terça-feira, 16 de junho de 2009
Mantém-me do pão da minha porção acostumada” (Pv 30.80.
Introdução
A riqueza, a fama, o poder, os prazeres e o consumo desenfreado são ineficazes para satisfazer as necessidades da alma (Ec 6). Infelizmente, por essas coisas vãs, muitos têm empenhado tudo o que possuem, inclusive a própria vida (Mt 16.26). A Palavra de Deus nos adverte taxativamente sobre o gasto abusivo e desnecessário (Pv 21.20); Is 55.2). Nesta lição, aprenderemos sobre como nos livrar desta enfermidade.
I – OS MALES DO CONSUMISMO
1. O apelo consumista nos meios de comunicação. Muitos são impelidos, especialmente, pela propaganda difundida nas mídias eletrônicas (Rádio, TV, Internet) a comprarem aquilo de que realmente não necessitam. Os profissionais do marketing aproveitam-se das datas comemorativas tais como, Natal, Páscoa, Dia das mães, dos pais, dos namorados, das crianças, etc., para incitar as pessoas ao consumo. O pior do consumismo é que muitos acabam valorizando mais as coisas materiais que s espirituais (Pv 30.15; Mt 6.19-21).
O crente em Jesus deve resistir ao consumo inútil e à tentação do crédito fácil, propalados pela mídia. Lembre-se: “Crédito imediato é também dívida imediata”. Façamos, pois, a oração de Agur: Não me dês nem a pobreza nem a riqueza; mantém-me do pão da minha porção acostumada” (Pv 30.8,9).
2. O supérfluo em detrimento do essencial. Essencial para o consumo é aquilo que, sem o qual, a vida exaure: comida, roupa, moradia e, na medida certa, o lazer. Até mesmo no que é indispensável devemos confiar mais em Deus que em nossos próprios esforços (Mt 6.25-34). O supérfluo é tudo aquilo que não é essencial à manutenção da vida. Sob a influência dos meios de comunicação, há os que suprimem itens prioritários à sobrevivência, para comprar produtos de griffe, por mero capricho. A Bíblia é enfática em seu ensino contra o desperdício (Is 55.2; 2 Tm 4.5).
3. A compulsão pelas compras. A vontade compulsiva de comprar pode estar associada a um distúrbio psicológico conhecido como oneomania. Essa doença está associada a diversos fatores, tais como: ansiedade, frustração, depressão, transtornos de humor e um desejo reprimido de possuir as coisas. Por isso há tantas pessoas endividadas, especialmente, pelo mau uso do cartão de crédito e de cheques especiais. É uma enfermidade que precisa ser tratada com seriedade e urgência (Pv 15.27; Ec 5.10; Jr 17.11; 1 Tm 6.10).
Obreiros, líderes e crentes em geral, portadores dessa doença, precisam de cura imediata para exercerem o ministério cristão sem impedimento, e glorificarem o santo nome de nosso Senhor Jesus Cristo (Rm 12.16; 13.8,14; Gl 5.22).
II – COMCERCIO E CONSUMO NO AMBIENTE CRISTÃO
1. O comércio no templo em Jerusalém (Jo 2.13-17; Mt 21.12,13). Era no átrio dos gentios que os comerciantes vendiam animais para serem sacrificados, e os cambistas trocavam as moedas estrangeiras pela moeda do Templo, a fim de que os judeus pagassem o imposto sagrado (Mt 21.12). Essas atividades eram controladas pelos sacerdotes e levitas, inclusive pela família de Anás, o sumo sacerdote. O problema é que eles majoravam os preços dos animais e cobravam excessivas taxas cambiais. Era a prática da corrupção e exploração do povo no recinto sagrado. O culto tornava-se apenas uma desculpa para o comércio fraudulento. Todavia, Jesus, na função de Filho de Davi, condenou os abusos e a corrupção (Mt 21.5-11).
2. Mercantilismo na Igreja. Não podemos ignorar esta infame realidade: muitos exercem atividades entre o povo de Deus alegando um “ministério” que não existe. Há cantores evangélicos, pregadores, ensinadores, “missionários” e vendedores itinerantes cuja vida particular desmente os padrões de santidade que eles fingem ser portadores no púlpito (Cl 2.23; 2 Tm 3.4,5). São artistas, exploradores do povo e das igrejas, que só veem o promissor mercado evangélico à sua frente.
