os gibeonitas, e qual foi o resultado? Foram enganados.

VI. O segundo pedido de Jabez: Alargue-me as fronteiras;

A. Este pedido pode ser confundido por COBIÇAR COISAS ALHEIAS, ou como se ele dissesse: !Eu não nasci para ter só isso?, ou !ser só isso?;

1. Não vemos um Davi falando uma tal coisa;

2. Essa não era a linguagem de Paulo; (Rm 12:16)

B. Na verdade o que Jabez faz é pedir mais oportunidades, o que implicaria, mais responsabilidades:

1. Jabez provavelmente viveu no tempo dos juízes, e neste tempo Deus havia dado muitas terras, mas poucas eram conquistadas;

2. Seu pedido não é diferente do de Otniel, em querer as !fontes superiores e as fontes inferiores?, pois ele queria trabalhar mais;

3. Querer mais fronteira na terra de Deus é o mesmo que querer mais trabalho na Casa de Deus;

C. Para desejar mais fronteiras é preciso ter coragem para !lutar? ou ?trabalhar?

D. A covardia ou acomodação tem feito muitas vítimas;

E. O crente deve pedir que Deus amplie seu coração:

1. Deseje que a bandeira da sua fé chegue até o outro lado da rua, da vila, da cidade ou do mundo;

2. Lembremos que os apóstolos apesar de receberem ordens de !ir por todo o mundo?, queriam ficar confinados às quatro paredes, e só não ficaram assim porque Deus os espalhou;

F. No sentido carnal essa palavra parece ser boa, pois, não há erro de um crente olhar e pedir a Deus: !Expande meu trabalho?

1. Nós vemos Daniel e seus amigos prosperarem no reino de Nabucodonozor; (Dn 2:48-49);

2. Mas será que realmente queremos mais trabalho, ou nos acomodamos pela falta de vontade?

3. Quando oramos pedindo mais fronteiras é preciso que se tenha determinação e forte desejo;

G. Meditemos em Provérbios 14:4; e (Gn 29:2-10) ?Não havendo bois, o celeiro fica limpo, mas, pela força do boi, há abundância de colheitas."

1. Podemos ficar como aqueles pastores esperando os outros para poderem rolar uma pedra e dar de beber água para nossos camelos;

2. Mas podemos fazer como Jacó, e rolar a pedra, e dar-lhes de beber;

3. O resultado da pedra rolado foi que Jacó recebeu casa, comida, uma família, bens, etc.

VII. O terceiro pedido de Jabez: !A Tua mão seja comigo?:

A. A primeira pergunta que devemos fazer é: !Pra quê??

1. Para ficar parado sem objetivo nem força de vontade?

2. Para que aqueles pastores desejariam a mão de Deus sobre eles se a frase principal era !não podemos??

B. Irmãos, o pedido de bênção e de alargamento das fronteiras, necessita, indiscutivelmente, de que a mão de Deus esteja conosco:

1. É possível que alguém cresça muito sem a ajuda de Deus;

2. Mas com o tempo ele se sentirá fraco, impossibilitado, e certamente, o fruto de suas mãos é sem proveito;

C. Quantas pessoas pediram para ser abençoados, receberam cargos (ou emprego), ou mesmo ministérios dentro de suas igrejas e, por fim, desanimaram?

1. Sentiu-se incapacitada;

2. Sentiu-se atarefada demais;

3. Viu sua vida completamente envolvida com as novas fronteiras;

D. Jó nos ensina que se Deus soltasse sua mão, com certeza, seria seu fim; (Jó 6:9)

E. A mão de Deus é a expressão bíblica para expressar a presença e o poder de Deus na vida de seus servos;

1. O sucesso de Esdras é resultado da mão de Deus; Ed 7:6,28;

2. O sucesso da pregação é resultado da mão de Deus; At 11:21; ?E a mão do Senhor era com eles; e grande número creu e se converteu ao Senhor."

F. Que todo crente saiba que sem a mão de Deus ele não pode chegar a lugar algum: (2Co 3:5) ?Não que sejamos capazes, por nós, de pensar alguma coisa, como de nós mesmos; mas a nossa SUFICIENCIA (CAPACIDADE) vem de Deus?

