segunda-feira, 4 de maio de 2009
O mundo jaz no maligno
O mundo jaz no maligno
Você mora na Babilônia
A antiga Babilônia era terra de idolatria e paganismo, onde imperavam práticas de feitiçaria, consulta aos mortos, adivinhações... A Bíblia nos conta como Deus condenava e ainda condena tais práticas, que representam o extremo oposto de tudo que Ele ensina em Sua revelação ao homem sobre os mistérios espirituais e a Verdade Absoluta do bem, da natureza humana e da redenção em Cristo. E, é claro, nos é revelado como as “os principados e potestades”, “as forças espirituais do mal”, “os dominadores deste mundo tenebroso”, de que nos fala Paulo e todo o restante da Bíblia, são os autores e mantenedores dessa cultura pagã que, atualmente, renasce com força total, em alguns casos sob a falsa alegação de que tem um “lado branco” que representaria uma bruxaria “saudável” (sic).
O livro de Apocalipse, escrito por João, nos alerta sobre o “renascimento da Babilônia”, a “mãe das prostituições”. Seria essa uma linguagem figurada, remetendo não à Babilônia física, geográfica, mas ao que poderíamos chamar de “espírito babilônico”, isto é, a cultura, a mentalidade e a malignidade que sempre esteve por trás de toda a imundície espiritual, demoníaca, que dominou aquele povo em épocas passadas? Ao vermos, nos shoppings centers de nossas cidades, total abertura e incentivo a feiras esotéricas, tendas de adivinhos, comércio de amuletos e pregações promovendo a bruxaria, enquanto qualquer atividade de caráter cristão é proibida, não nos parece, com isso, que estamos vivendo numa nova Babilônia?
Nas escolas públicas americanas é proibido por lei haver qualquer manifestação cristã, como reuniões de oração e de leitura da Bíblia. A desculpa disso é “para garantir a idéia do Estado laico”, isto é, que não deve ter nem ser influenciado por nenhuma religião, e não deixar que nenhuma religião se utilize de estrutura do Estado para influenciar pessoas. Também são proibidos “livros religiosos” nas bibliotecas das escolas, pela mesma razão alegada.
Mas nem a lei nem os juízes que a aplicam mantêm essa postura convicta quando o assunto é a crescente e dominadora religiosidade pagã, ou mesmo o satanismo, coisa que tem renascido com muito vigor nos últimos anos. Há registro de escolas públicas americanas promovendo feiras esotéricas e festivais wicca (de bruxaria), que atraem milhares de crianças, adolescentes e jovens.
A notícia a seguir demonstra esse tipo de coisa com clareza. Usando o mesmo argumento do “Estado laico” que proíbe expressões cristãs nas escolas e literatura cristã nas bibliotecas, uma mãe entra na justiça com pedido de que os livros de Harry Potter sejam retirados da biblioteca das escolas porque há provas incontestáveis de que a obra promove a religião Wicca (bruxaria) e têm sido grande indutora de crianças e jovens à prática dessa religião, assim como conduzindo alguns a pensamentos suicidas e comportamentos de risco. O juiz não cedeu aos argumentos da mãe – tais argumentos servem apenas quando a religião a ser perseguida é a cristã.
Alguém vê nisso alguma evidência dos sinais dos últimos tempos, descritos na Bíblia? Não precisa responder, pois para qualquer cristão com um mínimo de conhecimento bíblico sabe que coisas como essa e outras que têm acontecido no dia a dia da sociedade atual, são previstas nas Escrituras há tempos. Resta-nos saber: quem está verdadeiramente preparado para lidar com o que vem por aí?
Quem tem ouvidos para ouvir, ouça.
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