3. Comércio ou serviço cristão? Há quem questione a compra e venda de produtos necessários ao desenvolvimento do serviço cristão na igreja. A igreja, de fato, precisa de Bíblias, livros, folhetos e outros aparatos. Se tal atividade comercial é honesta e normal no mundo secular, por que seria condenável no âmbito cristão, se é feito com transparência e sem “torpe ganância”? (Tt 1.7).
III – PROVISÃO DIVINA DAS NECESSIDADES DIÁRIAS
1. Pedindo a Deus a provisão necessária (Pv 30.7,8). Agur fizera apenas dois pedidos a Deus. Primeiro, que Ele o resguardasse da mentira e da falsidade, porque desejava manter-se verdadeiro e íntegro. Segundo, que o Senhor lhe concedesse o suficiente para satisfazer suas necessidades diárias. Agur não queria os excessos da riqueza, nem as privações da pobreza, mas, uma vida prudente e financeiramente equilibrada (Lc 12.29-31).
Na Oração Dominical, Jesus ensinou o mesmo princípio (Mt 6.9-13; 25-34). Devemos buscar primeiro o Reino de Deus (v.33), mas o Pai também quer que oremos por nossas necessidades materiais – o “pão” (Mt 6.11). Em Filipenses 4.11-13, Paulo reforça o ensino de Jesus quando diz aos Filipenses: “Aprendi a contentar-me com o que tenho. Sei estar abatido e sei também ter abundância” [...] “estou instruído tanto a ter fartura como a ter fome, tanto a ter abundância como a padecer necessidade. Posso todas as coisas naquele que me fortalece”.
2. Deus nos supre em todos os momentos (Fp 4.11-13, 19). Deus supriu todas as necessidades do profeta Elias (1 Rs 17.2-7, 8-24). O rei Davi, quando idoso, pôde testificar sobre a provisão divina durante toda a sua vida (Sl 37.25; 23.1). Estamos diante do mesmo que pode fazer isso agora, aí mesmo onde você se encontra. Ele não mudou, “é o mesmo ontem, e hoje, e eternamente (Hb 13.8; Dt 8.15-18: Lc 12.15; 1 Tm 6.17).
IV – COMO FUGIR DO CONSUMISMO
1. Evite o desperdício e o supérfluo. Em João 6.12 Jesus ordenou que seus discípulos recolhessem os alimentos que sobrara para que nada se perdesse. Algumas vezes o orçamento acaba porque gastamos com insensatez, onde não se deve ou não se pode (Is 55.2; Lc 15.13,14).
2. Economize, poupe e fuja das dívidas. Economize comprando no estabelecimento que é mais em conta. Racionalize os gastos com água, luz, telefone, etc. (Gn 41.35, 36; Pv 21.20). Abra uma conta-poupança e guarde um pouco de dinheiro, por menor que seja a quantia, Fuja das dívidas.
CONCLUSÃO
Pobreza não é maldição (Dt 15.11; Mc 14.7), mas pode resultar de fatores diversos: guerra, catástrofes, vícios, alcoolismo, jogos de azar, má administração dos bens e dos recursos econômicos. Neste particular, a Palavra de Deus adverte que o beberrão e o comilão cairão em pobreza (Pv 23.20,21). Não compre fiado. Não peça emprestado. Liberte-se do consumo irresponsável. Jesus quer libertá-lo das garras do consumismo. “E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará”. “Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres” (Jo 8.32,36). Amem.
HA PODER EM SUAS PALAVRAS - 5
DAVID E GOLIAS
1- INTRODUÇÃO
A) MARCOS 4:14, 26
“14 O que semeia, semeia a palavra;”
“26 E dizia: O reino de Deus é assim como se um homem lançasse semente à terra.”
As suas palavras são “SEMENTES”
B) PROV. 18:21
“21 A morte e a vida estão no poder da língua; e aquele que a ama comerá do seu fruto.”
A morte e a vida estão no poder da língua
C) MARCOS 11:23
“23 Porque em verdade vos digo que qualquer que disser a este monte: Ergue-te e lança-te no mar, e não duvidar em seu coração, mas crer que se fará aquilo que diz, tudo o que disser lhe será feito.”