G. Enfim, pedir a mão de Deus sobre nós é ficar na sua completa depend6encia;

VIII. O último pedido de Jabez: Me livres do mal: O exemplo de Uzias:

A. O último pedido de Jabez é também o último pedido de Jesus;

B. O crente que pede a bênção, recebe-a, vê aumentado seu trabalho, e ainda, confirma a boa mão de Deus sobre ele, pode experimentar, como todos os heróis da fé, os ataques do inimigo;

C. Muitos caíram quando pareciam fortes:

1. Davi caiu quando estava sendo ganha a batalha de Amon;

2. Sansão caiu quando os filisteus estavam amedrontados e sentindo-se derrotados;

D. Há duas coisas que devemos temer: A tentação e o mal;

1. Na primeira podemos cair, dái Jesus dizer: !Não nos deixeis cair?;

2. Na segunda, como somos fracos, devemos dizer: !Livra-nos?, pois Deus sabe nos livrar; ?Assim, sabe o Senhor livrar da tentação os piedosos." (2Pe 2:9)

IX. O Resultado da oração de Jabez já foi vista no princípio, mas aqui se acrescenta que: !E Deus lhe concedeu o que lhe tinha pedido?

A. Porque que Deus lhe concedeu? (1Jo 5:14-15) ?E esta é a confiança que temos nele: que, se pedirmos alguma coisa, segundo a sua vontade, ele nos ouve. E, se sabemos que nos ouve em tudo o que pedimos, sabemos que alcançamos as petições que lhe fizemos."

B. A oração de Jabez não é uma reza, é um exemplo a ser seguido:

1. Tens pedido para seres abençoado?

2. Desejas mais fronteiras?

3. Quer estar completamente na dependência de Deus?

4. Estás consciente que serás tentado e induzido pelo mal?

quinta-feira, 18 de março de 2010

A ineficácia das soluções humana



Gn.7.17-24

Introdução: O dilúvio representa as ações divinas contra os pecadores que não se arrependem.
Muitos males ocorrem como castigo pelo pecado. As soluções humanas não podem impedir a ação de forças espirituais.

1- Início da chuva.
Os contemporâneos de Noé poderiam se esconder em suas casas.
Naquele momento ainda podiam rir de Noé e acreditar em seus próprios recursos.
O homem ainda confia em si mesmo.

2- Enchente.
Os homens poderiam subir nas árvores, nas casas ou nos montes.
O homem sente o perigo e busca ajuda no lugar errado. Riquezas, religiões, filosofias,
educação e boas obras não podem salvá-lo.

3- Inundação total.
Até os montes mais altos foram cobertos e todos os que estavam fora da arca morreram.
A capacidade humana, sua inteligência e seus recursos só servem até determinado ponto.
A doença, o fracasso, a depressão, e outros males atingem pontos em que os recursos humanos não resolvem mais.

Conclusão: Já estamos sentindo as "primeiras gotas" do juízo divino sobre este mundo perverso.
Não espere o pior. Busque ao Senhor hoje. Aceite Jesus Cristo, a solução divina para o problema
espiritual dos homens. Somente desta forma é que entraremos no abrigo divino que nos preservará
da perdição eterna.

Vidas sem forma e vazias



Gn.1.1-4

1- Muitas vidas estão como a terra do segundo versículo, sem forma e vazia, verdadeiro caos.
Foram criados por Deus mas não têm nenhum compromisso com ele.
Estão distantes, indiferentes, querendo viver independentes de Deus.

2 - Conseqüência: O cenário é de trevas sobre a face do abismo.
O perigo da perdição está encoberto pelas trevas da ignorância.

3 - “Haja luz” - Quando Deus entra na vida de alguém, tudo se transforma
(João 3.19). Um dos significados de “luz” é conhecimento. Começamos a ver o que está errado
e precisa ser mudado.

Conclusão: Permita que o conhecimento de Deus transforme sua vida.
Dia após dia, ele criará algo novo. Colocará cada coisa no seu devido lugar,
e o resultado será uma vida de comunhão com o Senhor.