terça-feira, 12 de maio de 2009
Uma defesa Bíblica em favor a inumação e contra a cremação
Gênesis 3:19 Deus declarou a Adão: "No suor do seu rosto, comeras o teu pão,
até que tornes à terra; porque dela foste tomado; porque és pó e em pó te
tornarás."
Introdução
Em Gênesis 3:19 Deus declarou a Adão: "No suor do seu rosto, comeras o teu
pão, até que tornes à terra; porque dela foste tomado; porque és pó e em pó
te tornarás." porquanto é pó e em pó te tornarás". Exatamente o que Deus
quis dizer com a declaração: porque és pó e em pó te tornarás? Ele quis
dizer que o corpo do homem, o qual é o pó da terra (Gn. 2:7) deve retornar
para a terra quando ele morre. Essas palavras têm sido historicamente
interpretadas pelos Judeus crentes do Velho Testamento, bem como Judeus e
Gentios crentes do Novo Testamento a crerem que o corpo é para ser
enterrado.
Mas alguém com certeza dirá, "A Bíblia não diz, pó para pó e cinzas para as
cinzas?". Não, de fato ela não faz tal afirmação. Esta frase não é
encontrada em lugar algum das Escrituras. Ela é encontrada em certos
"Manuais de Pastores", frequentemente usados por ministros quando eles
ministram nos enterros, mas tal frase não pode ser encontrada em parte
alguma na inspirada Palavra de Deus.
A frase, cinzas para as cinzas é freqüentemente um apelo para a justificação
da cremação. Cremação, que quase não foi conhecida aqui na América há 40
anos, está cada vez mais sendo usada para a disposição final do corpo. Esse
escritor sabia muito pouco sobre essa prática até ele mudar-se para
Califórnia em 1966. Logo depois de se mudar para São José em 1968, ele foi
questionado em uma ocasião se era Bíblico ou não para os cristãos cremarem
seus corpos depois da morte. Como ele não poderia responder
satisfatoriamente a pergunta a sim mesmo, ele pediu um tempo para estudar e
pesquisar sobre a questão. Depois de dedicar algum tempo ao estudo deste
tema, ele chegou a conclusão de que a inumação, ou o enterrar, e não cremar,
é a única prática Bíblica e adequada para a disposição final do corpo.
Quando alguém descobre que a origem da cremação é fundada em incredulidade e
paganismo, ele abandonará qualquer idéia a respeito da cremação ser uma
alternativa viável à inumação, como mostra em toda a Escritura sendo a
correta disposição para o corpo depois da morte. Cremação é uma parte de
crença pagã e de falsas religiões. É a escolha preferida dos ateus, que não
acreditam em Deus nem na ressurreição e de todos os outros que eliminariam a
ressurreição se pudessem, ainda que a cremação do corpo não poderá evitar
que ele seja ressuscitado.
Cremação não é o método apropriado para a disposição final do corpo.
É uma antiga prática pagã.
Tanto os pagãos Gregos quanto os Romanos praticavam a cremação, mas devem
seguir os cristãos a prática do paganismo ou os ensinos da inspirada
Escritura? Por seguir a prática pagã ao invés da Palavra de Deus tem sempre
trazido resultados terríveis sobre aqueles que fizeram isso. Lembre o que
aconteceu quando Davi procurou levar a Arca da Aliança conforme fizeram os
Filisteus ao invés de levá-la na maneira que Deus determinou em Sua Palavra.
(II Sm. 6:1-11).
É a pratica de Hinduismo e Budismo
Nenhumas dessas religiões acreditam em ressurreição, nem aqueles que
praticam tal religião desejam ser ressuscitados. Ambas dessas antigas
religiões acreditam em alcançar Nirvana na qual a alma está liberta de
muitas reencarnações e absolvidas da inexistência. Que alvo é esse de tornar
nada?! A cremação, portanto é compatível com esta crença, mas não é
consistente com a crença na ressurreição. Na Índia, por exemplo, os cristãos
enterram seus mortos para testemunhar a sua crença que a ressurreição é
aguardada, algo diferente do que é ensinado pelo Hinduismo. Deste modo,
cristãos na Índia consideram que a cremação é uma prática idólatra e a
inumação, ou o enterro, é uma prática cristã.
É a opção preferida do humanismo secular
Entre 1876 e 1884 houve somente 28 registros de cremação nos Estados Unidos.
Durante as décadas de 1960 - 1979 começaram a ocorrer muitas mudanças em sua
cultura no tempo da instabilidade social que foram incentivadas pelas
doutrinas do humanismo secular, que diz que o homem comum não deve nenhuma
explicação a uma força maior ou Deus. Dessa doutrina da autonomia humana têm
vindo tanto a aceitação do aborto quanto a prática da cremação. O direito a
fazer estes dois rituais bárbaros é reivindicado pela falsa concepção de que
seus corpos pertencem a si mesmos e podem fazer o que bem entender.
Consequentemente, no ano de 1977, 7% de todos os corpos humanos nos Estados
Unidos eram reduzidos a fragmentos de ossos e cinzas pela cremação. Em 1993
esta porcentagem aumentou a aproximadamente 20%. Esta porcentagem continuará
aumentando enquanto Americanos rejeitarem o Cristianismo Bíblico e adotarem
o pensamento chamado Nova Era, que não é nada mais do que o velho paganismo
de Hinduismo e Budismo trajando nova aparência.