Tudo o que você acreditar no coração
D) JOSUÉ 1:8 -
“8 Não se aparte da tua boca o livro desta lei; antes medita nele dia e noite, para que tenhas cuidado de fazer conforme a tudo quanto nele está escrito; porque então farás prosperar o teu caminho, e serás bem sucedido.”
Disse Deus: Josué, não deixes que a tua boca fale o que lhe apetece. Fala da tua saúde o mesmo que a Bíblia diz; Fala da tua família, finanças, o mesmo que a Bíblia diz!
2 - A NOSSA ATITUDE
Mais que palavras é a atitude do coração
ATITUDES = modo como REAGE a um PROBLEMA
Não é o problema que destrói uma pessoa
Não é UM AGENTE EXTERNO que determina o SUCESSO ou FRACASSO
A Solução está DENTRO da PESSOA = a ATITUDE perante a situação
Se a ATITUDE for BOA saiem PALAVRAS de Vida há ACÇÃO - AGIR - de Fé
HÁ 2 TIPOS DE PESSOAS - Diante dum PROBLEMA
A) O 1º TIPO = Acredita ERRADO + Fala ERRADO (Negativo)
Acreditar + Falar Errado = ao contrário de Deus = ao contrário das promessas de Deus
O resultado é fracasso, derrota etc.
B) O 2º TIPO = Acredita CERTO + Fala CERTO
Acreditar + Falar CERTO = de acordo com o que Deus diz = de acordo com o que Deus promete
O resultado é força, vitória e tudo de bom.
3 - DAVID e GOLIAS
O exército de Israel, incluindo os irmãos de David tinham uma atitude errada.
- Eles acreditaram errado
- Eles não acreditaram nas promessas de Deus
- Eles falaram errado
David tinha a atitude certa:
- Ele acreditou as promessas de Deus
- Ele falou as promessas de Deus
I Sam 17:
“43 Disse, pois, o filisteu a Davi: Sou eu algum cão, para tu vires a mim com paus? E o filisteu pelos seus deuses amaldiçoou a Davi.
O Golias usou palavras para amaldiçoar Davi, para trazer morte.
Mas Davi sabia o poder das palavras e ele respondeu:
1º Nulificando as palavras de Golias
2º Semeando o que ele queria colher
45 Davi, porém, disse ao filisteu: Tu vens a mim com espada, e com lança, e com escudo; porém eu venho a ti em nome do SENHOR dos Exércitos, o Deus dos exércitos de Israel, a quem tens afrontado.
46 Hoje mesmo o SENHOR te entregará na minha mão, e ferir-te-ei, e tirar-te-ei a cabeça, e os corpos do arraial dos filisteus darei hoje mesmo às aves do céu e às feras da terra; e toda a terra saberá que há Deus em Israel;
47 E saberá toda esta congregação que o SENHOR salva, não com espada, nem com lança; porque do SENHOR é a guerra, e ele vos entregará na nossa mão.
50 Assim Davi prevaleceu contra o filisteu, com uma funda e com uma pedra, e feriu o filisteu, e o matou; sem que Davi tivesse uma espada na mão.”
David venceu, porque ele:
1º Conhecia Deus
2º Não se deixou intimidar pelas palavras de morte do Golias
3º Semeou, em voz alta, o resultado que ele queria colher
Rom. 8:31
“31 Que diremos, pois, a estas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós?”
domingo, 7 de junho de 2009
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quarta-feira, 3 de junho de 2009
Onipresença de Deus
É a qualidade que Deus estar presente em todos os lugares.
Conta-se que certo menino queria fazer algo de ruim, mas resolveu que seria melhor fazer sua travessura debaixo de um telhado, a fim de que Deus, olhando lá do céu, não pudesse vê-lo. O fato é que Deus é onipresente, Ele está presente em todos os lugares, em todos os instantes. O salmista refere-se a isso em salmos 139.7-10.
A onipresença de Deus não significa, entretanto, que Deus tenha o mesmo tipo de relacionamento com todas as pessoas. Ele haverá de revelar a Si mesmo, abençoar e encorajar aqueles que O ama e serve; mas haverá de repreender e castigar aqueles que se opõe a Ele.
O conhecimento de Deus está sempre presente, pode nos ajudar e a nos encorajar nas tribulações, porquanto sabemos que Deus está ali para nos fortalecer e nos guiar. Entretanto, sua presença serve também para lembrar-nos de sermos muito cuidadosos quanto a maneira como vivemos, porquanto Deus vê tudo quanto fazemos de bom ou de ruim.
Temos a responsabilidade de servir a Deus de maneira aceitável, em todos os lugares e em todos os momentos, porquanto Ele está ali.
Onisciência de Deus
É a qualidade que Deus tem de conhecer todas as coisas
O ser humano trabalha arduamente com frequência para desvendar os fatos. À medida que estudamos para obter conhecimento, acumulamos fatos; mas por muitas vezes quanto mais estudamos, mais percebemos quão poço sabemos.
Deus não enfrenta esse tipo de problema. Ele sabe todas as coisas. O Governante do universo tem consciência sem limites. Esse é um fato impossível de entendermos plenamente e, no entanto, é essencial para a nossa fé na perfeição de Deus. Como é lógico, Ele deve saber tudo quanto realmente é fato, e tudo quanto é apenas possível. Doutra maneira, Ele teria que estar continuamente aprendendo aquilo que ainda não tivesse aprendido e ajustando a isso, os Seus planos e propósitos.
Visto que Deus sabe todas as coisas, Ele é capaz de dizer o que vai acontecer no futuro muito antes que elas aconteçam. Por essa razão é que tantos acontecimentos são preditos nas sagradas Escrituras. Isso não significa que Ele toma as decisões sobre o que acontecerá conosco. Ele simplesmente sabe quais as nossas decisões, antes que elas ocorram. E, visto que Ele pode prever, então também pode predizer o que acontecerá no futuro. Mas o fato que Ele predisse não significa que Ele arbitrariamente predeterminou, ou decidiu de antemão, o que haverá de ter lugar.
O fato de Deus saber todas as coisas deveria fortalecer a nossa fé, quando estamos em meio a alguma provação muito séria, porquanto Ele sabe as causas e o que sucederia com cada uma das soluções que poderíamos considerar. Desse fato podemos obter grande segurança, enquanto buscamos a Sua orientação, acerca das corretas soluções para os nossos problemas.
No livro de Salmos 139 temos um exemplo sobre onisciência divina.
Paulo escreve aos romanos no capitulo 5 versículo 9
“Logo mais agora, sendo justificados pelo sangue”. Agora, quer dizer, no presente, neste tempo, que é chamado Hoje, o sangue de Cristo nos justifica.
Justificados perante Deus
Justificar é tornar inocente aquele que era culpado. Jesus assumiu culpa e nos inocentou perante o Pai, restabelecendo a comunhão rompida pelo pecado. Nessa condição, não existe mais condenação.
Portanto agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus”. (Rm 8.1a). Observe que o apóstolo enfatiza: “Agora nenhuma condenação há”. Agora estamos livres. agora somos salvos. Agora estamos justificados perante Deus.
A justificação é abrangente.
Quando a bíblia fala de redenção, revela que essa redenção é abrangente aos três períodos: passado, presente e futuro.
Passado: “Ao qual Deus propôs para propiciação pela fé no seu sangue, para demonstrar a sua justiça pela remissão dos pecados dantes cometidos, sob a paciência de Deus”. (Rm 3.25).
Presente: “Portanto agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o espírito”. (Rm 8.1).
Futuro: “Que mediante a fé estais guardados na virtude de Deus para a salvação, já presentes para se revelar no último tempo.”(1 Pe 1.5).
A justificação é eterna:
A eternidade da salvação tem seu inicio aqui. Quando aceitamos a Cristo, nossa vida recebeu o penhor da eterna redenção. Isto está afirmado nas palavras de Paulo aos efésios: ”E não entristeçais o Espírito Santo de Deus, no qual estais selados para o dia da redenção”. (Ef 4.30).
E Jesus afirmou: “Na verdade, na verdade vos digo que quem ouve a minha palavra, e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna, e não entrará em condenação, mas passou da morte para a vida”.(Jo 5.24).
Quando Cristo nos justificou através do seu sangue, nossa salvação ficou garantida para todo o sempre.