Inumação é o método de disposição praticada no Velho Testamento.
Deus ordenou a Israel que enterrassem os seus mortos.
"O seu cadáver não permanecerá no madeiro, mas certamente o enterrarás no
mesmo dia; porquanto o pendurado é maldito de Deus; assim não contaminarás a
tua terra, que o SENHOR teu Deus te dá em herança." Dt. 21:23. A disposição
final do corpo não é questão de indiferença, mesmo que alguns ministros têm
a pretensão de dizer que realmente o que é feito com o corpo depois da morte
não faz nenhuma diferença. Mas Deus tem preferência. É problema de Deus. Ele
ordenou que o corpo fosse enterrado, e a ordem para enterrar torna a
cremação totalmente inaceitável em Sua visão.
Abraão enterrou Sara e ele mesmo foi enterrado ao lado dela.
"E depois sepultou Abraão a Sara sua mulher na cova do campo de Macpela, em
frente de Manre, que é Hebrom, na terra de Canaã." (Gn 23:19). "E Isaque e
Ismael, seus filhos, sepultaram-no na cova de Macpela, no campo de Efrom,
filho de Zoar, heteu, que estava em frente de Manre," (Gn 25:9). É muito
importante que um capítulo inteiro do primeiro livro da Bíblia é destinado a
criar um sistema para enterrar. Se Deus uma grande porção de Sua Palavra a
tratar esse assunto, como pode qualquer crente que toma a Bíblia como a
Palavra de Deus tratar a disposição final do corpo com indiferença? Lendo
ainda mais em Gênesis, nota-se que Jacó enterrou Débora, a ama de Rebeca que
era somente uma escrava (Gênesis 35:8) e sua amada esposa Raquel (Gênesis
35:19). Esaú e Jacó carinhosamente enterraram Isaque (Gênesis 35:29). Antes
de morrer Jacó deu instruções explicitas aos seus doze filhos para
enterrá-lo. (Gênesis 49:29-31). Do mesmo modo José deu uma ordem igual aos
filhos de Israel antes dele morrer (Gênesis 50:24-26), e essa ordem foi
devidamente obedecida quando Israel conquistou a terra de Canaã (Josué
24:32).
Deus enterrou Moisés
"Assim morreu ali Moisés, servo do SENHOR, na terra de Moabe, conforme a
palavra do SENHOR E o sepultou num vale, na terra de Moabe, em frente de
Bete-Peor; e ninguém soube até hoje o lugar da sua sepultura." (Dt 34.5,6).
Deus poderia ter queimado o corpo de Moisés tão facilmente quanto Ele
poderia o enterrar (2Rs 1.10), mas Ele não o fez. Ele o enterrou seguindo
Suas próprias ordens e o princípio da ressurreição a qual coincide com
inumação. Se o método de disposição do corpo é um assunto de indiferença,
porque então o próprio Deus enterrou o corpo de Moisés?
O profeta Eliseu foi enterrado.
"Depois morreu Eliseu, e o sepultaram. Ora, as tropas dos moabitas invadiram
a terra à entrada do ano." (2Rs 13.20). Até naquele tempo de declínio
espiritual em Israel, a inumação ainda era praticada (2Rs 13.21). Não ser
enterrado era considerado um sinal de extrema desgraça, algo reservado só
para os homens mais desprezíveis.
"Morrerão de enfermidades dolorosas, e não serão pranteados nem sepultados;
servirão de esterco sobre a face da terra; e pela espada e pela fome serão
consumidos, e os seus cadáveres servirão de mantimento para as aves do céu e
para os animais da terra." (Jr 16.4). "Em sepultura de jumento será
sepultado, sendo arrastado e lançado para bem longe, fora das portas de
Jerusalém." (Jr 22.19).
Jó esperou para ser enterrado.
"E depois de consumida a minha pele, contudo ainda em minha carne verei a
Deus," (Jó 19.26). O patriarca obviamente tem seu enterro em foco. Mencionou
o fato de somente a sua pele ser consumida, e não os ossos. Enterrando, os
vermes consomem a pele e não os ossos (Jó 24.20). A cremação consome quanto
a pele quanto os ossos.
Cremação é expressamente proibida pelos ensinos do Velho Testamento.
Deus proíbe queimar crianças como sacrifício a Moloque.
"E da tua descendência não darás nenhum para fazer passar pelo fogo perante
Moloque; e não profanarás o nome de teu Deus. Eu sou o SENHOR." (Lv 18.21).
Enquanto o sacrifício humano é focalizado nesta proibição, a cremação é
indiretamente proibida neste mandamento. "Assim não farás ao SENHOR teu
Deus; porque tudo o que é abominável ao SENHOR, e que ele odeia, fizeram
eles a seus deuses; pois até seus filhos e suas filhas queimaram no fogo aos
seus deuses." (Dt 12.31). A Lei de Deus estabelece o apedrejamento dos
filhos rebeldes, mas não permite que seus corpos sejam queimados. (Dt
21.18-21).
Deus puniu o Rei dos Moabitas por queimar os ossos do Rei de Edom.