A justificação trouxe a paz
O pecador sem Deus vive desesperado, inseguro e sem paz. Ao aceitar Cristo, recebe paz. Ele disse: “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou”. (Jo 14.27a ).
Jesus sabia das aflições por que haveríamos de passar, e para que não nos desesperássemos, disse: “Tenho-vos dito isso, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo”(Jo 16.33).
Paulo, que não conhecia a Cristo, ao aceitá-lo foi justificado e experimentou paz. Mais tarde, quando escreveu aos crentes em Roma, disse: “Sendo, pois justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo” (Rm 5.1).
O efeito justificador do sangue de Cristo produz na vida dos salvos, alegria, esperança, consolo,comunhão, fortalecimento, vida abundante paz. Amem
Amor de Deus
Em relação ä nossa vida espiritual, nossa sobrevivência só é possível por causa do grande amor de Deus, revelado em Jesus Cristo.
No Evangelho de João 3.16, encontramos o texto bíblico mais rico e profundo quanto as dimensões do amor de Deus. É chamado de texto áureo da Bíblia. Nele encontramos resumidamente toda a mensagem do Evangelho e a revelação do plano de salvação.
“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha vida eterna”.
A largura do amor de Deus:
“Porque Deus amou o mundo de tal maneira”. Essa expressão mostra-nos a abrangência e a espontaneidade do amor. Só um Deus grande e poderoso, poderia amar de “Tal maneira”a humanidade perdida no pecado.
“Mas Deus, que é riquíssimo em misericórdia, pelo seu muito amor com que nos amou”.(Ef 2.4) Temos ai um Deus grande, rico e misericordioso, cheio de amor pelos pecadores. Amor espontâneo diretamente Dele para nós, envolvendo o mundo inteiro.Não poderia haver outra expressão maior que esta: Amou de tal maneira”. Amou profundamente, amou eterno.
O comprimento do amor de Deus:
“Que deu o seu Filho unigênito”. Deus não poderia ser mais extenso em seu amor, do que neste gesto: Dar seu Filho ao mundo. Filho único, Filho amado, Filho glorioso.
Ele deu seu Filho para morrer morte horrível, como um malfeitor entre malfeitores, debaixo da maldição da Lei, destituído da glória que possuía e exposto ao vexame e ä dor.
Com esse gesto de Deus estava alcançando toda a raça humana, de todas as épocas, de todos os tipos, e em todos os lugares. ”Há muito que o Senhor me apareceu, dizendo: Pois que com amor eterno te amei, também com amorável benignidade te atrai” (Jr 31.3)
O comprimento do amor de Deus nasce na eternidade e prossegue por toda a eternidade, não tem fim. O amor de Deus nos atrai junto de si.
A profundidade do amor de Deus:
“Para que todo aquele que nele crê”. Para que exista uma operação profunda da parte de Deus em nós, precisamos crer na eficácia da obra redentora efetuada por Cristo, na cruz do Calvário. Ao pecador perdido é oferecida uma única condição, crer. Crer é aceitar por fé, sem questionar, sem duvidar. Crer é olhar para o calvário e contemplar Jesus Cristo morrendo por nossos pecados e ali se oferecendo a Deus como sacrifício em nosso lugar.
A profundidade do amor de Deus só nos é revelada pela fé, porque é tão profundo quanto o próprio Deus.
A altura do amor de Deus:
“Não pereça, mas tenha vida eterna”. Tão alto quanto o céu assim é o seu amor revelado por nós. Vida eterna é o ápice de toda a redenção. Deus não poderia ser mais profundo em seu amor, do que oferecer ao homem finito e pecador, a vida eterna.
Em Jesus Cristo temos a vida eterna. “E dou-lhes a vida eterna, e nunca hão de perecer, e ninguém as arrebatará da minha mão”. (Jo 10.28). “Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus nosso Senhor”. (Rm 6.23)
O pecador leva à morte, Cristo garante-nos a vida eterna. Tudo isso prova o grande amor de Deus.
As qualidades do amor de Deus:
Deus não muda em seus propósitos de salvação, e quando se trata de amar o pecador através de Jesus Cristo, esse amor é:
* Inalterável (Jo 13.1). Em qualquer circunstância, Cristo nos ama. Antevendo a morte, Jesus amou ainda mais seus discípulos, e assim amou a nós.