"Assim diz o SENHOR: Por três transgressões de Moabe, e por quatro, não
retirarei o castigo, porque queimou os ossos do rei de Edom, até os tornar a
cal." (Am 2.1). Se a cremação é um assunto de indiferença, então porque Deus
declarou esta punição ao Rei dos Moabitas? Ele foi amaldiçoado porque
erroneamente mandou a queimar os ossos do Rei de Edom. A cremação do corpo
era o símbolo da maldição. "E será que aquele que for tomado com o anátema
será queimado a fogo, ele e tudo quanto tiver; porquanto transgrediu a
aliança do SENHOR, e fez uma loucura em Israel." (Js 7.15). Será que este
fato explica a razão que a Igreja de Roma queimou os hereges nas estacas?
Acreditando que os hereges foram amaldiçoados por Deus, esta Prostituta de
Roma reduziu os santos, quem ela odiava, às cinzas para mostrar o seu
aborrecimento pelas doutrinas deles. O queimar de algo para destruí-lo é
sinal de um grande aborrecimento. "As imagens de escultura de seus deuses
queimarás a fogo; a prata e o ouro que estão sobre elas não cobiçarás, nem
os tomarás para ti, para que não te enlaces neles; pois abominação é ao
SENHOR teu Deus." (Dt 7.25).
Por causa da queima ser um sinal da maior abominação, certas ofensas eram
punidas por fogo em vez de apedrejamento. Desse mesmo modo foi a ofensa de
prostituição por parte da filha de um sacerdote. "E quando a filha de um
sacerdote começar a prostituir-se, profana a seu pai; com fogo será
queimada." (Lv 21.9) . O mesmo tipo de aborrecimento era para qualquer homem
que se casasse com uma mulher e sua sogra. "E, quando um homem tomar uma
mulher e a sua mãe, maldade é; a ele e a elas queimarão com fogo, para que
não haja maldade no meio de vós." (Lv 20.14). Pecados que eram extremamente
vergonhosos e repugnantes eram punidos por fogo e não pelo apedrejamento.
Esses fatos se tornam mais significativos porque só a coisas abomináveis
eram queimadas. "As imagens de escultura de seus deuses queimarás a fogo; a
prata e o ouro que estão sobre elas não cobiçarás, nem os tomarás para ti,
para que não te enlaces neles; pois abominação é ao SENHOR teu Deus." (Dt
7.25).
Acã e sua família foram queimados com fogo. Isso porque foram amaldiçoados,
e essa maldição foi imposta a eles porque Acã pegou na coisa maldita. Ele
mesmo se firmou debaixo da maldição pronunciada. "Porém a cidade será
anátema ao SENHOR, ela e tudo quanto houver nela; somente a prostituta Raabe
viverá; ela e todos os que com ela estiverem em casa; porquanto escondeu os
mensageiros que enviamos." (Js 6.17).
Assim, a punição para ele e sua família não foi somente o apedrejamento. Mas
o queimar dos seus corpos de acordo com a ordem de Deus, foi um sinal de
maldição. "E disse Josué: Por que nos perturbaste? O SENHOR te perturbará
neste dia. E todo o Israel o apedrejou; e os queimaram a fogo depois de
apedrejá-los." (Js 7.25). A associação com a maldição explica a causa do
corpo de Saul e de seus filhos terem sido queimados. "E puseram as suas
armas no templo de Astarote, e o seu corpo o afixaram no muro de Bete-Seã."
(1Sm 31.10). Desde que o corpo de Saul permaneceu afixado no muro até o
anoitecer, ele foi considerado maldito. "O seu cadáver não permanecerá no
madeiro, mas certamente o enterrarás no mesmo dia; porquanto o pendurado é
maldito de Deus; assim não contaminarás a tua terra, que o SENHOR teu Deus
te dá em herança." (Dt 21.23). Desse modo, os homens de Jabes queimaram os
corpos como maior sinal dessa maldição (1Sm 31.12), mas enterraram os ossos
como sinal de sua fé (1Sm 31.13).
A queima dos ossos dos sacerdotes de Betel no altar da sua idolatra
tipificou a maldição que Deus havia pronunciado no altar e aos sacerdotes
que lá serviam. "E eis que, por ordem do SENHOR, veio, de Judá a Betel, um
homem de Deus; e Jeroboão estava junto ao altar, para queimar incenso. E ele
clamou contra o altar por ordem do SENHOR, e disse: Altar, altar! Assim diz
o SENHOR: Eis que um filho nascerá à casa de Davi, cujo nome será Josias, o
qual sacrificará sobre ti os sacerdotes dos altos que sobre ti queimam
incenso, e ossos de homens se queimarão sobre ti". (1Rs 13.1-2).
O piedoso Rei Josias cumpriu essa profecia perfeitamente. "E, virando-se
Josias, viu as sepulturas que estavam ali no monte; e mandou tirar os ossos
das sepulturas, e os queimou sobre aquele altar, e assim o profanou,
conforme a palavra do SENHOR, que profetizara o homem de Deus, quando
anunciou estas palavras." (2Rs 23.16).
Desse modo, a cremação não é um meio aceitável para a disposição final de um
corpo pelo Cristianismo. É uma prática bárbara e totalmente inadequada para
a disposição dos restos mortais de um ente querido. Se o público em geral
tomasse o tempo necessário para saber o processo horrível de cremação, eles
abandonariam qualquer idéia de terem seus corpos cremados ou cremarem os
corpos de seus entes queridos. Todo o processo é grotesco. Quando o fogo
consome o corpo, ele se contrai e estremece como se estivesse vivo. Embora o
crematório seja aquecido entre 800 e 1100 graus Celsius, é necessário de 3 a
4 horas para queimar o corpo completamente. Pode ser, mesmo assim, o que
sobra do esqueleto tem que ser quebrado com uma marreta até destruir todos
os ossos e depois pulverizados até restar pedacinhos somente, e depois
juntados com as cinzas e assim removidos do crematório e guardados em uma
pequena caixa ou numa urna. Devido as cinzas de diferentes corpos se
misturarem na cremação, funerárias postam uma renúncia em seus
estabelecimentos em referência a esse fato. Alem disso, o autor tem visto
dessas caixas que não nunca foram levadas pelos familiares insensíveis para
cuidar dos restos dos seus ente queridos.
A inumação é o único método de disposição do corpo defendido pelo Novo
Testamento
O enterro é ensinado por exemplo
O exemplo bíblico é um forte argumento na orientação dos caminhos de Deus, e
nunca deveria ser recusado como insignificante. Desse modo, os exemplos do
Novo Testamento registram o enterro de Lázaro (Jó 11.13,38), o enterro de
Jesus (Mt 27.57-60), o enterro de Estevão (At 8.2) e o enterro de Ananias e
Safira (At 5.6,10) entre outros. De acordo com esses exemplos, os cristãos
de todas as épocas têm enterrado seus mortos. Os cristãos em Roma enterraram
seus mortos nas catacumbas, e cada cemitério de igreja é um testemunho para
essa prática universal entre aqueles que professam a sua fé em Jesus Cristo.
Enterro é requerido pela tipologia
Símbolos ensinam verdades, que são perdidas quando os símbolos são
adulterados. De acordo com aqueles que professam a fé em Cristo abandonam o
enterro em favor da cremação podemos certificar que a verdade da
ressurreição será em breve esquecida entre eles, porque o símbolo mais obvio
desse ensino teria desaparecido não trazendo mais ninguém a lembrar dela.
Enterro é ensinado, por exemplo, pelo semear da semente "Insensato! o que tu
semeias não é vivificado, se primeiro não morrer. E, quando semeias, não
semeias o corpo que há de nascer, mas o simples grão, como de trigo, ou de
outra qualquer semente. Mas Deus dá-lhe o corpo como quer, e a cada semente
o seu próprio corpo." (1Co 15.36-38). Porque semear a semente? Não é por que
ela deve brotar da terra? Quem pensaria em queimar uma semente? A semente é
enterrada com o propósito de brotar em nova forma da terra em qual ela foi
plantada.
Exatamente da mesma maneira, o corpo é para ser enterrado, porque ele é como
a semente. "Assim também a ressurreição dentre os mortos. Semeia-se o corpo
em corrupção; ressuscitará em incorrupção. Semeia-se em ignomínia,
ressuscitará em glória. Semeia-se em fraqueza, ressuscitará com vigor.
Semeia-se corpo natural, ressuscitará corpo espiritual. Se há corpo natural,
há também corpo espiritual." (1Co 15.42-44).
Porque então alguns que crêem na ressurreição do corpo ousariam de cremar os
corpos dos seus amados na fé ou pediram aos mesmos que queimassem os seus
corpos depois que eles morressem? O próprio enterro do corpo é um testemunho
da sua fé firmada na ressurreição. Ao contrário, a cremação do corpo é a
negação da fé na ressurreição, mesmo que confessa em vida da sua fé nela.
Inumação é ensinada pelo simbologia do batismo, pois o batismo é um quadro
vivo do enterro. "Ou não sabeis que todos quantos fomos batizados em Jesus
Cristo fomos batizados na sua morte? De sorte que fomos sepultados com ele
pelo batismo na morte; para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os
mortos, pela glória do Pai, assim andemos nós também em novidade de
vida.Porque, se fomos plantados juntamente com ele na semelhança da sua
morte, também o seremos na da sua ressurreição;" (Rm 6.3-5), "Sepultados com
ele no batismo, nele também ressuscitastes pela fé no poder de Deus, que o
ressuscitou dentre os mortos." (Cl 2.12). Nada pode ser mais contraditório
do que a cremação do corpo de alguém que confessou a sua fé quando foi
batizado. Quando esse escritor enfatizou esse argumento contra a cremação
que uma pessoa cristã considerava a fazer, ele respondeu que a cremação não
entraria em contradição com o seu batismo.
O problema dele era que não tinha sido batizado; ele somente conheceu a
aspersão, e poderia entender que nenhum enterro foi tipificado. Contudo,
aquele que foi corretamente batizado por imersão contradizia o seu
testemunho se fosse cremado.
Se o batismo representa de fato, a morte de Cristo, Seu enterro e a Sua
ressurreição como também representa a morte, enterro e ressurreição do
crente junto com Cristo e até mesmo a morte, enterro e a ressurreição futura
do seu corpo, cada cristão então deve ter certeza de que o seu corpo será
apropriadamente enterrado como um permanente testemunho desta verdade. Esse
escritor quer testemunhar da verdade da ressurreição mesmo depois da morte.
Por isso, o seu enterro já foi pré-programado.
Enterro é afirmado por princípio
Quando alguém nasce de novo e o Espírito Santo habita em seu corpo, seu
corpo é imediatamente um membro de Cristo e o templo do Espírito Santo. "Não
sabeis vós que os vossos corpos são membros de Cristo? Tomarei, pois, os
membros de Cristo, e fá-los-ei membros de uma meretriz? Não, por certo."