* Divino (Jo 15.9). Com a mesma medida que o Pai o amou, Jesus amou o mundo, para entregar-se por ele. Nosso dever: permanecer no seu amor.
* De sacrifício (Jo 15.13). Para salvar as nossas algemas, Cristo não mediu sacrifício. Foi até a cruz.
* Inseparável (Rm 8.35). Quem é atingido pelo amor de Cristo, jamais se separa dele, não importa o que esteja acontecendo.
* Constrangedor (2Co 5.14). O poder do amor constrange-nos a viver uma vida de fé genuína, que torna o sacrifício de Cristo ainda mais eficaz.
* Sacrificial (Gl2.20). Qualquer sacrifício por amor a Cristo é muito pouco.
Um mal que assola quase todos.
Pressão alta
A hipertensão arterial ou, simplesmente, pressão alta é gatilho certo para uma série de males e não só aquele que envolvem o sistema circulatório.
Um paciente com pressão igual ou superior a 140/90mmHg é diagnosticado como hipertenso. São pessoas mais sujeitas a sofrer com falhas no coração, nos rins e até no cérebro.
A doença é crônica (não tem cura, mas pode ser controlada) e, por isso, é importante fazer exames regulares para detectar como andam seus batimentos cardíacos. Mas atenção: ter pressão alta não é sinônimo de ser hipertenso.
Para ser considerado hipertenso, o paciente tem de permanecer com a pressão mais alta do que o normal. Isso porque, momentaneamente, qualquer pessoa está sujeita a uma variação na freqüência cardíaca. Um esforço físico mais intenso ou momentos de estresse, por exemplo, alteram esses números.
Algumas atitudes, no entanto, ajudam não só a prevenir o problema como controlam níveis já elevados de pressão.
Algumas dicas que podem nos ajudar a nos prevenir deste mal:
Manutenção do peso ideal- o sobrepeso aumenta dificulta o esforço do coração para conseguir bombear o sangue. Na prática, o músculo é exigido demais. Como o bíceps de quem levanta peso, o coração de uma pessoa obesa acaba hipertrofiado. Com um risco: as lesões causadas pelo esforço excessivo podem se tornar irrecuperáveis.
Prática de atividade física atividades físicas regulares, principalmente as aeróbias, contribuem para a melhora de todo o sistema circulatório e pulmonar. Só tome cuidado com os exageros: antes de começar qualquer treino, procure um especialista e faça uma avaliação geral.
Redução de sal - o excesso de sal na dieta leva à retenção de líquidos, acarretando a hipertensão. Por isso, maneire na hora de temperar a comida e diminua o consumo de enlatados e alimentos em conserva.
Evitar bebidas alcoólicas o álcool em grande quantidade é inimigo feroz da pressão sob controle. Corte as bebidas da sua dieta ou consuma com muita moderação.
Dieta saudável gorduras saudáveis e pouco sal são medidas indispensáveis na dieta de quem quer manter o coração saudável. Inclua ainda muitas frutas, verduras e legumes. Cortar a carne não é preciso, mas dê preferência aos cortes magros como filé mignon e músculo.
Medicamentos se o médico recomendou, não deixe de tomar. Mas nada de sair por aí imitando a receita alheia. Vale lembrar que alguns medicamentos podem elevar a pressão, como os antiinflamatórios e anticoncepcionais.
Cigarro o tabaco, em conjunto às outras substâncias tóxicas do cigarro, eleva a pressão imediatamente além de comprometer toda sua saúde. Parar de fumar imediatamente é fundamental.
Estresse - ele aparece como resposta do organismo às sobrecargas físicas e emocionais, acarretando a hipertensão e doenças do coração. Controle suas emoções e procure incluir atividades relaxantes na sua rotina.
Exames médicos avaliações regulares não só ajudam a identificar o problema no começo, facilitando o tratamento, como servem para adequar o uso de medicamentos de forma mais eficaz.
Medir a pressão no mínimo uma vez por ano, todas as pessoas deve fazer isso. A recomendação é da Sociedade Brasileira de Hipertensão, que alerta para esse simples exame como uma forma de prevenir problemas mais sérios.