(1Co 6.15). Compreendendo que nossos corpos são membros de Cristo, faz uma
grande diferença agora em como usamos esses corpos. Será que essas verdades
devem também fazer diferença em como dispomos nossos corpos depois da morte?
Temos algum direito de fazer diferente com nossos corpos o que Ele tem
claramente prescrito em Sua Palavra? Ouça o argumento convincente do
apóstolo Paulo. "Ou não sabeis que o vosso corpo é o templo do Espírito
Santo, que habita em vós, proveniente de Deus, e que não sois de vós mesmos?
Porque fostes comprados por bom preço; glorificai, pois, a Deus no vosso
corpo, e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus." (1Co 6.19-20). Por
não pertencer a nós mas a Deus, nossos corpos devem ser usados e finalmente
dispostos em absoluto acordo com Suas ordens. São dEle desde a criação e com
propósitos. Este fato exige que tratemos os nossos com dignidade, até a sua
disposição final. "Filhos sois do SENHOR vosso Deus; não vos dareis golpes,
nem fareis calva entre vossos olhos por causa de algum morto. Porque és povo
santo ao SENHOR teu Deus; e o SENHOR te escolheu, de todos os povos que há
sobre a face da terra, para lhe seres o seu próprio povo." (Dt 14.1,2).
"Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos
corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto
racional." (Rm 12.1) Este princípio rege tanto em vida quanto em morte.
"Porque, se vivemos, para o Senhor vivemos; se morremos, para o Senhor
morremos. De sorte que, ou vivamos ou morramos, somos do Senhor." (Rm 14.8)
Cremação não mostra respeito tanto para os métodos de Deus quanto a
dignidade do corpo.
O Mundo promove a cremação e oferece falsas razões favorecendo-a sobre o
enterro
Eles dizem que não há espaço para cemitérios.
Isto é uma falsa declaração. Há poucos anos atrás foi relatado que a
população do mundo inteiro poderia ficar em pé dentre os limites do
município de Jacksonville, Flórida. O único lugar onde o espaço é restrito,
está nos metrópoles apertados, mas há lugares de sobra no mundo inteiro para
enterros.
Eles dizem que a cremação é mais limpa.
Esta é outra declaração falsa. Pergunte a qualquer diretor de funerária que
tem trabalhado em um crematório. A poeira do crematório é penetrante, para
não dizer nada da sua fumaça.
Eles afirmam que é menos caro.
Aqui é a razão verdadeira que muitos na América estão optando pela cremação.
Eles têm receio de gastar o dinheiro necessário para dar aos seus amados um
enterro decente. Essa objeção ao enterro indica que eles têm muito mais amor
ao dinheiro do que pelos seus ente queridos? Onde há uma profunda afeição
pelos familiares que partem desse mundo, a disposição final do corpo nunca
será baseada pelo custo. Fazer de outra forma será de desprezar a memória do
ente querido.
segunda-feira, 4 de maio de 2009
O mundo jaz no maligno
O mundo jaz no maligno
Você mora na Babilônia
A antiga Babilônia era terra de idolatria e paganismo, onde imperavam práticas de feitiçaria, consulta aos mortos, adivinhações... A Bíblia nos conta como Deus condenava e ainda condena tais práticas, que representam o extremo oposto de tudo que Ele ensina em Sua revelação ao homem sobre os mistérios espirituais e a Verdade Absoluta do bem, da natureza humana e da redenção em Cristo. E, é claro, nos é revelado como as “os principados e potestades”, “as forças espirituais do mal”, “os dominadores deste mundo tenebroso”, de que nos fala Paulo e todo o restante da Bíblia, são os autores e mantenedores dessa cultura pagã que, atualmente, renasce com força total, em alguns casos sob a falsa alegação de que tem um “lado branco” que representaria uma bruxaria “saudável” (sic).
O livro de Apocalipse, escrito por João, nos alerta sobre o “renascimento da Babilônia”, a “mãe das prostituições”. Seria essa uma linguagem figurada, remetendo não à Babilônia física, geográfica, mas ao que poderíamos chamar de “espírito babilônico”, isto é, a cultura, a mentalidade e a malignidade que sempre esteve por trás de toda a imundície espiritual, demoníaca, que dominou aquele povo em épocas passadas? Ao vermos, nos shoppings centers de nossas cidades, total abertura e incentivo a feiras esotéricas, tendas de adivinhos, comércio de amuletos e pregações promovendo a bruxaria, enquanto qualquer atividade de caráter cristão é proibida, não nos parece, com isso, que estamos vivendo numa nova Babilônia?
Nas escolas públicas americanas é proibido por lei haver qualquer manifestação cristã, como reuniões de oração e de leitura da Bíblia. A desculpa disso é “para garantir a idéia do Estado laico”, isto é, que não deve ter nem ser influenciado por nenhuma religião, e não deixar que nenhuma religião se utilize de estrutura do Estado para influenciar pessoas. Também são proibidos “livros religiosos” nas bibliotecas das escolas, pela mesma razão alegada.
Mas nem a lei nem os juízes que a aplicam mantêm essa postura convicta quando o assunto é a crescente e dominadora religiosidade pagã, ou mesmo o satanismo, coisa que tem renascido com muito vigor nos últimos anos. Há registro de escolas públicas americanas promovendo feiras esotéricas e festivais wicca (de bruxaria), que atraem milhares de crianças, adolescentes e jovens.
A notícia a seguir demonstra esse tipo de coisa com clareza. Usando o mesmo argumento do “Estado laico” que proíbe expressões cristãs nas escolas e literatura cristã nas bibliotecas, uma mãe entra na justiça com pedido de que os livros de Harry Potter sejam retirados da biblioteca das escolas porque há provas incontestáveis de que a obra promove a religião Wicca (bruxaria) e têm sido grande indutora de crianças e jovens à prática dessa religião, assim como conduzindo alguns a pensamentos suicidas e comportamentos de risco. O juiz não cedeu aos argumentos da mãe – tais argumentos servem apenas quando a religião a ser perseguida é a cristã.
Alguém vê nisso alguma evidência dos sinais dos últimos tempos, descritos na Bíblia? Não precisa responder, pois para qualquer cristão com um mínimo de conhecimento bíblico sabe que coisas como essa e outras que têm acontecido no dia a dia da sociedade atual, são previstas nas Escrituras há tempos. Resta-nos saber: quem está verdadeiramente preparado para lidar com o que vem por aí?
Quem tem ouvidos para ouvir, ouça.
Sintonize Corretamente
Sintonize Corretamente
Está escrito: “O deus deste mundo cegou os entendimentos dos incrédulos (os que não crêem na Bíblia), para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, o qual é a imagem de Deus” (2 Cor 4:4).
As ondas de dois enormes transmissores difundem suas mensagens pelo espaço sideral dia e noite sem parar.
Esses transmissores são altamente potentes e suas ondas podem ser captadas em qualquer lugar do mundo.
Um desses transmissores está mais perto de nós e é ouvido com mais frequência do que o outro.
Mas o último não é menos claro, uma vez que o cumprimento da onda tiver sido localizado com precisão.
O primeiro transmissor está na Terra. Seu diretor é o diabo, o “deus deste mundo”.
A localização do outro é o Céu.
Este é o motivo pelo qual achamos mais fácil ouvir o primeiro dos transmissores: é a nossa estação local e abafa a voz do segundo.
Entretanto, se tivermos sintonizado corretamente o nosso aparelho receptor, de modo que nenhum transtorno atrapalhe a recepção, ouviremos uma mensagem extraordinária aproximadamente dois mil anos atrás.
Essa mensagem é ao mesmo tempo séria e confortante, e afirma que Deus é luz, amor e justiça.
Ela irradia a luz do glorioso evangelho de Cristo por todo o mundo em trevas, informando a todos que “Deus amou o mundo de tal maneira, que deu seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3:16).
O diabo procura obstruir esta jubilosa mensagem, pois ele possui também uma onda de longo alcance e está preparado para usar quaisquer meios que nos impeçam de ouvir e compreender as boas novas de salvação de Deus.
Quais são as mensagens do diabo? Basicamente as mesmas de sempre: a Bíblia não é verdadeira, todos os caminhos levam a Deus, no fim vai dar tudo certo, não existe Inferno, Jesus não vai voltar.
Tudo isso nos afasta cada vez mais de Deus, ficando praticamente impossível conseguir sintonizar as ondas do Céu.
Mas, se permitirmos que a verdade da Palavra de Deus se instale em nosso coração e se nos voltarmos para Deus como resultado disso, nossa vida será transformada radicalmente para todo o sempre.
Oh amigo, sintonize seu coração na mensagem transmitida do Céu, pois a Palavra de Deus é fiel e verdadeira (1 Tim 1:15).
quarta-feira, 15 de abril de 2009
Israel orou, chorou, jejuou e sacrificou, e a vitória total alcançou
Deus sabe: há anos temos perseguido um sonho especial; madrugadas em oração; jejuns e até gemidos.
Pedi a Deus, então, a resposta do porquê disso. Por que temos que esperar tanto tempo pela resposta? E a resposta veio. Ela estava bem lá, dentro da Bíblia, no Livro de Juízes, capítulo 20.
Levados pelas circunstâncias, os filhos de Israel viveram um grave problema familiar. Um de seus filhos teve a mulher violentada e morta por alguns de seus irmãos da tribo de Benjamim.
Sedentos por justiça, e sob o consentimento de Deus, Israel subiu contra a tribo de Benjamim e, no primeiro dia de batalha, foi derrotado e perdeu 22 mil homens.
Israel não se intimidou e voltou-se mais uma vez contra os benjamitas. Porém, antes: “Choraram perante o Senhor até à tarde, e consultaram o Senhor, dizendo: Tornaremos a pelejar contra os filhos de Benjamim, nosso irmão?
Respondeu o Senhor: Subi contra ele” (Juízes 20.23).
Novamente Israel foi derrotado e perdeu 18 mil soldados. Mas perseverou e, pela terceira vez consecutiva, voltou-se contra os “irmãos”.
Mas, dessa vez, Israel subiu a Betel e “Então, todos os filhos de Israel, todo o povo, subiram, e vieram a Betel, e choraram, e estiveram ali perante o Senhor, e jejuaram aquele dia até à tarde; e, perante o Senhor, ofereceram holocaustos e ofertas pacíficas” (Juízes 20.26).
A partir de então, tiveram a visão divina de como poderiam derrotar os benjamitas; colocaram o plano em prática e obtiveram a vitória completa.
Resumindo: Israel orou, na primeira vez, e mesmo com a permissão divina, perdeu.
Na segunda vez, Israel orou e chorou, e mesmo com a permissão divina, perdeu.
Na terceira vez, Israel orou, chorou, jejuou e sacrificou, e a vitória total alcançou!
Deus nos dê coragem para assumir a fé!
Deus abençoe a todos.
Como Deus pode colocar grandes riquezas em suas mãos se o seu Coração é avarento? Se a sua fé não tem qualidade?
Em outra ocasião Jesus assim disse: “O campo de um homem rico produziu com abundância. E arrazoava consigo mesmo, dizendo: Que farei, pois não tenho onde recolher os meus frutos? E disse: Farei isto: destruirei os meus celeiros, reconstruí-los-ei maiores e aí recolherei todo o meu produto e todos os meus bens. Então, direi à minha alma: tens em depósito muitos bens para muitos anos; descansa, come, bebe e regala-te. Mas Deus lhe disse: Louco, esta noite te pedirão a tua alma; e o que tens preparado, para quem será? Assim é o que entesoura para si mesmo e não é rico para com Deus.” (Lucas 12.16-21)
Pense nisto: de repente você é aquela pessoa que anda correndo atrás do vento, isto é, quanto mais você corre, menos se vê em condições de livrar-se de suas preocupações e ansiedades em querer riquezas. Deus é capaz de lhe dar tudo o que você deseja e tem se esforçado para conseguir, mas primeiro seu coração deve estar com Ele. Como Deus pode colocar grandes riquezas em suas mãos se o seu coração é avarento? Se a sua fé não tem qualidade? Se você vem à igreja apenas buscar os benefícios e não o beneficiador?
É o que Jesus falou: “buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas” (Mateus 6.33). Em outras palavras: busque a fé! Ela é o que faz contato entre você e Deus; é a ligação entre o mundo material e o espiritual.
A fé sobrenatural é a única ponte que nos liga a Deus, porque você não O vê fisicamente. E se você despreza essa ponte, como chegará a Ele, como terá comunhão com Ele, como ouvirá a Sua voz? Como você será orientado, como vai ouvir o que é melhor para a sua vida?
Na cruz do Senhor Jesus, a haste vertical representa a Sua comunhão com Deus e a horizontal, a Sua comunhão conosco. Então, como você pode querer conquistar o Reino de Deus e Seus benefícios desprezando a fé?
Seja inteligente e use sua capacidade! Arranque seu coração das coisas e das pessoas que o impedem de chegar a Deus. Só assim você tomará posse do Reino de Deus. E uma vez da posse dele, nada mais lhe será impossível.
Deus abençoe a todos.
sábado, 11 de abril de 2009
O Que Cristo é para os Crentes
I. NOSSA FORÇA
"A força da minha vida" - Salmo 27:1Antes de sermos salvos, possuíamos somente a força da nossa carne. Com essa força carnal não podíamos agradar a Deus nem nos submeter à lei (Rom 8:8) ou ainda compreender as coisas do Espírito de Deus (I Cor 2:14). Desde o nosso nascimento na carne, falamos mentiras (Sal 58:3) e somos totalmente descritos pela Palavra de Deus como sendo desde a planta dos nossos pés até a cabeça não como casa sã, "senão feridas, e inchaços, e chagas podres não espremidas, nem ligadas, nem amolecidas com óleo" (Isa 1:6). Realmente, com um coração enganoso e perverso (Jer 17:9) nós, na carne, nos tornamos inimigos de Deus (Rom 8:7). Sendo assim somos considerados mortos e condenados por Ele (Rom 3:23; 5:12; 6:23).
Por Deus ser "riquíssimos em misericórdia, pelo seu muito amor com que nos amou, estando nós ainda mortos em nossas ofensas, nos vivificou juntamente com Cristo" (Efés 2:4,5). Por Cristo recebemos "todas as bênçãos espirituais nos lugares celestiais" (Efés 1:3) e assim, estando em Cristo, podemos dedicar louvor e glória a Deus por sua graça (Efés 1:6). Deus dá-nos, através de Cristo, e só por Cristo, (João 14:6) uma nova natureza (II Cor 5:17; II Ped 1:4) e um entendimento para conhecermos o que é verdadeiro (I João 5:20). Deus vêm morar em nós através do Seu Espírito Santo (I Cor 6:19) e devido a obra do Espírito Santo sabemos obedecer ao Nosso Deus (João 14:26).
O preço do pecado foi pago com a morte de Jesus Cristo e o poder do pecado foi quebrado com a ressurreição de Cristo (I Cor 15:55-57) e por isso não somos mais dominados pelo pecado (Rom 6:11-14). "Maior é o que está em vós do que o que está no mundo" relata João (I João 4:4). Mesmo tendo a última vitória e a vitória final sobre o pecado por Cristo ainda temos, enquanto estamos vivos na carne, a presença do pecado. A presença do pecado na nossa carne guerreia contra o Espírito de Deus que vive em nós, nossa nova natureza, e isso em muitas vezes faz o crente sentir-se um miserável (Rom 7:14-24).
Cristo traz ao crente inúmeras benções gloriosas não só no porvir quando o veremos face a face mas também agora neste presente século. Essas belezas apontam como nós podemos ter a vitória, agora, até que o vejamos pessoalmente. Queremos estudar as belezas que temos em Cristo e por elas sermos ensinados a renunciar à impiedade e às concupiscências mundanas para que vivamos "sóbria e justa, e piamente, aguardando a bem-aventurada esperança e o aparecimento da glória do grande Deus e nosso Senhor Jesus Cristo; o qual se deu a si mesmo por nós para nos remir de toda a iniqüidade, e purificar para si um povo seu especial, zeloso de boas obras" (Tito 2:12-14).
"Posso todas as coisas em Cristo que me fortalece." Filipenses 4:13O Crente não é exposto aos perigos e aos poderes do Maligno sozinho. Ele não precisa ter uma vida vitoriosa por suas forças. Cristo é "a força da minha vida" então "de quem me recearei?" Cristo tem tanto a vontade de desejar quanto a força necessária para que se cumpra o desejo. Essa força está evidente na vida do crente das seguintes maneiras:
A. Resistir a TentaçãoCristo, ainda em forma de homem, passou por tentações e assim enfrentou pessoalmente a Satanás que em nenhuma instância quis poupar a Esse que veio o derrubar (Mat. 4:1-11). Nessas tentações Jesus, semelhante a nós "em tudo foi tentado, mas sem pecado" (Heb 4:14-16) nos mostrando que, pelo seu poder, também podemos vencer esse mal sempre presente. Não há razão para que não retenhamos firmemente a nossa confissão. Cristo já passou por estas situações, venceu e é a nossa força que nos facilita um escape das mesmas situações (I Cor 10:13).
Durante as tentações, como fez Cristo, só podemos ter a vitória lembrando-nos da Palavra de Deus aplicando-a à nossa situação. A nossa força durante as tentações é Cristo e não a nossa carne. Quando Satanás vier nos tentando temos a instrução de Pedro; "Ao qual resisti firmes na fé" (I Ped 5:9), e somos lembrados por Tiago a chegarmos a Deus, e Ele se chegará a nós (Tiago 4:7-8). Chegando a Deus lembraremo-nos da nossa relação com Deus por Cristo. Lembrar-se de Cristo nestas horas opera dando-nos força para resistirmos a Satanás, quem Cristo já venceu. Medite sempre nas obras de Cristo.
B. Persistir no Caminho da SantidadeA carne é fraca e vai se enfraquecendo a cada dia. As situações e os problemas em nossa vida nos desafiam a ponto de parecer que logo desfaleceremos e perderemos qualquer avanço que pela graça de Deus temos alcançado. A nossa força é pequena e a batalha é longa, séria e sombria. Há provocações que podem desafiar até mesmo os grandes na fé (I Cor 11:24-29). Em tudo, Cristo é a nossa força. Temos embaraços (impedimentos) na vida e sempre temos "o pecado que tão de perto nos rodeia". A solução é estarmos "Olhando para Jesus, autor e consumador da fé" e considerando "Aquele que suportou tais contradições dos pecadores contra si mesmo". Olhando para Jesus podemos ser animados para que não enfraqueçamos, desfalecendo nossos ânimos (Heb 12:1-4). Não resistimos até o sangue, combatendo contra o pecado. Vamos, então, olhar mais para Cristo e assim seremos resolutos e continuaremos na batalha. Medite na fidelidade de Cristo em face aos obstáculos.
C. Obedecer os MandamentosHá tantos mandamentos que Cristo deixou para nós guardamos que precisamos continuamente ser relembrados de todas as coisas que Ele nos tem mandado (Mat. 28:20). Há tanta fraqueza por parte da carne para obedecer que se não tivermos algo para nos ajudar, seremos vencidos. Apesar da seriedade dos preceitos que devemos cumprir ("Sede santos" I Ped 1:16; "sede vós pois perfeitos" Mat. 5:48) e apesar da fraqueza da nossa carne, podemos agradar o Santo e Perfeito por Cristo. "Posso todas as coisas em Cristo que me fortalece." (Fil. 4:13). Não batalhamos em obediência a força da carne (batalhamos para morremos à carne!) mas em obediência aos mandamentos de Deus, com a força de Deus (Efés 6:12). Nessa batalha, Cristo é Quem nos capacita. Medite na obediência de Cristo.
"Olhando para Jesus, autor e consumador da fé" Hebreus 12:2
D. Amar uns aos outrosCristo ocupou muito do seu tempo em oração quando esteve aqui na terra e muitas orações foram dirigidas em favor a aqueles que o seguiam. Cristo desejava o amor com que Deus o amava estivesse com os discípulos. Cristo deu o Seu mandamento que é este: "Que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei" (João 15:12). Cristo é a força que nos capacita para amarmos uns aos outros, pois por Ele conhecemos o amor de Deus em primeira instância. Cristo é a força que nos capacita para amarmos uns aos outros, pois entre o seu mandamento e a operação do Espirito Santo não pode haver oposição. Medite na maneira como Cristo amou e procure a obra de Deus para amar aos outros.
E. Perdoar Nossos DevedoresParte da ação de amar um ao outro é perdoar um ao outro. Temos o exemplo de Cristo para amar e temos Ele como modelo para perdoar. Efés 4:32 nos ensina, "Antes sede uns para com os outros benignos, misericordiosos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus vos perdoou em Cristo." Pense nas ações contra Cristo e Ele as perdoou para dar-nos um exemplo de perdão em relação a aqueles que são nossos opositores. (Lucas 22:26-43, "Pai, perdoa-lhes, porquê não sabem o que fazem."). Veja que Cristo é a força que nos capacita para que façamos o que agrada á Deus, inclusive perdoar um irmão de algo inferior ao que Deus já nos perdoou por Cristo.
